Política MT
Deputado Claudinei apoia sede própria para a Coordenadoria da Polícia Comunitária da PJC
O parlamentar reconheceu a importância da categoria ter um espaço próprio para desenvolver os projetos sociais e atuação com os Consegs de MT

Deputado Claudinei com o coordenador Gaspar Reis e o gerente de Polícia Comunitária da PJC Amilton- Foto: Assessoria
Os integrantes da Polícia Comunitária da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso (PJC) terão uma nova sede da categoria, no antigo prédio Delegacia Especializada de Defesa da Mulher que fica localizado no bairro Cristo Rei, em Várzea Grande (MT). A consolidação desta demanda vem de encontro com a indicação de n.º 3.125/2021 de autoria do deputado estadual Delegado Claudinei (PSL). O futuro prédio proporcionará a promoção dos projetos sociais, reuniões dos Conselhos Comunitários de Segurança (Consegs), entre outras iniciativas em prol dos 141 municípios mato-grossenses.
De acordo com o parlamentar é de suma importância a Coordenadoria da PJC contar com um espaço já que atua há cerca de 11 anos em conjunto com as forças de segurança e a sociedade civil organizada. “O mais interessante é que essa sede estará à disposição dos 141 municípios de Mato Grosso em parceria com a Feconseg (Federação dos Conselhos Comunitários de Segurança) e Consegs, entre outros importantes parceiros, como o Ministério Público e o Poder Judiciário de Mato Grosso. Isso vai fortalecer ainda mais a filosofia de polícia comunitária que vai favorecer as instituições de segurança pública e o cidadão de bem”, posiciona.
Projetos
Atualmente, a Coordenadoria executa os trabalhos na Academia de Polícia (Acadepol) com os projetos “De Cara Limpa Contra as Drogas”, “De Bem com a Vida”, “Rede Digital pela Paz”, “Papo de Homem”, “Arte e Cultura em Ação”, entre outros junto com a sociedade civil organizada. Também, a unidade prestará serviço de 24 horas para a elaboração de boletins de ocorrência.
De acordo com o presidente da Feconseg, Danillo Moraes, a Polícia Comunitária da PJC é considerada uma das mais estruturadas e, realmente, precisava ter uma sede própria para desenvolver da melhor forma as ações propostas. “São importantes os projetos desenvolvidos. Hoje, os integrantes estão em uma sala na Acadepol e não consegue atender todos os municípios de Mato Grosso e, nem mesmo, receber os integrantes dos Consegs”, menciona.
Nova Sede
Danillo explica que Claudinei contribuiu com a regularização de cerca de 75 Consegs de Mato Grosso, por meio da Lei n.º 10.931/2019 que reconhece o interesse coletivo e a importância social das obras dos Consegs e da Feconseg e seus filiados. “A Coordenadoria atua ao lado dos Consegs há mais de 10 anos, desde a sua criação. Teve uma Lei Complementar pela PJC e apoio da força política que fortaleceram ainda mais a categoria. Os Consegs regularizados, conforme a lei de autoria do deputado Claudinei, proporcionou que os integrantes trabalhassem de forma livre, conforme a sociedade civil organizada, em prol da segurança pública e economizando os cofres públicos e fortalecendo a segurança pública dos municípios”, declara o presidente da Feconseg.
Em relação a nova sede, Moraes frisa que há cerca de dois anos o antigo prédio da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher está desocupado após ser transferida para uma nova sede. “Então, nós pedimos este apoio ao deputado estadual Delegado Claudinei para que nos ajudasse para conseguirmos este prédio para nós. Então, ele imediatamente apresentou uma indicação para que fosse reativado essa unidade da polícia, sendo um cartão de visita de Várzea Grande, podendo acolher seus projetos sociais e estará habilitado para atender os 141 municípios de Mato Grosso”, diz.
Envolvidos
Além de Claudinei, o presidente da Feconseg informa que há uma união política bem forte para a concretização desta nova sede, como o envolvimento também dos deputados estaduais Eduardo Botelho (DEM), Janaina Riva (MDB), João Batista (PROS), Nininho (PSD), Valmir Moretto (Republicanos) e Xuxu Dal Molin (PSC) e o parlamentar estadual Emanuel Pinheiro (PTB).
Também, ele expôs a atuação ativa da Diretoria Geral da PJC de Mato Grosso. “Há 20 anos que estou à frente dos Conselho Comunitário de Segurança e vejo a credibilidade que estamos tendo com os resultados alcançados. Sem contar que a suspensão de decreto, em 2017, com apoio da deputada Janaina, e em 2019, com a lei do Delegado Claudinei, só permitiu criamos uma linha de confiabilidade e credibilidade dos propósitos que buscamos em prol da segurança pública”, enfatiza Danillo.
Outro aspecto que ele destaca é que um dos princípios fundamentais para a construção de nova sede para a Coordenadoria da Polícia Comunitária da PJC é proporcionar realização de ações preventivas e efetivas para combater a criminalidade. “Não adianta você construir um prédio de delegacia, presídios, quartéis e superlotar as prisões com detentos. Então, todos os deputados e integrantes da segurança pública entenderam e sensibilizaram com a causa”, ressalva Moraes.
Trâmites – A reforma da nova sede da Coordenadoria está prevista para ocorrer nos próximos 30 dias, sendo que atualmente, acontece a formalização dos devidos pagamentos por parte dos envolvidos no processo. A região a ser instalada a unidade é composta de 55 bairros e possui cerca de 101 mil habitantes.
Política MT
Teté Bezerra: a primeira mulher eleita deputada estadual por Rondonópolis
Pioneira na política de Rondonópolis, Teté Bezerra fez história ao conquistar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso

Foto- Assessoria
A trajetória política de Teté Bezerra é marcada pelo pioneirismo. Ela entrou para a história de Rondonópolis como a primeira mulher do município eleita para o cargo de deputada estadual, ampliando a presença feminina na política mato-grossense.
Em 2010, Teté foi eleita deputada estadual pelo PMDB, com 22.964 votos, garantindo uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso para a legislatura de 2011 a 2015.
Antes de chegar à Assembleia, Teté já havia construído uma trajetória no cenário político estadual e nacional. Ela foi eleita deputada federal em 1994 e reeleita em 1998, tornando-se uma das principais representantes femininas de Mato Grosso no Congresso Nacional.
A eleição para deputada estadual consolidou sua presença política e reforçou a participação de mulheres de Rondonópolis na disputa por espaços de representação no Estado.
O feito permanece como um marco na história política do município, especialmente em um cenário no qual a participação feminina nas disputas eleitorais ainda enfrentava grandes desafios.
Teté Bezerra entrou para a história de Rondonópolis não apenas pelos mandatos que exerceu, mas também por abrir caminho para outras mulheres na política local.
Política MT
E agora, Rezende? Chapa com apenas 10 candidatos coloca reeleição em jogo no União Brasil

Foto- Assessoria
A disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso promete ser dura dentro do União Brasil. Com uma chapa enxuta, formada por apenas 10 candidatos, o partido aposta na concentração de votos para tentar eleger dois ou até três deputados estaduais nas eleições de 2026.
Entre os nomes que encaram a disputa está o deputado Sebastião Rezende, que busca a reeleição pelo União Brasil. A candidatura foi homologada durante a convenção estadual da legenda.
O próprio deputado Júlio Campos reconheceu o grau de dificuldade da composição. Segundo ele, apesar de a chapa ter apenas 10 candidatos, existe a expectativa de conquistar duas ou três cadeiras na Assembleia.
Além de Rezende e Júlio Campos, o União Brasil colocou na disputa nomes como Dilmar Dal Bosco, Michelly Alencar, Wender Roman, Eliane da Silva Ferreira, Cenira Evangelista, Antônio Carlos da Silva Barros e Ana Paula Leiria. A lista sofreu alteração na reta final, com Ana Paula substituindo Lédio Procópio de Souza.
A estratégia de uma chapa menor pode favorecer os candidatos com maior estrutura eleitoral e maior capacidade de concentração de votos. Por outro lado, aumenta a pressão sobre os nomes que já exercem mandato e precisam justificar nas urnas sua permanência no Legislativo.
E agora, Rezende? Com menos candidatos para dividir os votos, a disputa interna pode ser ainda mais intensa. A pergunta que fica é se o deputado conseguirá manter sua força eleitoral e garantir mais um mandato na Assembleia.
A chapa do União Brasil está definida. Agora, a resposta será dada pelo eleitor.
Política MT
Dra. Luciana Horta apresenta propostas para saúde e combate ao feminicídio em entrevista em Rondonópolis

Foto-Assessoria
Candidata a deputada estadual pelo PL participou do programa 105 Notícias e falou sobre propostas para a saúde pública e outras pautas que pretende defender na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
Nesta sexta-feira (21), a candidata a deputada estadual Dra. Luciana Horta (PL) participou do programa 105 Notícias, da Rádio 105 FM, apresentado pelo radialista e jornalista Zé Pereira. Durante a entrevista, ela falou sobre suas propostas para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
Dra. Luciana Horta foi a vereadora mais votada nas eleições de 2024 e assumiu uma cadeira na Câmara Municipal. Entre as principais pautas de seu mandato estão o combate ao feminicídio e a saúde pública, área em que tem se destacado pela cobrança de melhorias nos serviços oferecidos à população.
A vereadora e candidata a deputada estadual afirmou que sua atuação sempre foi voltada à defesa da população.
“Meu dever é lutar diariamente para que a população tenha o mínimo de dignidade e possa chegar ao seu posto de saúde e ter o mínimo. Ultimamente, nem coletor de urina estava tendo para fazer exames”, afirmou durante a entrevista.
As propostas de Dra. Luciana Horta para a saúde pública de Mato Grosso incluem medidas para melhorar o atendimento de urgência e emergência, ampliar o acesso a serviços especializados e fortalecer a assistência a pacientes com câncer, doenças crônicas e pessoas que dependem de medicamentos de alto custo.
O plano também prevê articulação para a implantação de uma nova UPA na região em expansão de Rondonópolis, estudos para a construção de um Hospital Regional na Região Sudeste e ações voltadas ao atendimento de comunidades rurais, ribeirinhas e de difícil acesso. A proposta também inclui a fiscalização das filas, dos prazos e dos serviços de saúde.
Durante a entrevista, Dra. Luciana Horta também falou sobre a importância da participação de novas pessoas na política.
“A cadeira não vai ficar vazia. Se pessoas boas não lançarem seus nomes, com coragem e propósito, outros vão continuar nesse poder”, afirmou Dra. Luciana Horta.
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