Política MT
Deputado Claudinei indaga os critérios de distribuição das cestas básicas pela Setasc de MT
A secretária Rosamaria explicou que os parlamentares podem indicar as instituições para a Setasc realizar a devida distribuição das cestas básicas

Deputado Claudinei com a secretária de Assistência Social de Mato Grosso- Foto: Assessoria
Em reunião realizada na Assembleia Legislativa, na terça-feira (22), com a presença da secretária de Assistência Social e Cidadania de Mato Grosso (Setasc), Rosamaria Carvalho, o deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) aproveitou para questioná-la sobre os critérios e definições de distribuição das cestas básicas para as famílias em estado de vulnerabilidade nos municípios mato-grossenses devido ao período da pandemia da Covid-19.
Na oportunidade, ele enfatizou que presenciou a ação de entrega de 900 cestas básicas da Setasc, em Rondonópolis, no mês de maio deste ano, na Associação Rondonopolitana dos Amigos do Oratório Filhos de Dom Bosco, a convite do pároco da instituição religiosa. “Em março, o Oratório, que faz um brilhante trabalho no setor social, enviou um ofício para mim e pediu cestas básicas com o apoio do Estado, já que estaria enviando para os municípios. E queria que eu viesse para a entidade, no intuito de atender uma população de todos os bairros da grande região Salmen. Reforçamos o pedido com a Setasc e presenciamos o resultado”, diz Claudinei.
Por não ter sido convidado no acontecimento diretamente pela Setasc, o deputado quis saber o motivo de não ter recebido um convite do governo estadual e, sim, pelo padre. De acordo com Rosamaria, é mantido um contato direto com as Secretarias Municipais de Assistência Social que apontam as entidades filantrópicas que necessitam de atenção. “Os deputados podem indicar, eles são os olhos do Estado, pois recebem pessoas que clamam cestas básicas devido à fome e indicam a entidade que passa por dificuldade. O que não fazemos é mandar cestas aos parlamentares entregarem. Os nossos braços são as Secretarias de Assistência Social. Temos mais de três mil solicitações de pessoas na Secretaria, todos os dias, sendo que os cadastros constam os nomes, telefones e CPF (Cadastro de Pessoa Física) ”, esclarece a secretária.

Na reunião, a secretária respondeu aos questionamentos dos parlamentares presentes- Foto: Assessoria
Programa
No encontro, Carvalho também ressalvou sobre o Programa Ser Família Emergencial que é um auxílio que beneficia cerca de 132 mil famílias de extrema pobreza que passam por dificuldades devido à crise sanitária, sendo que recebem o valor de R$ 150 por cinco meses. “Temos olhado sempre o Cadastro Único da Assistência Social que é um parâmetro legal. É o único cadastro que existe no Brasil que norteia as nossas ações e que dizem quem são as pessoas que mais precisam. Então, eu vejo com bons olhos”, explica.
Campanha – A distribuição de cestas básicas é uma iniciativa liderada pela primeira-dama do governo estadual, Virgínia Mendes, por meio da Campanha “Vem Ser Mais Solidário MT” que foi lançado em março de 2020. Cada cesta possui arroz, feijão, óleo, macarrão, café, açúcar, sal, sardinha, farinha de trigo, extrato de tomate, entre outros mantimentos. Também, são inseridos itens de higiene pessoal e de limpeza para atender toda a população carente afetada pela crise sanitária.
No ano passado foram distribuídos o total de 330 mil mantimentos em todo o Estado. Atualmente, está em processo licitatório pelo governo estadual a compra de mais de 500 mil cestas para atender todas as famílias carentes de Mato Grosso.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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