Política MT
Claudinei solicita melhorias na via de acesso entre a Curva da Santinha e Cachoeira do Porto
O acesso fica entre os municípios de Poxoréu e Juscimeira e a reivindicação é para uma parceria com a gestão estadual para melhorias na infraestrutura

Via que dá acesso à Cachoeira do Porto não tem manutenção há muitos anos- Foto: Assessoria
Com as dificuldades enfrentadas por moradores e turistas no acesso entre a Curva da Santinha no município de Poxoréu e a Cachoeira do Porto, em Juscimeira, o vice-presidente da Comissão de Infraestrutura Urbana e de Transportes da Assembleia Legislativa e deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) apresentou indicação de n.° 4.420/2021 para a Secretaria de Estado de Infraestrutura de Mato Grosso (Sinfra) e ao prefeito de Juscimeira, Moisés Santos (DEM), para as devidas providências.
A reivindicação aponta a necessidade da parceria entre a gestão estadual e municipal para o patrolamento e cascalhamento do trecho que não tem manutenção há muitos anos. De acordo com o policial militar aposentado e proprietário da Cachoeira do Porto, José de Souza Porto, desde que adquiriu a propriedade, há cerca de nove anos, não viu uma iniciativa das gestões públicas em melhorias na infraestrutura.
“Realmente, é preocupante. Há anos, essa via não conta com uma manutenção por parte das gestões públicas. Esperamos que com essa nossa reivindicação que aponta as dificuldades enfrentadas por moradores da região, possamos solucionar e, assim, garantir a seguridade aos motoristas, moradores e turistas do local”, declara Claudinei.

Moradores da região da Curva da Santinha também pedem atenção para melhorias na estrada- Foto: Assessoria
Cachoeira do Porto
Porto conta que o imóvel possui quatro cachoeiras e que todos os dias recebe mais de 200 pessoas no local. “É uma região praticamente turística, temos quatro cachoeiras, o pessoal vai lá, lá tenho uma conveniência. A maior dificuldade é o areião e os carros atolam. Chega a ser 100 carros atolados em um final de semana e temos que ajudar. Quando chove abrem as valetas e não passa nenhum carro e sai do nosso bolso para arrumar. Inclusive, eu gastei quase R$ 6 mil para arrumar”, comenta.
Ele acrescenta que chegou a adaptar uma camionete para molhar a estrada e facilitar o acesso ao público. “Coloquei na camionete um tambor com mil litros para molhar a estrada para a passagem dos veículos. Praticamente todos os dias tem gente para desfrutar o local. Tem pessoal que vem de Poxoréu, Juscimeira, Primavera do Leste, Rondonópolis e, até mesmo, da Chapada dos Guimarães”, explica.
Curva da Santinha
Já o morador Júnior Mota do rancho Família Mota, na região da Curva da Santinha, alerta que a manutenção da estrada deve ser feita também na direção do rancho do Paredão que fica em direção oposta da Cachoeira do Porto. “Lá devido às chuvas, faz bastante erosões, tem pessoas que tem que fazer hemodiálise, três vezes por semana, de Poxoréu para Primavera do Leste. A van que vai buscar tem dificuldades para entrar lá, devido aos buracos. Faz muito tempo que não fazem manutenção na estrada”, salienta.
Região – A região da Curva da Santinha e a Cachoeira do Porto é uma região turística com aproximadamente três mil chácaras, sendo que há cerca de 400 famílias que residem próximo à Cachoeira do Porto.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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