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Claudinei espera que os novos concursos solucionem o déficit de servidores na segurança pública

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O parlamentar encaminhou requerimento à Sesp para obter mais informações sobre os concursos públicos anunciados pelo governador de Mato Grosso

Deputado preocupa dos novos concursos não suprirem o défict de pessoal nas instituições de segurança pública- Foto: Assessoria

Com o anúncio do governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM), sobre a realização de concursos públicos para suprir a falta de efetivo nas instituições de segurança pública, fez com que o deputado estadual Delegado Claudinei (PSL), em sessão plenária na Assembleia Legislativa, nessa quarta-feira (11), apresentasse o requerimento de n.º 403/2021 à Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) para obter mais informações sobre como será o trâmite dos novos editais que atenderão as demandas da categoria.

De acordo com Mendes, os concursos estão previstos a serem divulgados, neste semestre do ano, para a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), Polícia Judiciária Civil (PJC), Polícia Militar (PM) e Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBM). “Essa é uma boa notícia que tivemos há uma semana com a abertura de novos concursos públicos. Isso é uma luta antiga da Comissão de Segurança Pública da Assembleia e, não posso deixar de destacar, a minha luta individual, desde 2019. Afinal, há um grande déficit de servidores nas instituições de segurança pública. Isso é preocupante!”, explica Claudinei.

Déficit

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Em 2020, Claudinei foi presidente da Comissão de Segurança Pública e Comunitária da Assembleia Legislativa, em que visitou 13 polos regionais da Região Integrada de Segurança Pública de Mato Grosso (Risp) e identificou a falta de pessoal nas instituições. “Tanto que quando finalizamos as visitas aos polos regionais do interior, em fevereiro desse ano, entregamos nas mãos do governador Mauro Mendes, todo o diagnóstico que realizamos nas instituições. Um dos nossos alertas foi o déficit de servidores, principalmente nas Polícias Militar e Civil devido há anos não terem concursos públicos”, frisa o parlamentar.

Ele explica que já obteve informações oficiais da PJC, PM, CBM, Detran e Politec sobre a falta de efetivo e as estimativas de aposentadorias nos próximos anos. “Já que o governador gosta de aplausos, vou aplaudi-lo. Até que enfim! Mas temos que fazer esse requerimento, pois o senhor não falou quando vai sair esse edital, como vai ser, se vai ser cadastro de reserva, quantas vagas vão ser disponibilizadas”, questiona o parlamentar ao explanar durante a sessão plenária.

Nomeação

Claudinei destacou a situação dos aprovados nos concursos públicos dos Sistemas Socioeducativo e Penitenciário, Politec e delegados de polícia da PJC. “Como fica a situação dos aprovados que aguardam há anos para ocuparem os cargos que foram classificados? Os concursos estão vencendo e os prazos vão ser renovados? Vai nomear esse pessoal ou não vai? O que a gente não quer governador, é essa enganação, essa embromação, de cadastro de reserva. Não queremos que, nesses próximos concursos públicos, aconteça isso, com os futuros aprovados. Precisamos fortalecer a segurança pública!”, esclarece.

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Requerimento – No documento apresentado, o parlamentar indaga as principais áreas a serem atendidas nas instituições, o quantitativo de vagas previstas com os respectivos cargos e polos a serem atendidos, o cronograma previsto do concurso desde a data da publicação do edital e as devidas nomeações, se haverá cadastro de reserva e informações sobre a situação dos concursos já realizados para a devida nomeação.

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Evento esportivo bancado com recursos públicos tem participação de candidata questionada pelo TRE-MT

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Liminar determina que candidata não participe de cerimônias oficiais como oradora, homenageada ou responsável por premiações; competição está mantida

O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) determinou que a candidata a deputada estadual Alessandra Ferreira Cróco de Souza seja impedida de exercer qualquer protagonismo institucional nas próximas etapas da Copa Integração 2026, realizada em Rondonópolis.

A decisão foi assinada nesta segunda-feira (7) pelo juiz auxiliar da propaganda eleitoral, Flávio Fraga e Silva, em representação apresentada pelo candidato a deputado estadual José Carlos Junqueira de Araújo. Também são representados no processo o prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira de Souza, e o secretário municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Carlos Alberto Pereira Júnior.

Segundo a representação, o município firmou Termo de Fomento com o Instituto Amor e Vida (IAV), no valor de R$ 1,048 milhão, para a realização da Copa Integração. O evento é classificado pela própria administração municipal como de caráter social, voltado à inclusão, integração comunitária e fortalecimento da cidadania.

O questionamento surgiu após a cerimônia de abertura, realizada em 29 de agosto, quando Alessandra, que não ocupava função institucional no município, subiu ao palco oficial, recebeu o microfone e discursou diante dos participantes. De acordo com a decisão, o episódio foi registrado e divulgado tanto pelo perfil do Instituto Amor e Vida quanto pelo perfil pessoal do prefeito, marido da candidata.

Juiz vê indícios de uso promocional

Na análise preliminar, o magistrado entendeu haver probabilidade do direito alegado e risco de repetição da conduta. A decisão aponta que a legislação eleitoral proíbe agente público de fazer ou permitir uso promocional, em favor de candidato, de distribuição gratuita de bens e serviços de caráter social custeados ou subvencionados pelo poder público.

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Para o juiz, os elementos apresentados indicam três pontos: o caráter social da Copa Integração, o financiamento público de R$ 1.048.160,00 e indícios de uso promocional da participação de Alessandra no evento. A decisão ressalta, porém, que a responsabilidade individual de cada representado ainda será analisada após a apresentação das defesas e a instrução do processo.

Competição não foi suspensa

A liminar não determinou a paralisação da Copa Integração. O TRE-MT decidiu preservar a continuidade da competição, mas neutralizar eventual utilização promocional do projeto em benefício da candidata.

Com isso, Alessandra não poderá, nas próximas cerimônias, atuar como oradora, homenageada, entregadora de premiações ou exercer qualquer outra forma de protagonismo institucional. Também fica proibida a concessão de palco, microfone ou espaço oficial que possa associar sua candidatura ao projeto.

O município, o Instituto Amor e Vida e os canais de comunicação vinculados ao projeto também foram proibidos de produzir ou impulsionar novas publicações que destaquem a candidata ou reproduzam sua participação de forma promocional. As publicações já existentes foram preservadas para fins de prova e não deverão ser removidas.

Prefeitura terá cinco dias para apresentar documentos

O juiz determinou ainda que a Prefeitura de Rondonópolis e o Instituto Amor e Vida apresentem, no prazo de cinco dias, a documentação integral relacionada ao Termo de Fomento, incluindo plano de trabalho, justificativa de inexigibilidade, cronograma de desembolso, prestação de contas e comprovantes de execução.

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Também deverá ser comprovada eventual existência de programa idêntico ou equivalente em exercício anterior, com autorização legal e execução orçamentária, questão relacionada à exceção prevista no artigo 73, §10, da Lei Eleitoral.

O processo segue agora para apresentação das defesas e manifestação da Procuradoria Regional Eleitoral. A decisão foi proferida em caráter de urgência devido à proximidade das próximas etapas da competição.

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Teté Bezerra: a primeira mulher eleita deputada estadual por Rondonópolis

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Pioneira na política de Rondonópolis, Teté Bezerra fez história ao conquistar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso

Foto- Assessoria

A trajetória política de Teté Bezerra é marcada pelo pioneirismo. Ela entrou para a história de Rondonópolis como a primeira mulher do município eleita para o cargo de deputada estadual, ampliando a presença feminina na política mato-grossense.

Em 2010, Teté foi eleita deputada estadual pelo PMDB, com 22.964 votos, garantindo uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso para a legislatura de 2011 a 2015.

Antes de chegar à Assembleia, Teté já havia construído uma trajetória no cenário político estadual e nacional. Ela foi eleita deputada federal em 1994 e reeleita em 1998, tornando-se uma das principais representantes femininas de Mato Grosso no Congresso Nacional.

A eleição para deputada estadual consolidou sua presença política e reforçou a participação de mulheres de Rondonópolis na disputa por espaços de representação no Estado.

O feito permanece como um marco na história política do município, especialmente em um cenário no qual a participação feminina nas disputas eleitorais ainda enfrentava grandes desafios.

Teté Bezerra entrou para a história de Rondonópolis não apenas pelos mandatos que exerceu, mas também por abrir caminho para outras mulheres na política local.

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E agora, Rezende? Chapa com apenas 10 candidatos coloca reeleição em jogo no União Brasil

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Foto- Assessoria

A disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso promete ser dura dentro do União Brasil. Com uma chapa enxuta, formada por apenas 10 candidatos, o partido aposta na concentração de votos para tentar eleger dois ou até três deputados estaduais nas eleições de 2026.

Entre os nomes que encaram a disputa está o deputado Sebastião Rezende, que busca a reeleição pelo União Brasil. A candidatura foi homologada durante a convenção estadual da legenda.

O próprio deputado Júlio Campos reconheceu o grau de dificuldade da composição. Segundo ele, apesar de a chapa ter apenas 10 candidatos, existe a expectativa de conquistar duas ou três cadeiras na Assembleia.

Além de Rezende e Júlio Campos, o União Brasil colocou na disputa nomes como Dilmar Dal Bosco, Michelly Alencar, Wender Roman, Eliane da Silva Ferreira, Cenira Evangelista, Antônio Carlos da Silva Barros e Ana Paula Leiria. A lista sofreu alteração na reta final, com Ana Paula substituindo Lédio Procópio de Souza.

A estratégia de uma chapa menor pode favorecer os candidatos com maior estrutura eleitoral e maior capacidade de concentração de votos. Por outro lado, aumenta a pressão sobre os nomes que já exercem mandato e precisam justificar nas urnas sua permanência no Legislativo.

E agora, Rezende? Com menos candidatos para dividir os votos, a disputa interna pode ser ainda mais intensa. A pergunta que fica é se o deputado conseguirá manter sua força eleitoral e garantir mais um mandato na Assembleia.

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A chapa do União Brasil está definida. Agora, a resposta será dada pelo eleitor.

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