Política MT
Comissão de segurança vai acompanhar operação que prendeu policiais militares
A comissão de segurança pública da Assembleia Legislativa presidida pelo deputado estadual, Elizeu Nascimento (PL) apresentou nesta quinta-feira (31), um requerimento para acompanhar in loco, a situação dos policiais militares detidos na operação Simulacrum.
Elizeu que é policial militar da reserva serviu no Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), por 14 anos e disse na tribuna que algumas vezes foi obrigado a enfrentar criminosos fortemente armados no combate à criminalidade.
“Muitas das vezes somos obrigados a usar a força letal para revidar as injustas agressões que sofremos de criminosos fortemente armados. Criminosos que não pensam duas vezes antes de tirar a vida de um pai de família. O policial em uma situação difícil tem questão de milésimo de segundo para tomar uma decisão que pode custar até a sua vida. Uma demora na reação, pode fazer com que o policial perca a vida em serviço, como já aconteceu algumas vezes”, declarou Elizeu.
No requerimento, Elizeu pede que aconteça uma visita técnica de inspeção e constatação pelos membros da comissão, na Delegacia Especializada de Homicídios Proteção à Pessoa (DHPP), Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), Força Tática, Rotam e demais batalhões com a finalidade de averiguação e acompanhamento dos policiais militares investigados.
Além de Elizeu, assinaram o documento os deputados João Batista, Doutor João e Ulysses Moraes que irão acompanhar as visitas que devem começar já nesta sexta-feira (1°).
Com a inspeção e acompanhamento, os deputados buscam transparência no decorrer da operação.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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