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Política MT

Sessão especial homenageia imigrantes japoneses que ajudaram a colonizar Mato Grosso

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Foto: Marcos Lopes

Uma sessão especial nesta quinta-feira (30), às 19h, homenageia a colônia japonesa em Mato Grosso, que muito contribuiu para o desenvolvimento do estado desde a década de 1950. A sessão plenária especial requerida pelo deputado Carlos Avallone (PSDB) pretende homenagear e outorgar a honraria “Comenda Senador Filinto Müller ao patriarca e pioneiro Tadashi Okamura, bem como destacar o Dia da Imigração Japonesa que foi comemorado no dia 18 de junho.

Tadashi Okamura, filho de Shunsiro Okamura e Toki Okamura, nasceu em 19 de fevereiro de 1914, na Província de Ibaraki no Japão. No dia 26 de novembro de 1927, com apenas 13 anos, saiu do Porto de Kobe, no navio Santos Maru, acompanhado da família de uma de suas irmãs. Chegando ao Porto de Santos-SP, no dia 13 de janeiro de 1928, foram encaminhados para o interior de São Paulo e depois para o Paraná.

No Paraná, Tadashi conheceu Kaneyo (Dona Rosa), o amor de sua vida, também imigrante nascida em Fukushima Ken, Japão. Casaram-se em 1936, estabelecendo-se como agricultores em Roseira e Jataizinho, na região de Londrina, Paraná.

Tadashi começou a atuar como topógrafo e ali nasceram seus oito filhos: Massairo, os gêmeos Nório e Tetsuo, Jorge, Julieta, Marina, Jaime Yasuo e Eunice Leiko, que estudaram, trabalharam e constituíram a segunda geração da família em Mato Grosso.

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Por suas qualidades como topógrafo no Paraná, em 1950 Tadashi foi convidado por Yosihua Matsubara, filho de Yassutaro Matsubara, para fazer a demarcação da Gleba Rio Ferro. Enfrentou inúmeras dificuldades. O clima quente, morar em acampamentos, dormir em rede, alimentação precária, falta de estradas e pontes, enfrentamento com animais selvagens e doenças, principalmente a malária.

Em 1954, decidiu trazer toda a família do Paraná para Mato Grosso numa viagem que durou três meses. Instalou a família em Cuiabá e matriculou os filhos nas escolas tradicionais, vindo visitá-los periodicamente.

De volta a Cuiabá, na década de 60, Tadashi adquiriu o Hotel Paraná, na Rua 13 de Junho e depois implantou em Cuiabá a primeira fábrica de artefatos de concreto.

Em 1966, com a criação da Companhia de Habitação Popular de Mato Grosso, a COHAB, Tadashi foi convidado a compor a equipe como topógrafo, realizando todas as demarcações dos conjuntos habitacionais. Atuou por 12 anos e era reconhecido pelos colegas de trabalho como excelente profissional.

A pesquisadora da UFMT Aldina Cássia Fernandes da Silva, resgatou em sua tese de mestrado a epopéia dos primeiros imigrantes japoneses em Mato Grosso, que gerou um livro a ser publicado pela Editora Entrelinhas a partir de uma emenda do deputado Carlos Avallone.

Desde que chegou a Mato Grosso, Tadashi contribuiu muito com o bem estar das famílias japonesas, dando todo apoio aos que aqui chegavam. Muitas vezes hospedava famílias em sua própria casa, que era uma espécie de consulado japonês na Capital.

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Foi um dos fundadores da Associação Cultural Nipo-brasileira de Cuiabá e Várzea Grande, que tinha como objetivo prestar assistência aos migrantes que chegavam a Mato Grosso. Presidiu a associação por catorze anos, incentivando a manutenção dos costumes e tradições da terra natal, como a língua japonesa, os eventos culturais, festivais de música, dança e esportes. Seus filhos Massairo e Jaime também foram presidentes da Associação mantendo a tradição da família por muito tempo.

Tadashi Okamura faleceu em 10 de abril de 1993 e Kaneyo Okamura faleceu em 24/04/1995, em Cuiabá/MT.

Em 5 de junho de 2007 a Câmara Municipal de Cuiabá, por iniciativa do vereador Clóvis Hugueney Neto, concedeu Moção de Aplauso à Família Okamura pela relevante contribuição a Cuiabá e ao estado de Mato Grosso.  

Fonte: ALMT

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Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

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Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

Veja Vídeo:

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Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis

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Foto Reprodução ChatGPT

Durante o ato de assinatura do convênio entre o Governo de Mato Grosso e a Santa Casa de Rondonópolis, que prevê um aporte financeiro de quase R$ 300 milhões para a unidade hospitalar, o prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, destacou o trabalho do deputado estadual Ondanir Bortolini (Nininho) na articulação de recursos para o município.

Durante o evento, o prefeito rasgou elogios ao parlamentar, chamando Nininho de “deputado pé de boi”, em referência ao empenho e dedicação do deputado em buscar investimentos para a cidade.

Após a manifestação do prefeito, Nininho agradeceu o reconhecimento e reforçou o compromisso de continuar atuando em parceria com o município.

“Obrigado pelas palavras, prefeito Cláudio Ferreira! Essa parceria por Rondonópolis é o que me motiva a buscar sempre mais recursos para a nossa cidade, como esse importante aporte de R$ 22,3 milhões mensais para a Santa Casa. Vamos continuar unindo forças entre o município e a Assembleia Legislativa. Assim, conseguimos avançar de verdade e garantir que as melhorias continuem chegando à nossa população. Contem sempre com o meu empenho e trabalho”, declarou o deputado.

O convênio firmado pelo Governo do Estado representa um dos maiores investimentos recentes destinados à saúde pública regional e busca garantir o fortalecimento financeiro e operacional da Santa Casa, referência no atendimento hospitalar para Rondonópolis e diversos municípios da região sul de Mato Grosso.

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“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

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Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.

O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado.  O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.

O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.

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