Mato Grosso
Polícia Civil prende líder de quadrilha de roubo a cargas na região de Sinop
Policiais civis da Delegacia de Roubos e Furtos de Sinop prenderam, na manhã deste sábado (22.10), um homem investigado como líder de uma quadrilha de roubo de cargas na região.
C.L.M, de 33 anos,foi localizado pela equipe da Derf de Sinop no bairro Boa Esperança.
Além do cumprimento do mandado de prisão preventiva, o investigado estava em companhia de outro comparsa, em um veículo Fiat Strada, que foi furtado na cidade de Diamantino. Ambos foram conduzidos a delegacia e o veículo será devolvido à vítima.
A prisão do criminoso faz parte dos desdobramentos da Operação Nove Eixos, realizada pela delegacia especializada para apurar roubos de cargas em Sinop e nas cidades vizinhas.
Desde a operação, a Polícia Civil prendeu nove pessoas envolvidas com os roubos. O delegado Victor Hugo Caetano destaca que desde a deflagração da operação, no mês de julho, não foi registrado roubo de carga em Sinop.

Operação Nove Eixos
Deflagrada no dia 09 de julho deste ano, a operação da Derf de Sinop cumpriu 11 ordens judiciais de prisão e de busca e apreensão contra integrantes de uma quadrilha envolvida com roubos de cargas.
O bando criminoso é investigado em, pelo menos, quatro roubos de cargas, ocorridos entre março e junho. Entre os roubos apurados está o cometido em 18 de março, quando o motorista da carreta foi rendido pelos assaltantes e um vídeo, de uma câmera em uma empresa, mostrou o carreteiro pulando do caminhão, em movimento, para escapar dos criminosos.
Poucos dias depois, dois homens envolvidos foram identificados, sendo que um deles teve o mandado de prisão preventiva cumprido em Lucas do Rio Verde. O segundo suspeito identificado que também estava com o mandado de prisão preventiva decretado pela Justiça foi preso na operação.
Após os roubos, as cargas eram vendidas a receptadores e a estimativa é que a quadrilha tenha movimentado, ao menos, R$ 500 mil.
Fonte: GOV MT
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Por Bruna Pinheiro / Formad
Mato Grosso
Laudo afasta crime, mas incêndio em prédio da Prefeitura de VG segue cercado de perguntas

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.
Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.
No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.
“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.
Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.
No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.
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