Mato Grosso
Gincana do conhecimento movimenta 1º Grau do PJMT
A Primeira Gincana do Conhecimento movimentou servidores do Primeiro Grau do Judiciário de Mato Grosso. O Game Jud foi composto por 45 perguntas com três alternativas, sendo apenas um a correta. O jogo foi eletrônico. Os participantes acessaram o link, se inscreveram e puderam medir o conhecimento sobre questões elaboradas via Plantão Tira –Dúvidas, Sistema Omni, Metas, entre outros temas ligados ao Judiciário. A Gincana foi promovida pelo Departamento de Aprimoramento da Primeira Instância (Dapi), ligado à Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ/TJMT).
“É nosso serviço aqui na CPE. Trabalhamos em várias áreas. Não esperava ganhar, a premiação foi maravilhosa”, disse a primeira colocada, Kamila. “Tem algumas perguntas que são do nosso dia a dia e participamos de todos os plantões Tira-Dúvidas. Então gostamos muito dessa parte. Agora é gastar o prêmio. Quem não ganhou, que não desista”, falou Larissa, segunda colocada. “Estudei a história do Poder Judiciário e isso me ajudou muito. Já estou animado para o próximo Game Jud“, considerou Wilian, que liderou a disputa por um bom tempo.
“Confesso que estou bastante emocionada por este momento. Pensamos muito em como fazer para criar algo que pudesse ser bom para todos, que fosse atrativo. Pretendemos expandir essa forma e interagir mais com a 1ª Instância. Hoje é uma homenagem a estes servidores. Eu tenho honra em participar e de ser servidora pública. Por isso eu participo de todas as atividades que fazem os servidores crescerem. A função da Gincana do Conhecimento é estimular a pesquisa e o consumo dos conteúdos que são disponibilizados no site da Corregedoria. Queremos propor a padronização de rotinas para fazermos mais com menos, queremos buscar parceiros dentro de nossa instituição para disseminar este conhecimento aos nossos colegas. Preciso fazer um agradecimento ao nosso corregedor, desembargador José Zuquim Nogueira. Ele ainda está na sessão do Pleno, mas sempre que o buscamos com propostas para aprendizagem e crescimento ele nos apoiou. O mesmo digo dos juízes Cajango e João Thiago e ao Flávio, nosso coordenador. Gratidão ao Leandro que desenvolveu o jogo, à Mylena, à Deise, e à Rose, que conduziram este projeto. Vocês foram gigantes. Claro, a Amam com o patrocínio, à Escola dos Servidores e à Gráfica. Nosso agradecimento“, disse a diretora do Dapi, Renata Bueno, que encerrou deixando a seguinte mensagem: servir implica em vontade de realizar, compromisso e responsabilidade. Servir dignifica e nos faz orgulhosos do que ajudamos a construir com a força de nossa dedicação e com a força de nosso trabalho. Fonte: Tribunal de Justiça de MT
Mato Grosso
Manejo do caruru em função das biotecnologias de soja será um dos destaques do 26º Encontro Técnico de Soja
Mato Grosso
Sindicatos de MT convocam servidores para Grande Ato no Dia 25 de Maio

Foto- Assessoria
O Movimento Sindical Unificado realiza um Grande Ato no dia 25 de maio às 14h com servidores estaduais e representantes de entidades sociais com o intuito de chamar atenção do governo para o acúmulo de insatisfações que atingem milhares de trabalhadores do serviço público estadual, especialmente diante da falta de respostas concretas para reivindicações históricas.
“Hoje mais de 250 mil famílias são impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA), além da crise envolvendo empréstimos consignados, das cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e da ausência de uma mesa permanente de negociação com o Executivo estadual”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
Mato Grosso
Réus são condenados a 33 anos pelo Tribunal do Júri em Paranatinga

O Tribunal do Júri da comarca de Paranatinga (339 km de Cuiabá) condenou dois réus pelo crime de homicídio qualificado durante sessão realizada na segunda-feira (04). Somadas, as penas impostas aos acusados totalizam 33 anos de reclusão, a serem cumpridas inicialmente em regime fechado.
O julgamento contou com a atuação dos promotores de Justiça Fabison Miranda Cardoso e Eduardo Antônio Ferreira Zaque, integrantes do Grupo de Atuação Especial no Tribunal do Júri (GAEJúri), que sustentaram a tese acusatória com base nas provas reunidas ao longo da investigação e instrução processual.
De acordo com a denúncia do MPMT, o crime ocorreu em abril de 2017 e teve como vítima o jovem Willias Santos de Andrade, de 19 anos. Conforme apurado, o homicídio foi praticado por motivo fútil, mediante meio cruel e com recurso que dificultou a defesa da vítima.
Durante o julgamento, o Conselho de Sentença reconheceu, por maioria, a materialidade e a autoria delitivas, bem como as qualificadoras apresentadas pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).
“Durante o julgamento, demonstramos que o crime foi premeditado e executado em circunstâncias que dificultaram qualquer possibilidade de defesa da vítima. O veredito dos jurados reconheceu essa realidade”, destacou o promotor de Justiça Fabison Miranda Cardoso.
Com base na decisão dos jurados, o juízo da Comarca proferiu sentença condenatória, fixando a pena de 16 anos e 6 meses de reclusão, em regime inicial fechado, para cada um dos réus, Misael Antonio da Silva e David Emanoel de Almeida Mendes.
“As qualificadoras reconhecidas pelo Conselho de Sentença não apenas definiram o tipo penal, mas também influenciaram diretamente a resposta penal, evidenciando a maior gravidade concreta do fato”, ressaltou o promotor de Justiça Eduardo Antônio Ferreira Zaque.
A investigação apontou que o crime teria sido motivado por um contexto de vingança, após a vítima ter dado apoio a terceiro envolvido em um roubo, tornando-se alvo dos acusados. A execução ocorreu em local ermo, com múltiplos golpes de arma branca, evidenciando a extrema violência empregada.
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