A equipe do Procon flagrou nesta sexta-feira (08) um comércio de produtos naturais vendendo de castanhas a frutos do mar sem origem, tampouco data de validade dos produtos, nem ao menos o cupom fiscal com dados do comércio estava sendo disponibilizado para os consumidores. A empresa que fica no Centro foi recém-aberta e terá 20 dias para se organizar e apresentar defesa ao órgão fiscalizador.
No local, alguns itens eram vendidos em embalagens improvisadas acondicionados em sacos plásticos simples ou mesmo garrafas pet. Na embalagem, não havia nenhuma de etiqueta com informações básicas como: nome do produto, origem, empresa responsável pela embalagem, data de produção e prazo de validade.
A falta de informações pode ocasionar oferta de produtos vencidos e colocar em risco a saúde do consumidor. O alerta sobre a forma de acondicionamento e prazo de validade dos produtos precisa ser observado principalmente diante da oferta de produtos como frutos do mar, que precisam de transporte com refrigeração. No local, estavam sendo vendidos caranguejo, lagosta, peixes entre outros, além de carne de sol, queijos, embutidos, entre outros.
O coordenador executivo do Procon de Rondonópolis, Rubson Guimarães, alerta que antes de um negócio ser aberto, precisa haver todo um procedimento para a compra e revenda de produtos, mesmo que seja de produção in natura de produtos da região, que dirá de coisas vindas de outras regiões. “O empreendedor precisa estudar muito antes de abrir o seu negócio, tanto no que diz respeito a processos referente à venda como quanto da administração e da legislação em vigor, porque fornecer alimentos é trabalhar diretamente com a saúde do cliente. E isso é muito sério”.




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