Política MT
ALMT terá pauta extensa nesta semana
Foto: Fablício Rodrigues
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Secretaria de Comunicação Social
A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) terá uma semana movimentada e com pauta extensa de debates, votações e entrega de honrárias. No saguão principal do prédio da ALMT também será possível conferir uma mostra de artes plásticas que foi aberta na manhã de hoje (10)e prossegue até sexta-feira (14), das 8 às 17 horas. O público também é convidado a comparecer em três audiências públicas que ocorrem ao longo da semana e que discutirão temas importantes para a vida cultural, econômica e social da população mato-grossense, além de acompanhar as sessões plenárias.
Segunda-feira (10)
Nesta segunda-feira, além da mostra de artes plásticas, ocorrerá uma audiência pública às 14 horas pública para apresentação do funcionamento do terminal da salgadeira e projetos arquitetônico e geológico do futuro Complexo Turístico do Portão do Paraíso, conhecido hoje Portão do Inferno. O debate foi solicitado pelo deputado Wilson Santos (PSDB) e deve reunir o trade turístico, comerciantes e outros interessados.
Às 14h acontece audiência pública para apresentação do funcionamento do terminal da salgadeira e projetos arquitetônico e geológico do futuro Complexo Turístico do Portão do Paraíso, conhecido hoje Portão do Inferno;
Já às 19h será realizada Sessão Plenária Solene de entrega do Prêmio Padre José Tem Cate, em homenagem aos defensores da luta em Direitos Humanos em Mato Grosso. Nesta segunda-feira (10), se celebra o 70º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Serão premiadas três categorias: na categoria Personalidades, venceu Baltazar Ferreira de Melo; na categoria Instituições, o prêmio vai para a Sociedade Fé e Vida e na categoria Experiências, para o Projeto Ação Integrada. Os demais indicados receberão títulos de menção honrosa.
Terça-feira (11)
Ás 14h, na sala 201, tem reunião ordinária da Comissão de Constituição, Justiça e Redação;
Ás 17 horas, os deputados se reúnem em sessão no plenário das deliberações, deputado Renê Barbour.
Quarta-feira (12)
Ás 8h, no plenário das deliberações Renê Barbour tem sessão ordinária deliberativa;
No período da tarde, àS 14H, no auditório Milton Figueiredo, acontecerá audiência pública de esclarecimento dos balancetes financeiros referentes ao 2º quadrimestre de 2018.
Quinta-feira (13)
Às 8h, no plenário deputado Renê Barbour tem Sessão Plenária deliberativa;
Ás, 14h, acontece Audiência Pública para discutir o Projeto de Lei nº 310/18, que altera o dispositivo da lei nº 7.879, de 27 de dezembro de 2002, data da morte de Zumbi dos Palmares e Dia Nacional da Consciência Negra. A audiência vai debater a proposta de suspensão do feriado de 20 de novembro, Dia da Consciência Negra. A proposta feita pelas lideranças partidárias na Assembleia Legislativa divide opiniões entre militantes da luta negra, favoráveis a manutenção do feriado e o empresariado, contrário.
Às, 19 horas, no Plenário Renê Barbour, serão entregue títulos de cidadania mato-grossense para pessoas que contribuíram ou contribuem com o desenvolvimento de Mato Grosso.
Sexta-feira (14)
Às 19 horas, no Plenário das deliberações deputado Renê Barbour acontece Sessão Solene de homenagem ao deputado federal Ságuas Moraes (PT). A sessão foi requerida pelo deputado estadual Valdir Barranco (PT).
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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