Mato Grosso
Escola de Governo lança curso de Power BI para análise de dados e desenvolvimento de dashboards
O público-alvo são servidores estaduais que realizam os planejamentos na administração pública estadual de Mato Grosso. São ofertadas 20 vagas. As inscrições são apenas online e podem ser realizadas neste link.
Conforme o coordenador de Gestão Educacional da Escola de Governo, Adriano Sabino Gomes, o curso é resultado de um levantamento realizado sobre a necessidade de capacitação dos servidores para as demandas de trabalho das unidades.
As aulas serão realizadas nos dias 29, 30 e 31/01, na modalidade presencial, nos períodos matutino e vespertino, com local a ser informado no e-mail de confirmação de matrícula após inscrição. Os participantes precisam levar computador.
Com uma abordagem temática inédita, o curso faz parte da série de capacitação prevista no planejamento 2024 da Escola de Governo, que visa a qualificação profissional.
A certificação possui carga horária de 24 horas.
Power Business Intelligence
Lançado em 2015 pela Microsoft, o Power BI é uma tecnologia usada em estratégias de gestão e governança. Um software que desempenha funções semelhantes àquelas do Excel, porém com funcionalidades ampliadas.
A ferramenta potencializa a eficiência na organização de dados, tornando essas informações visualmente mais atrativas, intuitivas e interativas. Ao unir eficiência e estética, a tecnologia digital colabora para uma assimilação de cenários e ajuda nas tomadas de decisões.
Além disso, a abordagem do curso desafiará os participantes a autonomia frente às soluções analíticas digitais, perspectiva conhecida como Self-Service BI.
Fonte: Governo MT – MT
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Mato Grosso
MPMT investiga contratações temporárias na Educação
A 8ª Promotoria de Justiça Cível de Defesa da Educação de Cuiabá instaurou três inquéritos civis para apurar as condições de contratação de profissionais da educação nas redes estadual de Mato Grosso e municipais de Cuiabá e Acorizal. O objetivo é verificar a realização de concursos públicos ou processos seletivos, bem como a adesão à Prova Nacional Docente (PND), política criada pelo Ministério da Educação (MEC) em 2026 para aprimorar a seleção de professores da educação básica no país.
Conforme o promotor de Justiça Miguel Slhessarenko Junior, a iniciativa busca levantar informações para avaliar a possível dependência de contratações temporárias, a eventual ausência de concursos públicos regulares, a adesão à política nacional de seleção de docentes (PND) e a existência de planejamento estruturado para a valorização da carreira.
O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) determinou o envio de ofícios à Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), e às secretarias municipais de Educação de Cuiabá e de Acorizal, requisitando informações como a adesão à Prova Nacional Docente (PND), ou, em caso negativo, as justificativas e a previsão de adesão; a data de realização do último concurso público ou processo seletivo; e a existência de previsão para novas seleções, com a apresentação de cronograma.
As instituições também deverão encaminhar relação atualizada dos profissionais da educação, com detalhamento por função, local de lotação e tipo de vínculo (efetivo ou temporário). O MPMT requisitou ainda informações sobre o planejamento de políticas de valorização da categoria, incluindo estruturação de carreiras, recomposição do quadro efetivo e adoção de processos seletivos mais técnicos, transparentes e impessoais.
O promotor de Justiça Miguel Slhessarenko Junior considerou que que dados do Censo Escolar indicam que, nos últimos anos, tem havido aumento no número de professores temporários no país, em desacordo com a previsão constitucional e legal. Em algumas redes estaduais, mais de 70% do corpo docente possui vínculo precário.
Considerou também levantamento baseado em painel de Business Intelligence (BI) do MEC aponta que Cuiabá está classificada como Prioridade 3, com 5,5% de inadequação docente, 83% de profissionais concursados e último concurso realizado entre seis e oito anos. Já o município de Acorizal também figura na Prioridade 3, com 53,5% de inadequação docente, 64% de profissionais concursados e ausência de informações sobre o último concurso público na área da educação, bem como sobre a existência de Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) para a categoria.
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