Mato Grosso
Com Mauro e Virginia Mendes, secretário Alan Porto promove reunião e declara apoio a Gilberto Figueiredo
“Amigos do Alan Porto” teve como objetivo declarar apoio aos candidatos
O secretário de Estado de Educação (Seduc-MT), Alan Porto, realizou nesta quinta-feira (23) o evento regional conjunto, em Cuiabá, denominado “Amigos do Alan Porto”. O ato foi organizado com o objetivo de declarar apoio a candidaturas dessas eleições, dentre eles, o ex-secretário estadual de saúde, Gilberto Figueiredo (UB); e o governador Mauro Mendes, acompanhado da primeira-dama, Virginia Mendes.
No evento, Alan relembrou o histórico de atuações de Gilberto nas secretarias municipal de educação e estadual de saúde, pilares fundamentais para a transformação da sociedade, e apontou fragilidades encontradas nessas áreas, que foram sanadas nas gestões de Gilberto.
“Ele fez um excelente trabalho na secretaria municipal de educação. E todos esses eixos que a gente trabalha de modernizar infraestrutura, de trabalhar com tecnologia, de trabalhar no modelo pedagógico, foi o Gilberto que fez isso no município e atingiu grandes resultados”, pontua Alan.
“Então o Gilberto é um gestor experiente, foi vereador da capital, depois recebeu o convite do governador para assumir a pasta mais difícil desse Estado. Ele passou e passou bem por esse desafio, porque aplicar o recurso na forma que ele aplicou e na forma que ele geriu juntamente com o governador Mauro Mendes, isso é para poucos”, completa.

Gilberto Figueiredo agradeceu a iniciativa do secretário, elogiou a chapa apoiada e frisou a necessidade de eleger pessoas que farão o melhor pela população. “É uma felicidade muito grande poder participar dessa reunião, sobretudo por ter recebido em nosso comitê os colegas da Seduc, já que eu também sou um servidor de carreira da Secretaria. É uma honra fazer parte deste time, composto pelo governador Mauro, o senador Wellington Fagundes e pelo nosso candidato a federal Fabio Garcia. É preciso agradecer e parabenizar o meu amigo Alan e a todos que compareceram”, disse Gilberto.
O governador e candidato à reeleição Mauro Mendes (UB), enfatizou a importância da eleição de Gilberto para fortalecer as ações políticas conjuntas a serem executadas pelo governo junto a Assembleia Legislativa. “Eu gostaria muito, porque o estado como um todo vai ganhar com a eleição de Gilberto Figueiredo. Aceitou o maior desafio da vida dele, pois administrar a secretaria de saúde não é fácil, é uma máquina muito complexa, imagina no meio de uma pandemia que durou dois anos. O Gilberto, não tenho dúvida nenhuma, que na Assembleia vai ser o nosso braço do governo para ajudar em muitos momentos”, afirma Mauro.
A primeira-dama Virginia Mendes, enfatizou a capacidade de gestão de Gilberto e as ações junto ao Governador Mauro Mendes, desde o Sistema Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt); prefeitura, como secretário de educação e secretário estadual de saúde.

“Conheci o Gilberto na Fiemt, com sua esposa, e a gente e começou a construir uma amizade. Ele sempre trabalhou muito bem, tanto que quando o Mauro saiu da Federação e se propôs a ser candidato a prefeito, foi eleito ele trouxe o Gilberto com ele. Como secretário de educação do município também trabalhou muito, fez escolas maravilhosas, escolas do porte de particulares, as pessoas ligavam e cheguei a receber depoimentos de pessoas querendo colocar os filhos nessas escolas, porque pareciam particulares. Estou com Gilberto Figueiredo”.
Também participou do encontro promovido por Alan, o candidato a deputado federal pelo União Brasil, Fábio Garcia.
Fonte: Eleições 2022
Mato Grosso
Júri é remarcado depois que defesa abandona plenário em julgamento de filho de ex-deputado

A sessão de julgamento de Carlos Alberto Gomes Bezerra, acusado pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio qualificado de Willian Cesar Moreno, foi remarcada para o dia 31 de julho, às 9h, após a defesa abandonar o plenário nesta terça-feira (21). Mais uma vez, os advogados tentaram o adiamento do julgamento, o que foi indeferido pela juíza Monica Catarina Perri Siqueira, presidente da sessão, sob o argumento de que não havia justificativa plausível para a redesignação da data.
Segundo a magistrada, os advogados tiveram um prazo de 15 dias para analisar os documentos juntados aos autos. Ela ressaltou que a maior parte dessas informações já constava no processo e que a alegada falta de acesso a um despacho específico sobre prisão domiciliar não acarretaria prejuízo real, uma vez que a decisão sobre o tema também integra os autos.
“O advogado, quando assume a substituição no processo, o recebe no estágio em que ele se encontra. O processo não recua, ele tem que andar para a frente”, afirmou Monica Perri. Após anunciar a nova data do júri, a magistrada determinou que, caso não haja um advogado constituído apto para atuar na sessão, a Defensoria Pública deverá estar preparada para assumir a defesa na data prevista. Todos os presentes saíram intimados do plenário.
A acusação seria conduzida pelos promotores de Justiça Vinicius Gahyva Martins e Élide Manzini de Campos, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT). O réu era defendido pelos advogados Elson Marcelino da Silva Júnior, Larice Cristine, Melissa de Oliveira Machado e Gabriel Gouvea Neno Reiff.
Manobra – Ainda no plenário, o promotor de Justiça Vinicius Gahyva Martins sustentou que o acesso a processos externos é responsabilidade da defesa e que as questões relacionadas ao habeas corpus e à prisão domiciliar já foram resolvidas, não havendo justificativa para o adiamento do júri. Ele destacou o papel do Ministério Público como fiscal da lei, com a missão de assegurar direitos e preservar a imagem das vítimas perante a coletividade. Também se posicionou contra o abandono do plenário, ressaltando que a realização de um Tribunal do Júri exige o empenho e a presença de diversos envolvidos, inclusive pessoas que se deslocaram de outros estados, e que a “ritualística do tribunal” deve ser respeitada em busca da verdade.
Vinicius Gahyva disse ainda que o abandono do plenário é uma estratégia que acaba por arranhar a imagem do Tribunal do Júri. “Isso tem se tornado, de certo modo, frequente nos julgamentos do Tribunal do Júri, especialmente naqueles que afligem de forma intensa o interesse da coletividade, como é o caso concreto de um feminicídio e de um homicídio de dois jovens. São duas pessoas que, efetivamente, traduzem a necessidade de reafirmarmos o nosso papel social de não banalização da vida humana. Nós sabemos que o Tribunal do Júri envolve uma série de providências que devem ser adotadas para que o ato processual seja realizado, e lamentamos muito que esse tipo de estratégia esteja sendo adotada”, afirmou.
A promotora de Justiça Élide Manzini de Campos lembrou que o julgamento já deveria ter ocorrido no dia 7 de julho. Segundo ela, naquela ocasião, a defesa solicitou o adiamento para análise de provas, pedido que foi deferido pela magistrada responsável pelo caso, com a remarcação da sessão para 21 de julho. “É um absurdo uma medida protelatória após mais de três anos do fato, com a família aguardando o julgamento. A defesa admite alegações de nulidades que não existem e que já foram completamente afastadas. É uma estratégia utilizada para tentar postergar, prorrogar e até abrir outro incidente de sanidade, ou qualquer outra medida, para que esse julgamento não ocorra. Tudo isso já foi afastado, e não há motivo algum para que esse julgamento não aconteça”, afirmou.
Sobre o caso de feminicídio, a promotora destacou que a reação da sociedade demonstra uma rejeição cada vez mais firme a esse tipo de crime. Segundo ela, a população tem se posicionado de forma clara contra a violência de gênero e em defesa do enfrentamento aos feminicídios, cobrando respostas efetivas do sistema de Justiça para coibir esse tipo de violência.
Fotos: Josi Dias | TJMT
Mato Grosso
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