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Polícia Civil orienta o que fazer nos casos de Instagram hackeado e de falsos perfis

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A Polícia Civil de Mato Grosso alerta que criminosos sequestram/hackeam perfis da rede social Instagram (é dizer, nos casos em que a vítima perde o acesso) para postarem, nos stories, imagens de tabelas de investimentos (robô do PIX e outros), bem como fotos anunciando a venda de diversos móveis, eletrodomésticos e outros bens com o fim de obter ilicitamente valores de usuários de internet.
Veja as dicas a seguir para recuperar o seu perfil hackeado, bem como as orientações ao final para que o seu perfil jamais seja sequestrado.

01. Acesse o aplicativo do Instagram e coloque o nome de usuário (original ou o novo eventualmente alterado pelo invasor) ou e-mail vinculado e clique em “esqueceu sua senha?”. Antes, é importante desconectar todas as contas para evitar erros;

02. No campo “Encontre a sua conta”, coloque nome de usuário, e-mail ou celular. Lembre-se de inserir o DDI +55 antes do número da linha. Veja o exemplo: +55 65 98173-0570;

03. Na opção receber código ou link por e-mail, se seu e-mail foi invadido, marque a opção “Não tem mais acesso a essas opções”;

04. Ao aparecer a mensagem “Escolha como recuperar sua conta do Instagram”, não clique em “avançar”. Selecione a opção “tentar de outra forma”;

05. Na mensagem “Porque você não consegue acessar sua conta do Instagram”, marque a opção “minha conta foi invadida”;

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06. Na opção “Você tem mais de uma foto sua na sua conta?”, escolha a opção para fazer uma selfie de vídeo;
07. Em seguida, informe um e-mail para receber o código de confirmação.

ATENÇÃO: é importante criar e-mail GMAIL “novo” para a recuperação do perfil. Não utilize outros e-mails antigos (ainda que GMAIL), sob o risco de apresentar erros e gerar demora na recuperação do perfil invadido;

08. Insira o código de confirmação. E, em caso de erro, repita todo o procedimento a cada 02 (duas) horas;

09. Grave uma selfie de vídeo. Não use óculos, escolha um local iluminado com ambiente neutro;

10. Em até 02 (duas) horas, o usuário receberá uma mensagem com o procedimento finalizado. O link de recuperação da conta vai para o e-mail informado. Caso não haja reconhecimento na selfie, repita o procedimento a cada duas horas.

Outras Orientações Importantes

Caso se trate de perfil falso/conta impostora (ou seja, criminosos estão utilizando indevidamente fotografias e/ou dados de uma conta verdadeira) denuncie por meio do link a seguir: https://help.instagram.com/contact/636276399721841

Lembre-se de ativar a autenticação de dois fatores no seu perfil conforme o roteiro a seguir: No seu aplicativo do Instagram, toque no menu de 3(três) linhas > central de contas > senha e segurança > autenticação de dois fatores;

Por fim, restrinja a privacidade de seu perfil do Instagram da seguinte forma no aplicativo: abra o aplicativo do Instagram > toque no menu de 3 (três) linhas > clique em privacidade da conta > toque em conta privada (ativar).

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Acesse e siga o perfil de Instagram @policiacivil_mt para ver estas e outras orientações de modo ilustrado. Clique no link a seguir: www.instagram.com/policiacivil_mt

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil cumpre dois mandados de prisão contra médico investigado por violência doméstica em Barra do Garças

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A ação foi em decorrência de cumprimento de mandado de prisão pelos crimes de estupro, sequestro, cárcere privado, ameaça e lesão corporal no contexto de violência doméstica

A Polícia Civil cumpriu, nesta quarta-feira (20.5), dois mandados de prisão contra um médico, de 42 anos, investigado por violência doméstica e condenado por crimes praticados contra mulheres, em Barra do Garças. A ação foi realizada pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM) do município.

Um dos mandados refere-se à prisão preventiva decretada no âmbito de investigação por ameaça e violência doméstica, após denúncia registrada por uma mulher, de 21 anos, que relatou ter sofrido agressões físicas e ameaças durante uma discussão motivada por ciúmes. Conforme apurado, a vítima informou ainda que já havia sofrido outras agressões anteriormente.

O segundo mandado corresponde à prisão definitiva decorrente de condenação transitada em julgado, com pena de 12 anos e três meses de reclusão, pelos crimes de estupro, sequestro, cárcere privado e lesão corporal no contexto de violência doméstica, praticados contra outra ex-companheira. Os fatos foram investigados pela unidade especializada em procedimentos instaurados entre os anos de 2019 e 2022.

Após tomarem conhecimento das ordens judiciais, os policiais civis iniciaram diligências investigativas e localizaram o suspeito em sua residência, no bairro Santo Antônio, no momento em que saía do imóvel.

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O homem foi conduzido até a delegacia para as providências legais cabíveis e, posteriormente, colocado à disposição da Justiça.

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Polícia Civil localiza desaparecido e encerra buscas em Rondonópolis

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O caso vinha sendo investigado pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rondonópolis, após o veículo utilizado pela vítima de desaparecimento ter sido localizado, no município

A Polícia Civil localizou, nessa segunda-feira (18.05), um homem de 28 anos, que estava desaparecido desde o dia 15 de maio.

O caso vinha sendo investigado pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rondonópolis, após o veículo utilizado pela vítima de desaparecimento ter sido localizado no bairro Jardim Europa, no município, com uma suposta carta de despedida.

Desde o registro da ocorrência, diversas diligências investigativas foram realizadas de forma ininterrupta pela equipe da DHPP, incluindo levantamentos de informações, buscas e tentativas de contato, até que, na tarde desta segunda-feira, os policiais conseguiram estabelecer comunicação com o desaparecido.

Durante o contato, a vítima informou que estava bem e se encontrava em outra cidade.

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Justiça decreta perda de cargo de Policial Civil após ser condenado por execução de PM

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A Justiça acolheu os embargos de declaração apresentados pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), nesta segunda-feira (18), e reconheceu a perda do cargo público do policial civil Mario Wilson Vieira da Silva Gonçalves, condenado pelo Tribunal do Júri em Cuiabá.

Polícia Civil – MT

Os embargos foram opostos pelo promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins, titular da 1ª Promotoria de Justiça Criminal de Cuiabá e coordenador do Núcleo de Defesa da Vida da Capital, após a sentença proferida em plenário, na quinta-feira (14), não analisar expressamente os efeitos extrapenais da condenação, especialmente a possibilidade de perda do cargo público, prevista no artigo 92 do Código Penal.

Na manifestação, o Ministério Público apontou omissão na decisão, destacando que o próprio réu afirmou, durante interrogatório, que atuava na condição de policial civil no momento dos fatos, o que indicaria possível abuso de poder ou violação de dever funcional. A instituição também ressaltou que a pena aplicada foi superior a um ano, requisito legal para a eventual decretação da perda da função pública.

Ao analisar o pedido, o juiz da 1ª Vara Criminal de Cuiabá, Marcos Faleiros da Silva, reconheceu a existência da omissão e acolheu os embargos para complementar a sentença, sem alterar a condenação já fixada pelo Tribunal do Júri.

Na decisão, o magistrado consignou que a perda do cargo não é automática e depende de fundamentação específica, mas entendeu que, no caso concreto, estão presentes os requisitos legais para sua aplicação.

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Conforme a sentença, ficou demonstrado que o réu vinculou sua conduta ao exercício da função policial, inclusive ao justificar que portava arma de fogo em razão do cargo e que tomou a arma da vítima sob o argumento de averiguação.

O juiz também destacou que as provas produzidas em plenário, incluindo depoimentos e imagens, evidenciaram que o acusado estava armado, sob efeito de bebida alcoólica e inserido em uma situação de conflito, circunstâncias consideradas incompatíveis com os deveres do cargo público.

A decisão aponta ainda que houve grave violação dos deveres funcionais, uma vez que o exercício da atividade policial exige equilíbrio, prudência e observância rigorosa da legalidade, requisitos que foram desrespeitados no episódio.

Com o acolhimento dos embargos, a sentença foi complementada para declarar, como efeito da condenação, a perda do cargo público eventualmente exercido por Mario Wilson Vieira da Silva Gonçalves, mantendo-se os demais termos da decisão.

O policial civil Mario Wilson Vieira da Silva Gonçalves foi condenado pelo Tribunal do Júri pelo crime de homicídio culposo, pela morte do policial militar Thiago de Souza Ruiz. O caso ocorreu no dia 27 de abril de 2023, por volta das 3h30, em uma conveniência localizada na rua Estevão de Mendonça, no bairro Quilombo, em Cuiabá.

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