Política MT
Paulo José critica tentativa de manobrar opinião pública com pesquisa fake

Foto- Assessoria
O pré-candidato a prefeito Paulo José Correia (PSB) criticou a tentativa de manipular a opinião pública por meio de pesquisas eleitorais. Ele se referiu à pesquisa realizada pelo Instituto Tecnológico da Informação S/C e suspensa pela Justiça Eleitoral por conta de irregularidades.
Ele diz estar focado em trabalhar para consolidar Rondonópolis como um polo nacional de desenvolvimento e que não tem tido tempo para acompanhar a polêmica envolvendo a suspensão da pesquisa pela Justiça Eleitoral, mas criticou a tentativa de influenciar as pessoas com pesquisas irregulares.
“Tenho que trabalhar e temos muito o que fazer. Não temos tempo para ficar acompanhando pesquisas fakes. Mas pelo que vimos na decisão da Justiça tem gente apostando que possa manobrar a opinião pública investindo em pesquisa falsa”, afirmou Paulo José.
Pré-candidato do grupo do prefeito José Carlos do Pátio, ele conta que tem tido reuniões e encontros constantes com grandes fatias da população e que está muito animado com o resultado dessas ações. “Hoje sabemos que estamos em segundo lugar nas pesquisas, nos aproximando do primeiro. Mas enquanto adversários estão preocupados com pesquisas, vamos continuar trabalhando, consolidando cada vez mais Rondonópolis como polo de desenvolvimento”, disse.
A pesquisa em questão foi suspensa a partir de uma ação proposta pelo PSB, partido presidido localmente por Paulo José, que denunciou que a mesma estava irregular por conta de não ter apresentando o número de entrevistados por bairros, o que dificulta a fiscalização dos dados apresentados, abrindo margem à especulações sobre manipulações dos resultados.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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