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Mato Grosso

Museu de História Natural de MT oferece atividades inclusivas em programação de evento nacional

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O Museu de História Natural de Mato Grosso vai oferecer uma programação inclusiva e diversificada para a 18ª Primavera dos Museus, que será realizada de quarta-feira a domingo (25 a 29/09).

Com o tema “Museus, Acessibilidade e Inclusão”, a programação no equipamento cultural da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) contará com oficinas de Libras e de pintura inclusiva, experiências sensoriais, observação de aves, vivência rítmica, dentre outras atividades.

Além disso, as visitas ao Museu de História Natural de Mato Grosso serão gratuitas durante o período do evento, que é idealizado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e acontece em todo o país.

Confira a programação:

Visita mediada gratuita

De quarta a domingo (25 a 29/09), os visitantes poderão explorar gratuitamente a rica pré-história de Mato Grosso, que inclui fósseis de dinossauros e animais da megafauna, além de artefatos arqueológicos e etnográficos.

Para a visitação mediada, os horários são às 8h, 10h, 14h e às 16h. A visitação sem mediação pode ser feita das 8h às 18h.

Vivência com estudantes da rede pública

Na quarta (25.09), das 8h às 10h30 e das 13h30 às 16h30, o espaço recebe estudantes de escolas públicas de Cuiabá e Várzea Grande para a atividade “Vivência no Museu”.

Além da visita guiada, os estudantes participam de uma oficina de customização de camisetas, em que poderão expressar sua criatividade e levar para casa uma lembrança personalizada de sua experiência no Museu.

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Entre dinossauros e aves: uma experiência sensorial

Na quinta-feira (26), das 13h30 às 16h30, a agenda é dedicada à Associação Mato-grossense dos Cegos.

Nesse dia, o Museu proporcionará aos participantes a oportunidade de explorar texturas e formas de fósseis de dinossauros e aves.

Pintura Inclusiva

Na sexta-feira (27), das 9h às 11h, será a vez da turma da Escola Estadual Almira de Amorim Silva visitarem o Museu.

Os estudantes irão conhecer as coleções de paleontologia, arqueologia e etnologia, e ainda participar da oficina de pintura inclusiva, conduzida pela artista Tânia Pardo.

Atravessando a Ponte

Também na sexta (27), no período da tarde, das 13h30 às 16h30, o Museu recebe a turma do projeto “Atravessando a Ponte”, da Escola Estadual Governador Júlio Strubing Müller, de Várzea Grande.

Após a visita, os estudantes irão compartilhar os temas explorados com o restante da escola.

Oficina de Libras para Crianças

No sábado (28), das 9h às 11h, haverá a oficina que apresenta os sinais básicos da Linguagem Brasileira de Sinais (Libras) por meio de jogos. A atividade, que será realizada na área verde do Museu, visa promover um aprendizado lúdico e divertido às crianças.

As inscrições para participar da oficina serão abertas na quarta (25), às 17h, pelo link: https://linktr.ee/mhnmt

Passarinhada Infantil

No domingo (29), das 8h às 9h, será oferecido um passeio guiado para crianças ao redor do Museu, localizado às margens do rio Cuiabá.

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Durante o passeio, os participantes terão a oportunidade de ouvir o canto, admirar as cores vibrantes e apreciar a diversidade das aves.

As inscrições também serão abertas na quarta (25), às 17h, pelo mesmo link: https://linktr.ee/mhnmt

Lançamento de livro e vivência rítmica

Ainda no domingo (29), das 9h às 11h, o Museu acolhe o lançamento oficial do livro “Tempo Passarinho”, da artista Daniela Monteiro.

O evento contará com uma vivência rítmica, em que os participantes poderão interagir com elementos do livro de forma dinâmica e envolvente. Após a atividade, haverá sessão de autógrafos.

Para essa atividade é necessária inscrição prévia, que também deve ser feita a partir de quarta (25), às 17h, pelo link: https://linktr.ee/mhnmt

O Museu

O Museu de História Natural de Mato Grosso é um dos equipamentos culturais da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), e está sob gestão compartilhada desde 2006 pelo Instituto Ecossistemas e Populações Tradicionais (Instituto Ecoss).

Localizado na Avenida Manoel José de Arruda (Beira Rio), em Cuiabá, o espaço é aberto ao público de quarta a domingo, das 8h às 18h. Aos domingos e feriados a entrada é gratuita e nos demais dias custa R$ 12,00 (inteira) e R$ 6,00 (meia).

Serviço | 18ª Primavera dos Museus

Programação no Museu de História Natural
Mais informações: 65 99686-7701 ou Instagram @museuhistorianaturalmt

(Com informações da Assessoria do Museu)

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Via Brasil investe R$ 16 milhões para aumentar a segurança em trecho crítico da BR-163 no Mato Grosso

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Obras de correção de traçado na Serra do Cachimbo já começaram

Foto- Assessoria

A Via Brasil BR-163, concessionária responsável pela administração de 1.009 quilômetros da BR-163/230, iniciou importantes obras de correção de traçado em três pontos estratégicos da Serra do Cachimbo, no município de Guarantã do Norte (MT).

Com investimento de aproximadamente R$ 16 milhões, as intervenções têm como principal objetivo aumentar a segurança viária, reduzir o número de acidentes e proporcionar melhores condições de tráfego em um dos trechos mais críticos da BR-163 no estado.

As obras de correção de traçado consistem em intervenções voltadas à modernização da infraestrutura e a adequação das curvas da pista, o que garantirá melhor visibilidade aos motoristas e reduzirá o risco de tombamentos.

Trecho crítico com histórico de acidentes

A Serra do Cachimbo é reconhecida como um dos pontos mais sensíveis da BR-163, com histórico de ocorrências, principalmente tombamentos de caminhões. Diante desse cenário, a Via Brasil BR-163 vem intensificando ações de segurança viária no segmento.

Como medida inicial, já foram implantados medidores de velocidade nos pontos considerados mais críticos. Agora, a concessionária avança com a correção de três curvas estratégicas, promovendo uma rodovia mais segura e confiável para todos os usuários.

Locais das intervenções

As obras de correção de traçado estão previstas para três pontos da BR-163, todos localizados no município de Guarantã do Norte:

  • Primeira curva – Km 1102+447
  • Segunda curva – Km 1103+387
  • Terceira curva – Km 1109+334
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A entrega ocorrerá em três etapas: a primeira curva tem conclusão prevista para maio, a segunda para junho e a terceira para agosto.

Sinalização e segurança durante as obras

Com foco na proteção de vidas e na segurança operacional, a Via Brasil BR-163 implantou sinalização provisória nas frentes de serviço. Seguindo as diretrizes do DNIT, placas de obras foram estrategicamente posicionadas para orientar os condutores com clareza.

Para reforçar a redução de velocidade e aumentar a percepção de risco nos trechos em obras, também foram instaladas lombadas provisórias. As medidas garantem um ambiente mais seguro tanto para os usuários da rodovia quanto para os colaboradores que atuam nas intervenções.

Ao término das obras, toda a sinalização provisória será retirada, com a plena normalização do tráfego e a entrega de um traçado mais seguro e adequado às características do trecho.

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Mato Grosso

Falta de infraestrutura impede eletrificação total em MT, aponta presidente do Sindenergia

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Carlos Garcia aponta como alternativa um modelo híbrido, que combine energia elétrica com outras fontes, como biocombustíveis e biometano
 
A eletrificação total da economia ainda está longe de ser realidade em Mato Grosso. A limitação da infraestrutura elétrica e o alto custo de expansão impedem que o estado dependa apenas de energia elétrica, o que abre espaço para o uso combinado de diferentes fontes energéticas.

O tema será um dos principais pontos do Encontro da Indústria do Setor Elétrico 2026, que acontece nos dias 12 e 13 de maio, em Cuiabá, no UNISENAI, promovido pelo Sindenergia-MT.

Segundo o presidente do sindicato, Carlos Garcia, a transição energética no estado precisa considerar a realidade da infraestrutura disponível e o custo dos investimentos.

“Eu não consigo eletrificar o estado de uma vez só, porque não tem infraestrutura elétrica para isso. Precisaria de muito investimento e isso iria para a tarifa e a população pagaria ainda mais caro. Então não conseguimos fazer”, afirmou.

A avaliação é de que a saída passa por um modelo híbrido, que combine energia elétrica com outras fontes, como biocombustíveis e biometano, aproveitando o potencial regional de cada área do estado.

“Todas as fontes são importantes e complementares. Nenhuma delas é capaz de atender toda a demanda sozinha”, disse.

A proposta defendida pelo setor é que o estado avance em um planejamento energético regional, levando em conta as características de cada região. Em áreas com maior infraestrutura elétrica, a eletrificação pode avançar. Já em regiões com menor capacidade, alternativas como geração a partir de resíduos e biomassa ganham espaço.

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“Em locais onde não tem infraestrutura elétrica suficiente, a gente precisa trabalhar com o que tem ali. Se há potencial para biometano ou biomassa, é isso que deve ser explorado”, explicou.

O Encontro da Indústria do Setor Elétrico deve reunir representantes do setor produtivo, investidores e especialistas para discutir caminhos práticos para a transição energética em Mato Grosso, incluindo soluções que reduzam custos e evitem pressão sobre a tarifa de energia.

Além do debate técnico, o evento também busca aproximar empresas e soluções, com foco em geração de negócios e aplicação prática das tecnologias discutidas.

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Mato Grosso

Fachin nomeia Rabaneda para laboratório que mira erros judiciais

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Estrutura do Conselho Nacional de Justiça vai atuar na prevenção de falhas do sistema penal, com foco na qualificação de provas e na proteção de direitos fundamentais

Foto=- Assessoria

O presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Edson Fachin, nomeou o conselheiro Ulisses Rabanedapara a presidência do Laboratório Justiça Criminal, Reparação e Não Repetição, marcando um avanço no enfrentamento dos erros judiciais no país. Instituído pela Resolução nº 659/2025, o grupo técnico foi criado com a proposta de modernizar o sistema penal brasileiro, atuando na prevenção de falhas estruturais que resultam em violações de direitos e condenações injustas.

A estrutura funcionará como um centro de inteligência, responsável por formular diretrizes nacionais, qualificar a produção de provas e analisar casos emblemáticos julgados pelo Supremo Tribunal Federal, pelo Superior Tribunal de Justiça e por organismos internacionais de direitos humanos.

A iniciativa foi destacada pelo ministro do STJ, Sebastião Reis Júnior, como uma mudança de paradigma ao tratar o erro judicial como um problema estrutural. Em artigo, ele cita casos emblemáticos que evidenciam falhas graves no sistema, como o Caso Evandro, no qual o tribunal reconheceu condenações baseadas em confissões obtidas sob tortura e sem provas válidas produzidas sob o contraditório.

Outro exemplo mencionado é o caso da 113 Sul (Marlon), em que houve a anulação de uma condenação mantida por anos com base quase exclusiva em elementos colhidos na fase de investigação, sem respaldo suficiente na prova judicial. Para o ministro, episódios como esses demonstram o custo humano dos erros judiciais e a necessidade de mecanismos permanentes de prevenção.

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À frente do laboratório, Rabaneda afirma que a prioridade será transformar falhas em aprendizado institucional. “Nosso objetivo é estruturar diretrizes que fortaleçam a produção de provas, protejam direitos fundamentais e reduzam o risco de condenações injustas”, disse.

Ele também destaca o caráter colaborativo da proposta, que prevê a participação de magistrados, especialistas e da sociedade civil na construção de soluções aplicáveis a todo o sistema de justiça.

Outro eixo da iniciativa é a reparação de danos causados por erros judiciais, com medidas que vão além da indenização financeira e incluem reconhecimento institucional e ações para evitar a repetição das falhas.

“Com atuação técnica e integrada, o laboratório deve consolidar uma política judiciária voltada à prevenção de erros e ao fortalecimento da confiança da sociedade na Justiça”, finaliza Rabaneda.

A proposta do laboratório também inclui a realização de oficinas, capacitações e estudos de caso, com o apoio da Rede de Inovação do Judiciário, buscando maior eficiência e padronização das práticas processuais.

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