Política MT
Prefeita eleita de Várzea Grande solicita a Kalil Baracat criação de comissão de transição
Flávia Moretti oficializou o pedido nesta quinta e informou o nome do coordenador de equipe

A prefeita eleita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), solicitou oficialmente que o atual prefeito Kalil Baracat (MDB) publique um decreto instituindo a Comissão de Transmissão de Mandato, também chamada de comissão de transição. O pedido foi formalizado por meio de um ofício enviado, nesta quinta-feira (10), ao atual prefeito municipal.
No ofício, Flávia Moretti informou que o advogado Maurício Magalhães Faria Neto vai coordenar a equipe de transmissão, que é prevista na Resolução Normativa 19/2016 do Tribunal de Contas do Estado (TCE).
Moretti reforça a importância da criação da comissão para assegurar uma transição eficiente e fundamental para que a futura gestão tenha acesso às informações necessárias sobre a atual estrutura administrativa, financeira, entre outras.
A comissão de Transmissão de Mandato deve ser composta por membros indicados tanto pela atual administração quanto pela equipe de transição da prefeita eleita. Ela terá como atribuição principal reunir e organizar todas as informações referentes à administração pública municipal, como contratos, convênios, quadro de pessoal e balanços financeiros.
A futura prefeita destacou que a instituição da comissão está em conformidade com as normas de governança e transparência, garantindo que o processo de troca de gestão ocorra de forma organizada e sem prejuízo à população.
“Oficializamos o nosso coordenador de transmissão de mandato e o pedido de instalação da comissão. Agora, vamos aguardar que o atual prefeito faça a publicação do decreto com celeridade”, frisou a advogada e futura prefeita de Várzea Grande.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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