Mato Grosso
Sema realiza curso de Monitores de Unidade de Conservação no Parque Estadual Serra Azul

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) realiza o curso de monitores de Unidades de Conservação no Parque Estadual Serra Azul, em Barra do Garças. São 20 participantes que atuam como vigilantes patrimoniais que prestam serviço ao Estado e também a monitores e guias turísticos da região, que fazem o trabalho de campo em contato direto com os visitantes.
O Parque Serra Azul foi escolhido para receber o projeto piloto, que deverá ser replicado em outras Unidades de Conservação do Estado já abertas à visitação pública. “A Sema tem fortalecido o diálogo e investido na formação das comunidades que vivem no entorno das Unidades de Conservação, buscando o engajamento dessas pessoas na proteção dessas áreas”, destaca a superintendente de Educação Ambiental e Atendimento ao Cidadão, Juliana Carvalho.
O objetivo do curso é a formação técnica dos profissionais na temática ambiental, voltada às Unidades de Conservação. O intuito é ampliar a qualidade e capacidade de atendimento a sociedade em geral que frequenta estes espaços, buscando a integração sustentável dos visitantes com a natureza.
O curso foi realizado na modalidade presencial, nos dias 08 e 09.4, com trilhas práticas para os monitores, apresentação da temática ambiental na Unidade de Conservação e modalidades sobre a importância da sustentabilidade, demonstração do papel da educação ambiental para o cuidado das Unidades de Conservação e o papel do monitor ressaltando a importância de sua função e conhecimento.
“O curso foi voltado para um público que já detém esse conhecimento como forma de capacitar quando for conduzir visitantes locais ou turistas pela Unidade de Conservação. O curso é dividido em módulos presencial, virtual e prática. O treinamento prático aprofunda nos conhecimentos sobre atrativos, ameaças, oportunidades e riscos dentro da Unidade de Conservação para profissionais tanto privados como para os que ocupam os postos de vigilância dentro do parque”, afirma a Gerente Regional do Parque Estadual Serra Azul e APA Pé da Serra Azul, Cristiane Schnepfleitner.
Fonte: Governo MT – MT
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Por Bruna Pinheiro / Formad
Mato Grosso
Laudo afasta crime, mas incêndio em prédio da Prefeitura de VG segue cercado de perguntas

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.
Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.
No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.
“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.
Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.
No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.
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