Agro News
Enchentes, frio intenso e risco de geada colocam produtores em alerta
A primeira semana de inverno atinge com força no Rio Grande do Sul e acende o alerta para produtores rurais em todo a região Sul do País. Para o RS a previsão é de temperaturas mínimas próximas de zero e até negativas em algumas regiões, além de risco de geada no Noroeste gaúcho, justamente em áreas com forte presença da agropecuária.
Na Serra Gaúcha, Caxias do Sul deve registra mínima de 2°C nesta segunda-feira (23.06) e de 0°C na amanhã (24), segundo alerta o Climatempo. As máximas não passam de 13°C e 8°C, respectivamente, com possibilidade de formação de geada e prejuízos nas lavouras e pastagens.
Além do frio, o estado ainda enfrenta os reflexos das fortes chuvas da última semana. De acordo com balanço da Defesa Civil, 126 municípios foram afetados, com mais de 5,9 mil pessoas desalojadas e 733 resgates realizados até este domingo (22). A cidade de Jaguari permanece em estado de calamidade pública, enquanto outros 20 municípios estão em situação de emergência.
No Vale do Taquari, alguns trechos do rio começaram a baixar, mas entre Bom Retiro do Sul e Porto Mariante, além dos rios Caí e Quaraí, o nível segue elevado, exigindo atenção. Em Porto Alegre, o Guaíba permanece com volume alto, mas sem risco de transbordamento nas áreas mais críticas, como o Cais Mauá e o Gasômetro. Três comportas foram fechadas de forma preventiva.
A previsão da Climatempo indica que, após chuvas pontuais na madrugada desta segunda-feira, o tempo deve se firmar ao longo da semana. A onda de frio, porém, se mantém, com mínimas de até 5°C na capital e risco de geada nas áreas de produção agrícola.
O frio intenso combinado com o solo já encharcado preocupa produtores de leite, hortaliças e frutas, além das culturas de inverno, como trigo e aveia, que estão em desenvolvimento. A recomendação dos técnicos é redobrar os cuidados com manejo, proteção de animais e estruturas, principalmente em propriedades de menor porte.
Fonte: Pensar Agro
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Crédito travado expõe falhas em regra ambiental e causa insegurança jurídica
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Mais etanol e vendas antecipadas mudam ritmo do mercado
O avanço das vendas antecipadas pelas usinas e a mudança no destino da cana-de-açúcar estão redesenhando o mercado na safra 2026/27, com impacto direto sobre exportações e preços. A expectativa é de queda de cerca de 14,2% nos embarques brasileiros de açúcar, à medida que cresce o direcionamento da matéria-prima para a produção de etanol.
Em março, o Brasil exportou 1,808 milhão de toneladas de açúcar, volume 1,42% inferior ao registrado no mesmo mês do ano passado, segundo a Secretaria de Comércio Exterior. A receita somou aproximadamente R$ 3,39 bilhões (US$ 657,57 milhões convertidos a R$ 5,15), recuo de 24,7% na comparação anual, refletindo preços internacionais mais baixos.
Apesar da retração no mês, o acumulado do primeiro trimestre ainda indica crescimento em volume. Entre janeiro e março, os embarques alcançaram 6,04 milhões de toneladas, alta de 5,78% sobre igual período de 2025. A receita, por outro lado, caiu 19,6%, evidenciando a pressão sobre os preços médios.
No campo, a principal mudança está no mix de produção. A moagem no Centro-Sul deve variar entre 625 milhões e 635 milhões de toneladas, com maior participação do etanol. A parcela da cana destinada ao açúcar tende a cair para 48,8%, abaixo dos 50,7% do ciclo anterior, em resposta direta aos preços mais elevados dos combustíveis.
Esse ajuste ocorre em um cenário de possível déficit global estimado em 2,7 milhões de toneladas na safra 2026/27, o que, em tese, sustentaria as cotações internacionais. No entanto, o comportamento das usinas tem atuado como fator de contenção no curto prazo.
Levantamento da StoneX indica que as fixações de açúcar no Centro-Sul avançaram de 41,8% para 59,5% ao longo de março. A diferença em relação ao mesmo período do ciclo anterior, que já foi de 20 pontos percentuais, recuou para cerca de 10 pontos.
Na prática, esse movimento reduz a pressão de venda que vinha travando altas mais consistentes. Com menos volume disponível para negociação imediata, o mercado passa a operar em um ambiente mais equilibrado, com menor resistência a eventuais valorizações.
No cenário internacional, os preços do açúcar registraram ganhos moderados em março, influenciados por fatores financeiros e geopolíticos, como a redução de posições vendidas por fundos em meio a tensões no Oriente Médio.
Para o produtor, o foco permanece na gestão do mix entre açúcar e etanol, que segue diretamente ligado ao comportamento do petróleo. A combinação entre custos, preços internacionais e demanda por combustíveis deve definir o rumo das margens ao longo da safra.
Fonte: Pensar Agro
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Exportações de carne suína crescem 32% em março
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Para o presidente do Instituto do Agronegócio (IA), 




