Política MT
Max Russi defende atuação municipalista e mira continuidade na luta social
Max Russi foi eleito primeiro secretário da Casa de Leis para o biênio 2019/2020
Na primeira Sessão Plenária da 19º Legislatura, que aconteceu nessa segunda-feira (4) na Assembleia Legislativa, o deputado Max Russi (PSB) assegurou dar continuidade a sua gestão municipalista e voltada a políticas sociais. “Estou tão motivado, como quando estive aqui há quatro anos”, garantiu.
O parlamentar foi eleito primeiro-secretário da Casa de Leis para o biênio 2019/2020. Durante os 4 anos de seu primeiro mandato, Max Russi agregou ações voltadas a todas as áreas.
Dentro de sua caminhada, apresentou diversas indicações, conduziu articulações e teve projetos de lei aprovados, levando benefícios aos mato-grossenses em todos os segmentos.
“Quero estar presente nos municípios de Mato Grosso, continuar sendo, nessa Casa de Leis, um deputado municipalista, que anda o interior de, que visita os municípios e que traz as demandas para essa tribuna”, reforçou.
No decorrer dessa trajetória, Russi também se licenciou do cargo eletivo para assumir a gestão da Secretaria de Estado de Trabalho e Assistência Social (Setas), onde se destacou pelos trabalhos sociais e como idealizador do Pró-Família, considerado o maior programa de proteção social do Estado e que beneficiou mais de 22 mil famílias, que viviam em constante vulnerabilidade social. Antes de voltar aos trabalhos legislativos, assumiu o cargo de secretário-chefe da Casa Civil.
Pautado em todo esse histórico de atuação em que esteve a frente, o deputado Max Russi afirma que está mais experiente e que isso irá resultar em ações mais efetivas.
“Tive a oportunidade de aprender muito nessa Casa, tive a oportunidade de participar do Executivo, trabalhar as questões sociais do Estado e volto revigorado. Quero procurar formas de, junto com os demais deputados e deputada, dar a minha contribuição ao desenvolvimento de Mato Grosso”, finalizou.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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