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Mato Grosso

Detran-MT reúne coordenadores de exames práticos de direção veicular em encontro anual de alinhamento estratégico

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O Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT) realizou, de 5 a 7 de agosto, a 3ª Edição do Treinamento Anual de Coordenadores de Exames Práticos de Direção Veicular. A capacitação foi realizada pela Diretoria de Habilitação e Veículos, da Coordenadoria de Formação de Condutor e Gerência de Exames Práticos.

O evento reuniu 58 servidores de todo o Estado na sede do Detran, em Cuiabá, com instruções teóricas e práticas. Segundo o presidente do Detran-MT, Gustavo Vasconcelos, o examinador de trânsito desempenha uma função estratégica e essencial para a segurança viária em todo o Estado, garantindo que novos condutores cheguem às vias públicas devidamente preparados, conscientes e responsáveis.

“A atuação dos examinadores impacta diretamente na redução de sinistros, na valorização da vida e na formação de condutores conscientes e responsáveis no trânsito. Ao investir no aperfeiçoamento continuado desses profissionais, o Detran reafirma seu compromisso com a excelência no serviço público e com a segurança de todos os mato-grossenses”, reforçou.

O diretor de Habilitação e Veículos, Alessandro de Andrade, destacou que o Detran vem trabalhando para proporcionar aos examinadores as melhores condições de serviço para que possam oferecer um melhor atendimento ao cidadão.

“Sabemos que o serviço não é fácil, ainda mais levando em conta o tamanho do nosso Estado. O encontro foi uma oportunidade de ouvirmos esses servidores, termos conhecimento das situações que ocorrem no dia a dia”, falou o diretor.

O coordenador de Formação de Condutor do Detran-MT, Guilherme Rangel, enfatizou que, mais do que avaliar habilidades ao volante, o examinador de trânsito atua como agente de transformação social, sendo também uma das peças-chave na construção de um trânsito mais seguro, justo e humano.

“Esse foi um momento de imersão, de conhecimento, de troca de experiências. Temos muitos examinadores em diferentes regiões do Estado atendendo a diferentes públicos, e precisamos padronizar os procedimentos na aplicação dos exames práticos de direção no Estado. Estamos na terceira edição desse treinamento e ainda percebemos que existem algumas arestas que precisam ser aparadas, e esse foi o momento para isso, para trazer os questionamentos, as dúvidas”, destacou o coordenador.

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Nos três dias de evento foram abordados temas essenciais para garantir a padronização, equidade e qualidade nos exames práticos. Entre os temas das palestras estavam: Do Erro Técnico à Falta Disciplinar; Ética no Serviço Público; Comunicação Assertiva e Comunicação não Violenta; Feedback e panorama das inspeções das pistas categoria “A” no Estado; Alinhamento e Pacificação de entendimentos quanto aos procedimentos adotados nos exames práticos; Padronização de faltas categorias “A”, “B”e “E”; Exames Práticos em veículos adaptados para PcD e suas restrições no laudo PcD.

Uma das palestras do evento foi com o intérprete de LIBRAS do Detran-MT, Maurício Tadeu Pacheco, que explanou sobre libras instrumental para os coordenadores.

“Os examinadores também lidam, em seu dia a dia, com candidatos surdos, e é preciso entender a melhor forma de se comunicar com esses candidatos no momento da realização do exame. Trouxemos aqui nesse treinamento informações técnicas importantes para que os examinadores consigam lidar com esses candidatos e aplicar o exame de forma assertiva e fluída”, disse Maurício.

Desde 2020, o Detran-MT oferece atendimento exclusivo às pessoas surdas. Desde então, o intérprete de Libras da autarquia já realizou mais de 3 mil atendimentos, auxiliando esse público tanto na realização de exames para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), quanto em atendimentos presenciais e virtuais, por meio de videochamadas via WhatsApp, pelo número (65) 9 9940-7809.

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A 3ª edição do Treinamento de Coordenadores de Exames Práticos de Direção Veicular também abordou, de forma prática, temas fundamentais para a melhoria da aplicação dos exames, como: Execução do circuito de provas; Manuseio do Sistema de Prova Prática (SPP) e a aplicabilidade do Laudo Digital; Alinhamento quanto à classificação das faltas “A”, “B” e “E”; Utilização do SPP e do tablet para registro das informações; Aplicação de exames em veículos adaptados para PcD com foco nas restrições constantes no Laudo PcD; Adequação prática desses exames em veículos adaptados pertencentes aos Centros de formação de Condutores (CFCs).

Francisco Xavier Vieira é coordenador de banca fixa no município de Rondonópolis e relatou o que achou dos três dias de imersão em orientações e aprendizado.

“É muito importante esse treinamento, e nós, como coordenadores que estamos na ponta do exame prático, conseguimos levar com mais clareza as informações para os nossos examinadores para termos uma aplicação de testes alinhada. Nosso Estado é muito grande, e quando fazemos esses treinamentos conseguimos realizar os exames com qualidade, excelência, e assim o serviço público cumpre o seu papel”, falou.

A coordenadora da banca fixa da cidade de Alta Araguaia, Silvia Greicy França, também participou do treinamento e enalteceu a iniciativa, ressaltando ser uma forma de agregar conhecimento e poder levar o melhor para os candidatos a 1ª habilitação no interior do Estado.

“O que aprendemos aqui multiplicamos em nossa cidade para nossos examinadores de trânsito, alinhando os conhecimentos e normas para todos realizarem os mesmos procedimentos em todos os cantos do Estado. Fico grata com essa oportunidade que o Detran nos proporcionou de nos aperfeiçoarmos para melhor atender a população dos nossos municípios”, disse Silvia.

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Bancas examinadoras

Desde o início da atual gestão, em 2019, o Detran-MT tem ampliado significativamente o número de bancas examinadoras para a aplicação de provas práticas em todo o Estado.

O gerente de Exames Práticos, Leandro Bernardino, destaca que, anteriormente, as bancas estavam concentradas apenas nos municípios de Cuiabá, Sinop, Barra do Garças e Rondonópolis, contando com cerca de 50 examinadores responsáveis por atender candidatos de Cuiabá, Várzea Grande e de outros 115 municípios do interior.

Com a realização de diversas capacitações voltadas à formação de novos examinadores e treinamentos destinados ao aperfeiçoamento das atividades, o Detran ampliou o número de bancas fixas para 36 em pleno funcionamento. Hoje, a autarquia conta com um quadro de 220 servidores com perfil de examinador de trânsito aptos a aplicar os exames práticos de direção veicular em Mato Grosso.

Atualmente, o serviço está descentralizado e presente em 36 municípios, garantindo mais autonomia às cidades do interior, que não precisam mais aguardar longos períodos para a realização das provas. Já as localidades que não possuem banca fixa, são atendidas por bancas volantes, de acordo com cronograma semestral, assegurando que todos os municípios com Centro de Formação de Condutores sejam contemplados, seja por meio de banca fixa ou volante.

Clique AQUI e veja como foram os dias do evento.

Fonte: Governo MT – MT

Mato Grosso

Júri é remarcado depois que defesa abandona plenário em julgamento de filho de ex-deputado

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A sessão de julgamento de Carlos Alberto Gomes Bezerra, acusado pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio qualificado de Willian Cesar Moreno, foi remarcada para o dia 31 de julho, às 9h, após a defesa abandonar o plenário nesta terça-feira (21). Mais uma vez, os advogados tentaram o adiamento do julgamento, o que foi indeferido pela juíza Monica Catarina Perri Siqueira, presidente da sessão, sob o argumento de que não havia justificativa plausível para a redesignação da data.

Segundo a magistrada, os advogados tiveram um prazo de 15 dias para analisar os documentos juntados aos autos. Ela ressaltou que a maior parte dessas informações já constava no processo e que a alegada falta de acesso a um despacho específico sobre prisão domiciliar não acarretaria prejuízo real, uma vez que a decisão sobre o tema também integra os autos.

“O advogado, quando assume a substituição no processo, o recebe no estágio em que ele se encontra. O processo não recua, ele tem que andar para a frente”, afirmou Monica Perri. Após anunciar a nova data do júri, a magistrada determinou que, caso não haja um advogado constituído apto para atuar na sessão, a Defensoria Pública deverá estar preparada para assumir a defesa na data prevista. Todos os presentes saíram intimados do plenário.

A acusação seria conduzida pelos promotores de Justiça Vinicius Gahyva Martins e Élide Manzini de Campos, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT). O réu era defendido pelos advogados Elson Marcelino da Silva Júnior, Larice Cristine, Melissa de Oliveira Machado e Gabriel Gouvea Neno Reiff.

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Manobra – Ainda no plenário, o promotor de Justiça Vinicius Gahyva Martins sustentou que o acesso a processos externos é responsabilidade da defesa e que as questões relacionadas ao habeas corpus e à prisão domiciliar já foram resolvidas, não havendo justificativa para o adiamento do júri. Ele destacou o papel do Ministério Público como fiscal da lei, com a missão de assegurar direitos e preservar a imagem das vítimas perante a coletividade. Também se posicionou contra o abandono do plenário, ressaltando que a realização de um Tribunal do Júri exige o empenho e a presença de diversos envolvidos, inclusive pessoas que se deslocaram de outros estados, e que a “ritualística do tribunal” deve ser respeitada em busca da verdade.

Vinicius Gahyva disse ainda que o abandono do plenário é uma estratégia que acaba por arranhar a imagem do Tribunal do Júri. “Isso tem se tornado, de certo modo, frequente nos julgamentos do Tribunal do Júri, especialmente naqueles que afligem de forma intensa o interesse da coletividade, como é o caso concreto de um feminicídio e de um homicídio de dois jovens. São duas pessoas que, efetivamente, traduzem a necessidade de reafirmarmos o nosso papel social de não banalização da vida humana. Nós sabemos que o Tribunal do Júri envolve uma série de providências que devem ser adotadas para que o ato processual seja realizado, e lamentamos muito que esse tipo de estratégia esteja sendo adotada”, afirmou.

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A promotora de Justiça Élide Manzini de Campos lembrou que o julgamento já deveria ter ocorrido no dia 7 de julho. Segundo ela, naquela ocasião, a defesa solicitou o adiamento para análise de provas, pedido que foi deferido pela magistrada responsável pelo caso, com a remarcação da sessão para 21 de julho. “É um absurdo uma medida protelatória após mais de três anos do fato, com a família aguardando o julgamento. A defesa admite alegações de nulidades que não existem e que já foram completamente afastadas. É uma estratégia utilizada para tentar postergar, prorrogar e até abrir outro incidente de sanidade, ou qualquer outra medida, para que esse julgamento não ocorra. Tudo isso já foi afastado, e não há motivo algum para que esse julgamento não aconteça”, afirmou.

Sobre o caso de feminicídio, a promotora destacou que a reação da sociedade demonstra uma rejeição cada vez mais firme a esse tipo de crime. Segundo ela, a população tem se posicionado de forma clara contra a violência de gênero e em defesa do enfrentamento aos feminicídios, cobrando respostas efetivas do sistema de Justiça para coibir esse tipo de violência.

Fotos: Josi Dias | TJMT 

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Mato Grosso

Defensoria impede leilão da única propriedade rural de casal de idosos

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O Núcleo da Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso (DPEMT) em Juscimeira (161 km de Cuiabá) garantiu que uma pequena propriedade rural de menos de 36 hectares utilizada para agricultura familiar por um casal de idosos não pode ser penhorada. O imóvel estava prestes a ser leiloado judicialmente, o que obrigaria a família a sair do local onde residem.

Tudo começou no ano de 1997 quando E.P.C. foi avalista de um empréstimo realizado por um amigo em uma nota de crédito rural no valor de R$ 10.338 junto a um banco. Devido ao não pagamento da nota de crédito, o banco propôs uma ação de cobrança judicial contra o devedor e E.P.C., que, mesmo sem ser o devedor real, teve o seu único imóvel rural penhorado.

Com o objetivo de retirar a penhora, o defensor público Denis Thomaz Rodriguez demonstrou no processo que o imóvel era o único bem de propriedade de E.P.C., de 79 anos de idade. O local onde ele e a esposa desenvolvem atividade agrícola de subsistência com a criação de gado leiteiro e cultivo da terra para sustento próprio, possui uma área de 36,30 hectares, o que, de acordo com os dados fornecidos pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), corresponde a menos de um módulo fiscal rural.

O módulo fiscal rural é uma unidade de medida agrária, expressa em hectares, definida pelo Incra para cada município brasileiro. Ele representa a área mínima que uma propriedade precisa ter para que sua exploração seja economicamente viável e sustente uma família. Em Juscimeira, um módulo fiscal corresponde a 60 hectares.

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“O imóvel estava na iminência de ser avaliado e levado a leilão judicial, o que significaria a perda definitiva do lar e da fonte de renda da família. A Constituição Federal garante que a pequena propriedade rural, desde que trabalhada pela família, não pode ser penhorada para pagamento de dívidas. Essa proteção é um direito fundamental indisponível”, explica o defensor.

Para que a pequena propriedade rural seja protegida contra penhora é necessário comprovar dois requisitos cumulativos. O primeiro é o critéria de tamanho, quando a área do imóvel deve ser de até quatro módulos fiscais do município onde se localiza. O segundo é o da exploração familiar, ou seja, o imóvel deve ser trabalhado diretamente pela família, servindo como fonte de subsistência, ainda que complementar a outras rendas, como aposentadoria.

A decisão proferida pelo juiz da Vara Única de Juscimeira, Alcindo Peres da Rosa, reconheceu os argumentos apresentados pela DPEMT e determinou a retirada imediata da penhora do imóvel. “O imóvel do executado, com 36,30 hectares, representa apenas 0,605 do módulo fiscal, enquadrando-se, com folga, no conceito legal de pequena propriedade rural. Quanto ao requisito do trabalho familiar, os documentos juntados são consistentes. Os resumos de pagamento de leite comprovam a existência de atividade produtiva contínua (pecuária leiteira) no imóvel. (…) Com tais considerações, e com fundamento no artigo 5º, inciso XXVI, da Constituição Federal, e no artigo 833, inciso VIII, do Código de Processo Civil declaro a impenhorabilidade do imóvel rural”, diz trecho da decisão assinado na última terça-feira (14).

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Para Denis Thomaz Rodrigues, a decisão não só beneficiou o casal de idosos que estava prestes a perder o único bem familiar, mas, ao reconhecer que o im´óvel não podia ser penhorado, o juízo abriu um precedente para que produtores rurais da região se sintam mais tranquilos para produzir em suas terras.

“O município de Juscimeira possui grande extensão territorial e centenas de propriedades rurais de pequeno porte, muitas delas trabalhadas por famílias de agricultores que tiram da terra o seu sustento. É comum esses produtores, por solidariedade familiar ou desconhecimento das consequências jurídicas, assinem como avalistas ou fiadores em financiamentos rurais de parentes e vizinhos. Quando o devedor principal não paga, o banco pode buscar a penhora dos bens do avalista, incluindo o imóvel rural onde a família vive e trabalha. A decisão proferida neste caso confirma que a lei protege a pequena propriedade rural familiar contra qualquer tipo de penhora, independentemente da origem da dívida ou da condição do proprietário como devedor principal ou garantidor”, diz o defensor.

Por Paulo Henrique Fanaia
16 de Julho de 2026 – 16:08
Foto: Janaiara Soares

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Mato Grosso

Turismo de Mato Grosso ganha protagonismo com ações em prol do setor

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O Sebrae/MT atua com consultorias, capacitações e eventos para promover o crescimento das empresas que integram todo o ecossistema do turismo

Foto-Assessoria

 
Nos primeiros seis meses de 2026, o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de Mato Grosso (Sebrae/MT) realizou mais de 55 mil atendimentos voltados ao setor de turismo, beneficiando 14.963 clientes. A maior parte foi destinada aos microempreendedores individuais (MEI), com 8.228 atendimentos, seguido das microempresas (ME), com 5.507 e pelas empresas de pequeno porte (EPP).
Um desses atendimentos marcou a trajetória do empreendedor Willian Marques, proprietário da Five Adventure, agência de turismo receptivo sediada em Cáceres. A empresa surgiu em 2022, quando ele decidiu investir no segmento e acumulou sozinho todas as funções da empresa, desde vender, organizar e planejar roteiros turísticos da região que contempla o bioma Pantanal Mato-grossense.
Em menos de quatro anos, o empreendedor celebra os resultados com a inauguração da primeira sede física da agência. O empreendimento, que começou com um único colaborador, hoje soma outros nove profissionais, entre eles o sócio João Paulo Barbieri, guias turísticos e equipe de vendas e atendimentos.
Ao ser questionado sobre esse crescimento, o empresário foi enfático: “O Sebrae/MT esteve comigo desde o início. Eu já tinha uma perspectiva de trabalhar com uma agência de turismo, mas esse desejo se intensificou no pós-pandemia. Busquei conhecimento e participei de inúmeros projetos da instituição para ampliar minha participação no cenário turístico”, afirmou.
Entre as ações, Willian destaca o Programa Pró Pantanal do Sebrae/MT, criado para promover o desenvolvimento sustentável e gerar renda nos eixos do turismo, gastronomia, economia criativa e agronegócio. De posse das informações sobre os atrativos da região, o empreendedor enxergou oportunidades nas atrações gastronômicas, culturais, aventura, arte e a natureza exuberante do Pantanal.
Outro diferencial, segundo o empresário, foram as Rodadas de Negócios da Feira Internacional de Turismo (FIT Pantanal), que aproximam as atrações turísticas de Mato Grosso de operadores nacionais e internacionais. “Estruturei toda a empresa com o apoio do Sebrae/MT. Fiz consultorias em marketing, gestão financeira, gestão empresarial, turismo, acesso a editais e recursos governamentais, dentre outros. Também participo ativamente da programação disponibilizada pela instituição”, frisou.
Ecossistema do turismo
As principais ações desenvolvidas pelo Sebrae Mato Grosso junto à Five Adventure estão a estruturação da empresa por meio do Programa ART – Agente de Roteiros Turísticos, elaboração de pesquisa de mercado, construção e validação do modelo de negócio, formatação da empresa e definição do posicionamento estratégico, organização do portfólio inicial de produtos e experiências turísticas e integração da agência com outros empreendimentos atendidos pela instituição. A iniciativa fortaleceu a cadeia regional do turismo e ampliou a oferta de atrativos aos visitantes.
A gerente Regional do Sebrae/MT em Cáceres, Cirlene Espicaski, destacou as atividades desenvolvidas na região em prol do turismo. “A Regional Sudoeste continua atuando no turismo, com destaque para o setor de alimentos e bebidas e para o trabalho de Agente de Roteiros Turísticos. A proposta é mapear as vocações locais, conectar pequenos negócios (hospedagens, gastronomia, agronegócio), fortalecer a governança e estruturar produtos de turismo de experiência prontos para comercialização nacional e internacional”.
De acordo com ela, o Sebrae Mato Grosso está atuando em parceria com algumas prefeituras na elaboração do inventário turístico e dos Plano Municipal do Turismo, reconhecendo o setor como vetor de desenvolvimento econômico e social.
O ecossistema do turismo reúne empreendimentos de restaurantes, hotéis, transporte de passageiros, comércio varejista, locação de veículos, ensino de arte e cultura, produção fotográfica, entre outros segmentos
A Five Adventure inaugura sua sede na tarde desta quinta-feira (16.07), na Rua Coronel Farias, Nº380, na região central de Cáceres. Para conhecer mais os roteiros turísticos e demais serviços da empresa acesse o site https://fiveadventure.com.br/
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