Mato Grosso
Homem procurado por roubos a agências bancárias é preso com auxílio do Bope de MT no Estado do Pará

Ação do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar de Mato Grosso, das polícias Civil e Militar do Pará e Polícia Federal resultou na prisão de um foragido da Justiça, nesta terça-feira (21.10). O criminoso estava sendo procurado por diversos assaltos à instituições financeiras em três Estados, incluindo roubos na modalidade novo cangaço na cidade de Comodoro, em Mato Grosso.
O criminoso estava com três mandados de prisão em aberto por roubos à bancos, porte ilegal de arma e receptação, com ordens expedidas pelas Justiças de Mato Grosso, Maranhão e Pará.
Segundo as informações coletadas pela equipe de inteligência do Bope e também das demais forças de segurança, foi identificado que o foragido estava escondido na cidade de Marabá, no Pará. Diante da situação, os policiais civis e militares do Estado fizeram a prisão do criminoso.
Parte das investigações, que determinaram um dos mandados de prisão do homem, apontaram que ele teria participado de um assalto a banco na modalidade novo cangaço, na cidade de Comodoro, em 2008, junto de seus quatro irmãos. Ainda na cidade, o criminoso teria dado apoio a outro roubo a banco, no ano de 2012.
Ainda entre os crimes cometidos pelo suspeito, estão assaltos a banco na cidade de Uruará, no Pará, em 2008, ocasião em que o comandante do batalhão do município morreu em confronto com os criminosos. E também de um assalto, no Maranhão, no ano de 2007.
Após sua prisão, o criminoso foi levado até as autoridades locais do Pará para os demais procedimentos que o caso requer.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
Fonte: Governo MT – MT
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Mato Grosso
MPMT investiga contratações temporárias na Educação
A 8ª Promotoria de Justiça Cível de Defesa da Educação de Cuiabá instaurou três inquéritos civis para apurar as condições de contratação de profissionais da educação nas redes estadual de Mato Grosso e municipais de Cuiabá e Acorizal. O objetivo é verificar a realização de concursos públicos ou processos seletivos, bem como a adesão à Prova Nacional Docente (PND), política criada pelo Ministério da Educação (MEC) em 2026 para aprimorar a seleção de professores da educação básica no país.
Conforme o promotor de Justiça Miguel Slhessarenko Junior, a iniciativa busca levantar informações para avaliar a possível dependência de contratações temporárias, a eventual ausência de concursos públicos regulares, a adesão à política nacional de seleção de docentes (PND) e a existência de planejamento estruturado para a valorização da carreira.
O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) determinou o envio de ofícios à Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), e às secretarias municipais de Educação de Cuiabá e de Acorizal, requisitando informações como a adesão à Prova Nacional Docente (PND), ou, em caso negativo, as justificativas e a previsão de adesão; a data de realização do último concurso público ou processo seletivo; e a existência de previsão para novas seleções, com a apresentação de cronograma.
As instituições também deverão encaminhar relação atualizada dos profissionais da educação, com detalhamento por função, local de lotação e tipo de vínculo (efetivo ou temporário). O MPMT requisitou ainda informações sobre o planejamento de políticas de valorização da categoria, incluindo estruturação de carreiras, recomposição do quadro efetivo e adoção de processos seletivos mais técnicos, transparentes e impessoais.
O promotor de Justiça Miguel Slhessarenko Junior considerou que que dados do Censo Escolar indicam que, nos últimos anos, tem havido aumento no número de professores temporários no país, em desacordo com a previsão constitucional e legal. Em algumas redes estaduais, mais de 70% do corpo docente possui vínculo precário.
Considerou também levantamento baseado em painel de Business Intelligence (BI) do MEC aponta que Cuiabá está classificada como Prioridade 3, com 5,5% de inadequação docente, 83% de profissionais concursados e último concurso realizado entre seis e oito anos. Já o município de Acorizal também figura na Prioridade 3, com 53,5% de inadequação docente, 64% de profissionais concursados e ausência de informações sobre o último concurso público na área da educação, bem como sobre a existência de Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) para a categoria.
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