Mato Grosso
Seplag avança em inovação, economia e modernização da gestão pública

Com foco em eficiência, inovação e modernização da gestão pública, a Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão de Mato Grosso (Seplag-MT) encerrou 2025 com resultados expressivos que representam economias significativas aos cofres públicos e ampliação do acesso do cidadão aos serviços do Estado, impulsionados por investimentos em transformação digital, governança para resultados, gestão de pessoas, compras públicas e patrimônio.
Planejamento e Governo digital
Em 2025, as ações da área de Governança para Resultados, Inovação e Transformação Digital geraram impactos expressivos na eficiência da gestão estadual, com destaque para as duas edições do Prêmio Eficiência e Inovação em Práticas Públicas, que resultaram em mais de R$ 561 milhões em ganhos estimados de economia e eficiência e mobilizaram mais de 1.300 servidores.
A transformação digital avançou com a implantação de 96 novos serviços no Portal de Serviços e no aplicativo MT Cidadão, que somam 1,4 milhão de usuários cadastrados e mais de 11,8 milhões de acessos, ampliando a interação entre Estado e cidadão. Também foi instituído o Centro de Excelência em Inteligência Artificial (ceIA.MT), com foco em capacitação e inovação.
Na área de Tecnologia da Informação, as ações de padronização e análise de processos resultaram em economia superior a R$ 30 milhões em 2025, além do avanço da infraestrutura de conectividade com a implantação de 235 novos links de internet pelo programa Mais Infovia, todos monitorados por painéis de inteligência.
Por fim, destaca-se o planejamento estadual que concentra a coordenação central de mais de 400 ações de governo e 680 produtos entregues à população, sendo monitorados por mais de 270 indicadores.
Administração Sistêmica
Em 2025, a Secretaria Adjunta de Administração Sistêmica executou um amplo conjunto de reformas, obras e projetos que modernizaram a infraestrutura administrativa do Estado. Foram realizadas intervenções no complexo do Palácio Paiaguás. A sede da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão passou por reformas, como no Espaço de Eventos, que terá capacidade para 480 pessoas, bem como ocorreu a reforma e a modernização da Escola de Governo.
O portfólio de 2025 contemplou ações estratégicas em outras frentes, como a elaboração de diversos projetos arquitetônicos: nova sede Comando-Geral do Corpo de Bombeiros Militar, modernização da Praça das Bandeiras, paisagismo do corredor do BRT na Avenida Historiador Rubens de Mendonça, projetos estruturantes como o novo edifício-sede da MTI; a restauração, reforma e ampliação do antigo Cridac para abrigar a Delegacia Digital da PJC/MT, a DERF e a DHPP; o novo Batalhão da Polícia Ambiental e do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) da PMMT, consolidando avanços na modernização, funcionalidade e qualificação dos espaços públicos estaduais.
Patrimônio e Serviços
Em 2025, um dos principais destaques da Superintendência de Gestão de Serviços, vinculada à Adjunta de Patrimônio e Serviços, foi a migração de 333 unidades consumidoras para o Mercado Livre de Energia, medida que reduziu significativamente o custo com energia elétrica e projeta uma economia de R$ 156,5 milhões ao longo de cinco anos, com a utilização de energia 100% renovável. A iniciativa colocou o Estado como pioneiro em nível nacional e garantiu o 2º lugar no Prêmio de Inovação de 2025, reforçando o compromisso com eficiência e sustentabilidade.
Outro avanço relevante foi o Sistema de Concessão de Adiantamento (Sicad), que, desde sua implantação em 2022, viabilizou 541 intervenções em prédios públicos, promovendo redução de prazos, otimização de recursos e uma economia potencial estimada em R$ 83,1 milhões. Pela relevância e impacto do projeto, a iniciativa recebeu reconhecimento nacional da Escola Nacional de Administração Pública (Enap).
Na área de gestão do patrimônio público, foi priorizada a destinação adequada de imóveis desocupados, sempre em conformidade com o interesse público e a legislação vigente. Como resultado, um imóvel ocioso foi alienado por meio de leilão público, após a comprovação da inexistência de interesse da Administração em sua utilização, gerando arrecadação de R$ 238 mil aos cofres públicos. Além disso, outros quatro imóveis desocupados encontram-se em fase de preparação para leilão, com avaliação estimada em R$ 15,5 milhões.
A atuação também avançou na regularização de imóveis públicos anteriormente concedidos e já ocupados, possibilitando sua venda aos atuais ocupantes, conforme previsão legal. Em 2025, esse processo resultou na alienação de um imóvel avaliado em R$ 6,2 milhões, enquanto outros nove imóveis estão em fase final de regularização, com potencial de arrecadação estimado em R$ 59,78 milhões, recursos que poderão ser revertidos em políticas públicas prioritárias.
Paralelamente, foram destinados ao desfazimento 20.495 bens móveis fora de uso, medida que contribui para a organização dos espaços públicos, a atualização dos registros patrimoniais e o fortalecimento da gestão eficiente dos recursos públicos.
Ganha Tempo
O Ganha Tempo, vinculado à Secretaria Adjunta de Patrimônio e Serviços (SEAPS) da Seplag, ultrapassou 1,3 milhão de atendimentos entre janeiro e novembro de 2025, reunindo 242 serviços em um único espaço, como emissão de documentos, atendimentos do Detran, serviços de água e energia, orientações fiscais e outros serviços públicos essenciais. O órgão registrou crescimento de 12,47% em relação ao mesmo período de 2024, consolidando-se como uma das principais portas de acesso do cidadão aos serviços públicos em Mato Grosso.
Além disso, os dados do sistema de avaliação também demonstram a aprovação dos cidadãos. Até o inicio de janeiro foram registradas 397.291 avaliações, das quais 99,72% classificaram o atendimento como excelente, ótimo ou bom. Esses resultados evidenciam o alto nível de qualidade percebido pelos usuários.
Arquivo Público
Também vinculado à SEAPS, o Arquivo Público de Mato Grosso (APMT) foi totalmente restaurado, fato que não ocorria há mais de 50 anos e, atualmente, oferece serviços de consulta ao acervo histórico e administrativo, atendimento a pesquisadores, apoio técnico a órgãos públicos, pesquisa documental online e digitalização de documentos.
Entre janeiro e outubro de 2025, foram realizados mais de 26.217 atendimentos, além da digitalização de 243 mil itens, reforçando o papel da instituição na preservação da memória e da história do Estado. Foi criado o Espaço Memórias, para abrigar diversas exposições permanentes e temporárias, aberto para visitações.
Aquisições Governamentais
Em 2025, os processos de compras e contratações conduzidos pela Secretaria Adjunta de Aquisições Governamentais resultaram na economia de recursos públicos, com a análise de 176 processos que totalizaram R$ 1,09 bilhão estimado, dos quais R$ 1,03 bilhão foram homologados e disponibilizando as atas de registro de preço para futura contratação, gerando economia direta de R$ 66,04 milhões, o equivalente a 6,01% de economicidade.
Além disso, a ampliação do uso de modelos mais ágeis de contratação, como os credenciamentos para projetos e reformas, proporcionou economia operacional adicional de R$ 5,1 milhões. Os credenciamentos realizados pela Seplag ultrapassaram R$ 36,6 milhões em contratos, sendo nove processos de projetos que atenderam 26 unidades públicas e 34 processos de reformas, com atendimento a 22 unidades, consolidando essa modalidade como alternativa mais ágil, econômica e eficiente para a execução de demandas do Estado.
Gestão de Pessoas
Em 2025, a Secretaria Adjunta de Gestão de Pessoas da Seplag avançou na modernização da gestão de pessoas, com a ampliação do uso de sistemas digitais e a valorização dos servidores públicos estaduais. Destacam-se a implantação do SIGPAS em 18 órgãos, a automação de férias e licenças, a implementação de soluções como a Declaração de Bens e Valores, a Carteira Funcional Digital e o Recadastramento Funcional, além do desenvolvimento da Posse On-line, que estará disponível a partir de 2026.
O Sistema Integrado de Gestão de Pessoas (SIEP) encontra-se em fase de testes na Controladoria Geral do Estado de Mato Grosso (CGE) e na Procuradoria Geral do Estado de Mato Grosso (PGE).
No âmbito estratégico e institucional, foram implementados painéis de Business Intelligence e o Sistema Estadual de Seleção (SIES), viabilizando oito processos seletivos com mais de 10,7 mil inscritos. As ações de capacitação, reconhecimento e promoção da qualidade de vida incluíram eventos institucionais, o Programa LíderES+, a condecoração de servidores pelos 25 anos de serviço e o lançamento do Programa Saúde e Bem-Estar, que realizou mais de 22.821 agendamentos de atendimentos on-line, nas áreas de psicologia, nutrição, endocrinologia, psiquiatria e ortopedia, beneficiando 6.016 servidores vinculados a 40 órgãos estaduais.
Adicionalmente, o Protocolo Saúde e Bem-Estar acompanhou 915 servidores, sendo 753 na capital e 162 no interior do Estado, por meio de atuação integrada de nutricionistas e educadores físicos. Deste total, 452 servidores permaneceram em acompanhamento ativo, resultando na realização de 3.535 treinos monitorados. A Ação Vida Saudável promoveu 13.862 aferições de bioimpedância, com atendimento a 7.144 servidores, alcançando 28 órgãos do Poder Executivo Estadual.
Já a Secretaria Adjunta de Gestão de Pagamento de Pessoal avançou na modernização da gestão pública com melhorias no Sistema Estadual de Administração de Pessoas (SEAP), garantindo mais agilidade, segurança e conformidade legal aos registros de plantões, jornadas extraordinárias e adicionais. Além disso, destaca-se que o pagamento dos salários ocorreu dentro do mês, buscando honrar com compromisso assumido com os servidores ativos e inativos.
Escola de Governo
Em 2025 a Escola de Governo de Mato Grosso ampliou significativamente a oferta de cursos, fortaleceu parcerias e modernizou sua estrutura. Foram emitidos 15.141 certificados, o que representou um aumento de cerca de 20% em relação a 2024. Foram ofertados 304 cursos (EaD, híbridos e presencial), o que representou um aumento de 31% quando comparado a 2024. Destaca-se que foram certificados 650 líderes do Poder Executivo Estadual, superando em 164% a meta estabelecida para 2025, situação que reforça o papel estratégico da Escola de Governo no desenvolvimento institucional do Estado.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
No Mato Grosso, três em cada dez mulheres viveram situações de violência doméstica em 12 meses sem declará-las como violência
Atualização do Mapa Nacional da Violência de Gênero com dados da 11ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher permite comparar o cenário de violência doméstica declarada e não declarada entre as unidades da Federação

O Mapa Nacional da Violência de Gênero, recém-atualizado com os resultados por unidade da Federação da 11ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, aponta que Mato Grosso registra 29% de mulheres que relataram ter vivido, nos 12 meses anteriores à pesquisa, ao menos uma das situações concretas de violência investigadas, embora não tenham declarado espontaneamente ter sofrido violência doméstica ou familiar. O resultado do estado oscila dentro da margem de erro da estimativa do país (29%), o que não permite classificá-lo como distinto do patamar nacional.
A análise, possível pelo cruzamento de dados — uma das premissas do Mapa Nacional da Violência de Gênero, plataforma mantida pelo Observatório da Mulher contra a Violência (OMV), o Instituto Natura e a Gênero e Número —, evidencia a distância entre a violência vivenciada pelas mulheres e aquela que chega aos registros oficiais e, consequentemente, ao alcance das políticas públicas de proteção e acolhimento.
A 11ª Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, realizada pelo DataSenado em 2025, tem propósito semelhante: investigar o problema além das estatísticas oficiais do país. O levantamento ouviu 21.641 mulheres de 16 anos ou mais em todo o Brasil entre 16 de maio e 8 de julho de 2025. A pesquisa tem amostra probabilística e nível de confiança de 95%.
“Ampliar a Rede de Proteção é fundamental, mas os dados mostram que precisamos olhar também para o que acontece antes de a mulher chegar na Rede. Uma política pública só consegue proteger plenamente quando as mulheres têm informação para reconhecer a violência, conhecem seus direitos e encontram caminhos acessíveis e seguros para buscar ajuda”, afirma Maria Teresa Prado, coordenadora do Observatório da Mulher contra a Violência do Senado Federal.
Gráfico 1 – Percentual de mulheres que vivenciaram situações de violência nos últimos 12 meses sem declará-las espontaneamente, por unidade da Federação
O levantamento realizado pelo DataSenado revela que 33% das mato-grossenses já sofreram violência doméstica ou familiar provocada por um homem ao longo da vida. Entre o total de mulheres entrevistadas em Mato Grosso, 14% relataram ter sofrido violência doméstica ou familiar nos 12 meses anteriores à pesquisa, realizada em 2025. Entre as mulheres que declararam ter sofrido violência provocada por um homem, 88% relataram violência psicológica, 84% violência física e 70% violência moral. Em 59% dos casos, o agressor era o marido ou companheiro da vítima no momento da agressão. Do total de vítimas no estado, 10% ainda convivem com a pessoa que as agrediu e, destas, 79% moram com o agressor.
Nas situações de violência mais grave, 59% das entrevistadas afirmaram que o agressor estava com ciúmes, 52% disseram que ele estava inconformado com o término ou tentativa de término do relacionamento e 43% relataram que ele estava bêbado. Já para 82% das mulheres que encerraram o relacionamento com o agressor, a violência teve muita influência na decisão. O impacto na rotina diária foi sentido por 72% das vítimas, enquanto 68% disseram que o convívio com outras pessoas foi afetado, 45% disseram que seus estudos foram impactados e 43% relataram impactos na vida profissional ou trabalho remunerado.
“Os dados ajudam a romper com uma leitura da violência doméstica como um episódio isolado e que a violência não termina quando a agressão acaba. Ela reorganiza a rotina, afeta relações, trabalho, renda e as possibilidades que uma mulher tem de tomar decisões sobre a própria vida. Quando olhamos para esses dados em conjunto, conseguimos entender que enfrentar a violência de gênero exige mais do que responder à agressão: exige políticas capazes de olhar para as condições que permitem que essas mulheres reconstruam suas vidas”, afirma Vitória Régia da Silva, diretora executiva da Gênero e Número.
A pesquisa aponta que em Mato Grosso o conhecimento sobre os instrumentos de proteção permanece limitado. Embora 97% das mulheres tenham afirmado conhecer ou já ter ouvido falar da Defensoria Pública e 93% da Delegacia da Mulher, 70% dizem conhecer pouco a Lei Maria da Penha e 8% afirmam não conhecer nada sobre a legislação. Em relação às medidas protetivas, 69% relatam conhecê-las pouco e 15% afirmam não ter conhecimento sobre o recurso (somando 84% com conhecimento superficial ou inexistente).
A Defensoria Pública é o serviço de proteção mais conhecido pelas mato-grossenses, citado por 97% das entrevistadas, seguida pela Delegacia da Mulher, com 93%, pelo CRAS ou CREAS, com 85%, e pelo Ligue 180, com 79%. Ao mesmo tempo, 73% afirmam conhecer alguma amiga, familiar ou pessoa próxima que já sofreu violência doméstica ou familiar. Os dados indicam ainda que 82% das mato-grossenses perceberam aumento da violência doméstica e familiar contra as mulheres nos 12 meses anteriores à pesquisa e que 69% enxergam o Brasil como um país “muito machista”.
No Brasil, 93,6% das vítima não reconheceram a violência doméstica como tal ou não buscaram proteção policial
Das quase 29 milhões de mulheres que sofreram violência doméstica ou familiar nos últimos 12 meses no Brasil, segundo a Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, 24,97 milhões de mulheres, cerca de 87%, relataram situações concretas de violência sem nomeá-las espontaneamente como violência. Quando se soma a esse grupo 1,87 milhão de mulheres que declararam ter sofrido violência, mas não acionaram a delegacia, o Ligue 180 ou o 190, chega-se a 26,84 milhões de brasileiras, ou 93,6% das vítimas na lacuna entre a violência vivenciada e a busca por proteção policial.
Para Beatriz Accioly, Gerente de Políticas Públicas pelo Fim da Violência contra as Mulheres do Instituto Natura, esses dados mostram que o problema é maior do que os registros oficiais conseguem captar. Muitas mulheres vivem situações de violência sem nomeá-las dessa forma e isso significa que a necessidade real de proteção e atendimento é muito maior do que a que hoje chega às delegacias, aos serviços de saúde e à Justiça.
“Para quase 25 milhões de brasileiras, a violência aparece apenas quando perguntamos o que aconteceu, mas desaparece quando perguntamos diretamente se elas sofreram violência. Isso revela uma barreira anterior ao próprio acesso à política pública: reconhecer e nomear o que se está vivendo. Se a mulher não reconhece o que vive como violência, torna-se muito mais difícil procurar proteção e acolhimento. Por isso, informação de qualidade não é algo acessório: é parte fundamental de qualquer política pública de enfrentamento à violência contra as mulheres. Não basta que a rede esteja preparada para acolher quem chega; precisamos também criar caminhos para alcançar quem ainda não consegue reconhecer que pode buscar ajuda”, afirma Beatriz.
De acordo com o levantamento, apenas 4% das brasileiras declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar nos últimos 12 meses. Porém, ao serem questionadas sobre situações específicas de violência, sem que o termo fosse citado na pergunta, esse percentual sobe para 33% das brasileiras que relatam experiências compatíveis com violência doméstica. Isso significa que 29% da população feminina brasileira vivenciaram essas situações sem identificá-las e nomeá-las espontaneamente como violência.
“Creio que a grande contribuição do Senado Federal seja revelar a realidade da violência doméstica contra as mulheres, em todas as unidades da Federação, e, mais importante, expor claramente como esta realidade ainda está muito distante dos registros oficiais de todas estas localidades, logo, do alcance de políticas públicas efetivas. O Mapa Nacional não é apenas mais um agregador de dados sobre o tema, ao contrário, é talvez o principal instrumento público, efetivo, capaz de expor, comparar, confrontar e mudar a realidade vivida, a cada 12 meses, pelas mulheres no Brasil”, afirma José Henrique Varanda, coordenador do Instituto de Pesquisa DataSenado.
SOBRE O DATASENADO
O Instituto de Pesquisa DataSenado tem mais de 20 anos de história e foi criado pelo Senado Federal para reforçar a representação parlamentar federativa do Senado Federal. Este levantamento tem o método, a responsabilidade técnica estatística e a produção de resultados realizada pelo instituto e integra série histórica iniciada em 2005 e tem por objetivo ouvir cidadãs brasileiras acerca de aspectos relacionados à desigualdade de gênero e a agressões contra mulheres no país. (senado.leg.br/datasenado)
SOBRE O OBSERVATÓRIO DA MULHER CONTRA A VIOLÊNCIA
Criado em 2016 pelo Senado Federal, o Observatório da Mulher contra a Violência reúne, analisa e divulga dados sobre a violência de gênero no Brasil. Em parceria com o Instituto DataSenado, atua na produção e integração de informações que subsidiam políticas públicas e fomenta o intercâmbio entre as principais instituições envolvidas no enfrentamento à violência contra mulheres. (senado.leg.br/omv)
SOBRE O MAPA NACIONAL DA VIOLÊNCIA DE GÊNERO
O recorte estadual da 11ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher estará disponível, a partir de 25/8*, na página “Pesquisa Nacional” do Mapa Nacional da Violência de Gênero. O Mapa é resultado da união de esforços de muitas mãos e corações. A ideia de fazer diferente, de construir algo relevante, motivou organizações, profissionais e vontades, todos com um único propósito: criar uma ferramenta poderosa na luta contra a violência que atinge mulheres e meninas. Realizado por meio da cooperação entre Estado, sociedade civil e imprensa, o projeto é fruto da parceria entre o Senado Federal (representado pelo Observatório da Mulher e DataSenado), o Instituto Natura e a Gênero e Número, que reuniram seus projetos em uma plataforma pública e interativa dedicada à integração e à transparência dos principais dados sobre a violência de gênero no Brasil. (senado.leg.br/mapadaviolencia)
SOBRE O INSTITUTO NATURA
Fundado em 2010 no Brasil, o Instituto Natura é uma organização sem fins lucrativos que atua pela transformação sistêmica da realidade social na América Latina. Viabilizado pela venda de produtos sociais como o Natura Crer Para Ver e as Ofertas do Bem Avon e presente na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru, organiza sua atuação em três causas estratégicas: Educação, com foco na alfabetização na idade certa, no fomento ao Ensino ‘Médio e no fortalecimento de todo o ecossistema necessário para uma escola de qualidade; Desenvolvimento Integral das Consultoras de Beleza Natura e Avon, com ações multissetoriais voltadas para este grupo, agente de transformação em suas comunidades; e, desde 2024, Direitos e Saúde das Mulheres, agenda que é realizada em parceria com a Avon e foi incorporada a partir da integração com o Instituto Avon, que atuava há mais de 20 anos com iniciativas pelo cuidado com a saúde das mamas e fim da violência contra as mulheres. Em articulação com governos, sociedade civil e setor privado, o Instituto Natura apoia a formulação e implementação de políticas públicas de impacto sistêmico e duradouro e promove ações e campanhas de conscientização dentro da causa das mulheres, sempre apoiada pela Avon.
SOBRE A GÊNERO E NÚMERO
A Gênero e Número é uma associação sem fins lucrativos dedicada à produção, análise e comunicação de dados especializados sobre gênero, raça e sexualidade. Seu propósito é promover transformações sociais em prol da equidade e da justiça social, apoiando a tomada de decisões e a participação cidadã por meio de linguagem gráfica, conteúdo audiovisual, pesquisas, relatórios e reportagens multimídia.
Mato Grosso
Retorno da BR-364 é interditado durante recuperação de ponte sobre o Rio São Lourenço

Crédito – Mayke Toscano/Secom-MT
Mato Grosso
Entrega dos kits da Corrida Marajá – Edição Infinity Energy Drink começam nesta quinta-feira (20/08)
No ato da retirada do kit o participante deverá doar um quilo de alimento não-perecível (exceto sal)

O clima de expectativa já tomou conta dos 2 mil atletas inscritos na Corrida Marajá – Edição Infinity Energy Drink e antes de encarar o percurso no domingo (23/08), os participantes terão o compromisso nesta quinta-feira (20/08), com o início da entrega dos kits de prova em um espaço exclusivo do evento no Atacadão do Porto, em Cuiabá.
A organização preparou um cronograma especial em três dias para garantir comodidade e agilidade aos participantes: nos dias 20 e 21 de agosto (quinta e sexta-feira), das 9h às 19h e 22 de agosto (sábado), das 9h às 13 horas.
O kit oficial do atleta é para lá de completo, onde inclui a camiseta oficial da prova, sacochila, número de peito com chip de cronometragem, copo exclusivo colecionável, uma unidade do Infinity Energy Drink Sem Açúcar e brindes oferecidos pelos patrocinadores do evento.
Com o número no peito e chip de cronometragem garantidos, o foco total será para o dia do desafio de 6 quilômetros no domingo. A largada pontual está marcada para às 06h30, em frente à sede da fábrica de Refrigerantes Marajá, em Várzea Grande, que também servirá como ponto de chegada. O evento é alusivo ao aniversário de 63 anos de fundação da empresa.
A recomendação da organização é que os corredores cheguem com antecedência para o aquecimento inicial e hidratação.
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