Política MT
Thiago Silva apoia federalização dos Hospitais Regionais de Rondonópolis e Sinop
O deputado estadual Thiago Silva – MDB declarou apoio irrestrito para proposta que prevê a federalização dos Hospitais Regionais de Rondonópolis e Sinop. A questão foi discutida em reunião com a administração da Universidade Federal de Rondonópolis – UFR. O encontro aconteceu na segunda-feira (25), na sede da instituição.
O parlamentar, que é presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, ouviu dos gestores que a intenção é transformar as duas unidades em Hospitais Universitários, o que de acordo com a pró-reitora da UFR, Analy Castilho Polizel possibilita o contato direto dos estudantes com prática do dia- dia, melhora consideravelmente a qualidade no atendimento e possibilita aumento no fluxo de atendidos. “Eu vejo que todos saem ganhando. Mais recursos serão captados, uma vez que a união passará a enviar. Melhora ainda a efetividade do ensino, da pesquisa de extensão e evolve todos os cursos da área da saúde. Seria um ganho sem precedente para a população”, destaca.
Na avaliação de Thiago Silva a federalização é o melhor caminho para os hospitais estaduais. O deputado lembra que o número de profissionais será ampliando e os serviços oferecidos terão mais eficiência. “É um salto grande para saúde Mato Grosso. Os dois hospitais são referência para dezenas de cidades, mas não tem capacidade para oferecer excelência no atendimento. Com a federalização muda muito. O Estado ganha um parceiro para ajudar a custear as unidades, dezenas de futuros profissionais da saúde terão condições auxiliarem profissionais e com toda a certeza a população terá atendimento mais digno. Vamos reunir com o governo, bancada federal e trabalhar pela aprovação desta proposta”, frisa.
Uma comissão de avaliação e levantamento já foi criada e é composta por membros da Secretaria de Estado da Saúde, Universidade Federal de Rondonópolis, Universidade Federal de Mato Grosso – campus Sinop e Assembleia Legislativa. A proposta tramita na Ebserh – Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, que é vinculada com o Ministério da Educação.
Outras demandas
Os presentes ainda pediram ajuda do deputado para dar celeridade no processo criação efetiva dos cargos e funções da instituição. Só depois deste processo um reitor temporário será nomeado e após essa nomeação será criado enfim o Cadastro Nacional Pessoa Jurídica – CNPJ da UFR. “No papel a UFR ainda não existe. Isso impacta no acesso a recursos, implantação de novos cursos, contratação de pessoal. Já estamos em contato com Brasília, a UFR precisa de autonomia financeira, caso contrário ficará em dificuldade para expansão de novos”, explica Thiago.
Outra demanda apresenta foi a pavimentação de algumas ruas da unidade, que dão acesso a laboratórios. A falta do pavimento dificulta o acesso de alunos portadores de deficiência. “São poucas ruas. Vou propor ao Estado uma indicação a fim de firmar uma parceria com a UFR”, conclui.
Identificação
Thiago Silva foi um dos personagens que contribuíram para a criação da UFR e participou intensamente da emancipação da UFMT. Foi membro do Comitê Pró-Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) e Presidente da Comissão Pró-UFR.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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