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Tereza Cristina vai a Sergipe e Alagoas em sua segunda viagem ao NE pelo Mapa

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A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, viaja nesta quinta-feira (28) ao Nordeste, pela segunda vez desde que assumiu o cargo, para conhecer experiências locais de produção, agora, em municípios do Sergipe e de Alagoas. O objetivo é identificar onde é preciso dar apoio a iniciativas da agricultura familiar e implantar a regularização fundiária para que produtores acessem o crédito rural.

Uma das prioridades da ministra na região é incentivar a formação de novas cooperativas, contribuir para ampliar as já existentes, e facilitar o acesso à irrigação. Em fevereiro, Tereza Cristina fez visitas técnicas ao interior do Piauí, do Rio Grande do Norte, do Ceará e da Paraíba. E está agendada para breve outra viagem aos demais estados do Nordeste, Bahia, Pernambuco e Maranhão.

Nesta quinta, irá a Lagarto (SE),na feira do agronegócio, ExpoRingo. E fará a abertura do I Fórum do Agronegócio e Políticas Públicas. A feira é realizada pelo Haras Fábio José, que possui o maior banco genético da raça de cavalos quarto de milha do país. O município é o maior do interior do estado, com população estimada em 103 mil habitantes, o terceiro mais populoso de Sergipe, localizado a 75 km da capital. Situado na região agreste do estado, Lagarto tem reservas de argila, calcário, mármore, enxofre e pedras de revestimento. Mas as atividades econômicas que se destacam são o cultivo de tabaco e plantas cítricas, além da criação de rebanhos bovinos, equinos, ovinos e suínos, além da avicultura.

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Na manhã de sexta-feira, vai conhecer o Projeto Jacaré Curituba, considerado o maior assentamento da América Latina, com cerca de 5 mil moradores, localizado no Alto Sertão de Sergipe, entre os municípios de Canindé de São Francisco e Poço Redondo. O projeto que conta com sistema de irrigação produz uma diversidade de culturas, como coentro, cebola, acerola, goiaba, banana e abacaxi.

Em seguida, realizará visita à Cooperativa de Agricultura Familiar do Projeto Coofrucal, fundada em 1999 por produtores atendidos pela irrigação pública fornecida pelo governo do estado. Depois de passar por um período de inatividade, há cerca de dois anos, as atividades foram retomadas, com a produção de bolos, pão de mel e o próprio mel.

Outra visita na região inclui a primeira experiência das Unidades de Recuperação de Áreas Degradadas (Urads), realizada em parceria do governo federal estadual e o PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) em áreas de assentamentos. São desenvolvidas técnicas de combate à desertificação, de recuperação de nascentes e construção de barragens para evitar erosões.

Situado no extremo noroeste do estado de Sergipe, Canindé do São Francisco dista 213km da capital e serve de portal de entrada para passeios turísticos nos cânions do rio São Francisco. Além da receita do turismo, a economia local gira em torno da produção agrícola (milho, tomate, feijão e algodão), pecuária (bovinos, caprinos e ovinos) e avicultura.

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Ainda na sexta-feira, Tereza Cristina, viaja embarca para Alagoas, e em Coruripe, irá à Cooperativa Pindorama. Considerada uma das maiores referências em agricultura familiar do país, a cooperativa se destaca pela produção de alimentos, exploração pecuária bovina leiteira e de corte. Os associados exploram diversas culturas, com ênfase na produção de cana-de-açúcar e fruticultura.

A população de Coruripe de mais de 56 mil habitantes vive, principalmente, do cultivo da cana-de-açúcar, coleta de coco, e da pesca, tendo, ainda, outras formas de subsistência como a cultura de maracujá, mamão, abacaxi, feijão, o artesanato, o comércio e o turismo.

A ministra viaja acompanhada do secretário especial de Assuntos Fundiários do mapa, Nabhan Garcia, e do presidente da Embrapa, Sebastião Barbosa.

Serviço:Viagem ao NordesteData: 27 de março – quinta-feiraI Fórum do Agronegócio e Políticas Públicas
Local: Exporingo 2019- fazenda Bomfim – Povoado Brejo – Lagarto (Sergipe)
Horário: 15h30
Coletiva de Imprensa
Horário: 16h30
Abertura Exporingo
Horário: 17 horas

Data: 28 de março – sexta-feiraVisita ao Projeto Jacré Curituba
Local: Canindé de São Francisco (SE)
Horário: 8h30
Visita à Cooperativa Coofrucal
Horário: 9h30
Visita a Unidades de Recuperação de Áreas Degradadas
Horário: 10h30

Visita à Cooperativa Pindorama
Local: Colônia Pindorama – Coruripe (Alagoas)
Horário: 16h15

 

Mais informações à ImprensaCoordenação-geral de Comunicação Social
[email protected]

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“A Carne do Futuro” será tema de simpósio nas principais cidades de Mato Grosso

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Evento reunirá mais de 2 mil produtores, pesquisadores e especialistas em Cuiabá e Rondonópolis

Foto- Assessoria

Com o tema “A Carne do Futuro”, o 12º Simpósio Nutripura, um dos mais importantes encontros da pecuária brasileira, acontecerá entre os dias 19 e 21 de março de 2026, com um dia de campo no Centro de Pesquisa Nutripura (CPN), em Rondonópolis, e outros dois dias de palestras e painéis em Cuiabá, no Buffet Leila Malouf, espaço referência em eventos no estado.

O simpósio reunirá mais de 2 mil participantes, entre produtores, técnicos, pesquisadores e empresas do agronegócio, em uma programação voltada à inovação, sustentabilidade e tendências nos principais mercados globais da carne brasileira.
Entre os nomes confirmados estão José Luiz Tejon, referência em marketing agro e comportamento do consumidor, Alexandre Mendonça de Barros, economista e especialista em cenários agropecuários, além de Moacyr Corsi, Flávio Portela e Luiz Nussio, professores da Esalq/USP reconhecidos por suas contribuições em nutrição, manejo e produção animal.

O Dia de Campo abrirá a programação com demonstrações práticas de tecnologias aplicadas à nutrição, manejo e bem-estar animal. Já os painéis técnicos e debates em Cuiabá contarão com especialistas para discutir os avanços da pecuária brasileira em inovação, sustentabilidade e rastreabilidade. O encerramento contará com o tradicional churrasco oferecido pela Nutripura, momento de networking e celebração da cultura da carne.
As inscrições já estão disponíveis no site www.nutripura.com.br/simposio.

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Exportação de carne suína de Mato Grosso bate recorde histórico em 2024

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China, Vietnã e Angola são principais destinos da proteína suína produzida em MT

Foto- Assessoria

O bom ano da suinocultura mato-grossense refletiu também nas exportações da proteína suína. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) Mato Grosso bateu recorde histórico de exportação de carne suína em 2024, atingindo 1,306 mil toneladas exportadas. O número é 9% maior que o exportado em 2023, antigo recorde com 1,199 mil toneladas.
No cenário nacional o resultado de 2024 também foi positivo, a exportação brasileira de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) atingiu 1,352 milhão de toneladas, estabelecendo novo recorde para o setor. O número supera em 10% o total exportado em 2023 (com 1,229 milhão de toneladas), segundo levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).
Para o presidente da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), Frederico Tannure Filho, a expectativa de 2025 é positiva para o setor, principalmente pelo histórico dos últimos quatro meses.
“A expectativa é que 2025 seja um bom ano, visto o recorde de exportações nos últimos meses de 2024. A Acrismat vai continuar realizando o trabalho de manutenção sanitárias que promovem a qualidade da nossa carne, para manter nossas exportações e abrir novos mercados para nossos produtos”, pontuou.
Os principais destinos da carne suína de Mato Grosso foram Hong Kong, Vietnã, Angola e Uruguai. Dos produtos exportados, 80% foram In Natura, 18% miúdos e apenas 2% industrializados.
Na última semana o governo do Peru, por meio do Serviço Nacional de Sanidade Agrária (Senasa), autorizou que nove novas plantas frigoríficas no Brasil exportem produtos para o país.
Desde janeiro de 2023, o país vizinho importa carne suína do estado do Acre. Agora, com as novas habilitações, unidades em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo também poderão vender.
“A abertura do mercado peruano é mais uma boa oportunidade para a suinocultura de Mato Grosso, e reflete que o ano de 2025 para a atividade será de grandes oportunidades”, afirmou Frederico.
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Dia do Agricultor (28/7): produção de grãos deverá atingir 330 milhões de toneladas na próxima década

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Ministério da Agricultura prevê crescimento de 27% no setor até 2031; soja, milho, algodão e trigo puxam a evolução do setor

Foto: Assessoria

Enquanto outros setores produtivos mostraram dificuldades para crescer durante a pandemia, o agronegócio brasileiro “puxou para cima” o PIB nacional em 2020 – e deve continuar o bom desempenho também na próxima década. Segundo o estudo Projeções do Agronegócio, Brasil 2020/21 a 2030/31, realizado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, a produção de grãos no Brasil deverá atingir mais de 330 milhões de toneladas nos próximos dez anos, uma evolução de 27%, a uma taxa anual de 2,4%. Soja, milho, algodão e trigo deverão se manter como os grandes protagonistas no campo.

O levantamento concluiu ainda que o consumo do mercado interno, o crescimento das exportações e os ganhos de produtividade, aliados às novas tecnologias, deverão ser os principais fatores de expansão do agronegócio brasileiro, que representou, no ano passado, mais de 26% de todo o produto interno bruto do país.

Na contramão

O setor de farinha de trigo, por exemplo, foi fortemente impactado pelo aumento no consumo de pães e massas no mercado interno durante a pandemia, e teve um crescimento de 9% no faturamento do ano passado, segundo estudo da Abimapi (Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados).

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E a tendência seguiu assim no primeiro trimestre de 2021. A Herança Holandesa – linha de farinhas de trigo da Unium, marca institucional das indústrias das cooperativas paranaenses Frísia, Castrolanda e Capal – registrou no período, uma produção de 36,6 mil toneladas de farinha de trigo, e um faturamento que ultrapassou os R$ 67 milhões, números robustos para o setor no estado. “Os primeiros meses do ano foram muito positivos para o moinho da Unium. Nossa estimativa de produção para 2021 é de 140 mil toneladas, mesmo com um segundo semestre mais desafiador, com o preço do dólar influenciando no custo da matéria-prima”, explica o coordenador de negócios do moinho de trigo da Unium, Cleonir Ongaratto.

Dividida entre farinha e farelo de trigo, a produção da Unium não foi interrompida durante o período mais crítico do isolamento social, e a companhia conseguiu ainda investir R$ 756 mil em seus produtos em 2020. Ongaratto afirma que o principal objetivo foi garantir que todos os clientes fossem atendidos e que os supermercados estivessem abastecidos. “E a tendência é que continuemos dessa  forma. Temos um estudo para uma duplicação da moagem no moinho da Herança Holandesa, que deve ser aprovado pela diretoria da Unium ainda este ano, pois acreditamos que o setor continuará crescendo no futuro”, finaliza o coordenador.

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