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Tereza Cristina participa da assinatura de contratos que vão beneficiar 41 municípios
A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) e o ministro Gustavo Canuto (Desenvolvimento Regional) lançaram nesta quinta-feira (4), em Campo Grande, contratos do Programa Avançar Cidades que deverão beneficiar em breve um total de 41 municípios do Mato Grosso do Sul, sobretudo com pavimentação urbana.
“Vocês estão vendo uma ministra da Agricultura falando de Cidades porque esse projeto começou há um ano e meio, quando eu, deputada, no mandato passado, querendo ajudar os prefeitos – e tive dificuldade porque as emendas parlamentares são muito pequenas –, achei que esse programa ajudaria”, lembrou a ministra. “Estou até emocionada agora”, contou.
Segundo a ministra, “o ministro Canuto é grande conhecedor deste assunto e sabe da dificuldade dos prefeitos, da dificuldade que eles têm de fazer asfalto, a cobrança que hoje eles recebem da sociedade, que às vezes não entende que o orçamento é curto”. Tereza Cristina destacou que não há no governo uma ministra poderosa, mas um time de ministros poderosos, que trocam ideias toda a semana. “Trabalhamos em equipe realmente. Essa é uma grande mudança feita pelo presidente Bolsonaro.”
A ministra agradeceu ainda à Caixa Econômica Federal (CEF) pelo financiamento de contratos do Avançar Cidades. Três municípios do Mato Grosso do Sul saíram na frente: Ponta Porã, Sonora e Paraíso das Águas, que assinaram ontem contratos no valor de R$ 5 milhões. Outros 38 estão na lista de beneficiários. A ministra agradeceu também a presença de senadores, deputados federais e estaduais, além de prefeitos e demais autoridades que prestigiaram o evento no auditório da Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul)
O Programa Avançar Cidades, hoje comandado por Canuto, no Ministério do Desenvolvimento Regional, é uma inciativa do governo federal para impulsionar projetos de infraestrutura e mobilidade urbana. Com recursos do FGTS, os municípios financiam projetos com valor mínimo de R$ 5 milhões e máximo de R$ 200 milhões.
Reforma da Previdência
Em sua fala, no evento, a ministra aproveitou para fazer uma defesa veemente da reforma da Previdência e do projeto apresentado ao Congresso pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. Segundo Tereza Cristina, a atração de investimentos estrangeiros e o retorno da prosperidade ao país dependem da aprovação da reforma. “Ou nós aprovamos a reforma da Previdência ou não teremos mais recursos do Orçamento da União”.
Mais informações à imprensa:Coordenação-geral de Comunicação Social
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“A Carne do Futuro” será tema de simpósio nas principais cidades de Mato Grosso
Evento reunirá mais de 2 mil produtores, pesquisadores e especialistas em Cuiabá e Rondonópolis

Foto- Assessoria
Com o tema “A Carne do Futuro”, o 12º Simpósio Nutripura, um dos mais importantes encontros da pecuária brasileira, acontecerá entre os dias 19 e 21 de março de 2026, com um dia de campo no Centro de Pesquisa Nutripura (CPN), em Rondonópolis, e outros dois dias de palestras e painéis em Cuiabá, no Buffet Leila Malouf, espaço referência em eventos no estado.
O simpósio reunirá mais de 2 mil participantes, entre produtores, técnicos, pesquisadores e empresas do agronegócio, em uma programação voltada à inovação, sustentabilidade e tendências nos principais mercados globais da carne brasileira.
Entre os nomes confirmados estão José Luiz Tejon, referência em marketing agro e comportamento do consumidor, Alexandre Mendonça de Barros, economista e especialista em cenários agropecuários, além de Moacyr Corsi, Flávio Portela e Luiz Nussio, professores da Esalq/USP reconhecidos por suas contribuições em nutrição, manejo e produção animal.
O Dia de Campo abrirá a programação com demonstrações práticas de tecnologias aplicadas à nutrição, manejo e bem-estar animal. Já os painéis técnicos e debates em Cuiabá contarão com especialistas para discutir os avanços da pecuária brasileira em inovação, sustentabilidade e rastreabilidade. O encerramento contará com o tradicional churrasco oferecido pela Nutripura, momento de networking e celebração da cultura da carne.
As inscrições já estão disponíveis no site www.nutripura.com.br/simposio.
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Exportação de carne suína de Mato Grosso bate recorde histórico em 2024

Foto- Assessoria
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Dia do Agricultor (28/7): produção de grãos deverá atingir 330 milhões de toneladas na próxima década
Ministério da Agricultura prevê crescimento de 27% no setor até 2031; soja, milho, algodão e trigo puxam a evolução do setor

Foto: Assessoria
Enquanto outros setores produtivos mostraram dificuldades para crescer durante a pandemia, o agronegócio brasileiro “puxou para cima” o PIB nacional em 2020 – e deve continuar o bom desempenho também na próxima década. Segundo o estudo Projeções do Agronegócio, Brasil 2020/21 a 2030/31, realizado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, a produção de grãos no Brasil deverá atingir mais de 330 milhões de toneladas nos próximos dez anos, uma evolução de 27%, a uma taxa anual de 2,4%. Soja, milho, algodão e trigo deverão se manter como os grandes protagonistas no campo.
O levantamento concluiu ainda que o consumo do mercado interno, o crescimento das exportações e os ganhos de produtividade, aliados às novas tecnologias, deverão ser os principais fatores de expansão do agronegócio brasileiro, que representou, no ano passado, mais de 26% de todo o produto interno bruto do país.
Na contramão
O setor de farinha de trigo, por exemplo, foi fortemente impactado pelo aumento no consumo de pães e massas no mercado interno durante a pandemia, e teve um crescimento de 9% no faturamento do ano passado, segundo estudo da Abimapi (Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados).
E a tendência seguiu assim no primeiro trimestre de 2021. A Herança Holandesa – linha de farinhas de trigo da Unium, marca institucional das indústrias das cooperativas paranaenses Frísia, Castrolanda e Capal – registrou no período, uma produção de 36,6 mil toneladas de farinha de trigo, e um faturamento que ultrapassou os R$ 67 milhões, números robustos para o setor no estado. “Os primeiros meses do ano foram muito positivos para o moinho da Unium. Nossa estimativa de produção para 2021 é de 140 mil toneladas, mesmo com um segundo semestre mais desafiador, com o preço do dólar influenciando no custo da matéria-prima”, explica o coordenador de negócios do moinho de trigo da Unium, Cleonir Ongaratto.
Dividida entre farinha e farelo de trigo, a produção da Unium não foi interrompida durante o período mais crítico do isolamento social, e a companhia conseguiu ainda investir R$ 756 mil em seus produtos em 2020. Ongaratto afirma que o principal objetivo foi garantir que todos os clientes fossem atendidos e que os supermercados estivessem abastecidos. “E a tendência é que continuemos dessa forma. Temos um estudo para uma duplicação da moagem no moinho da Herança Holandesa, que deve ser aprovado pela diretoria da Unium ainda este ano, pois acreditamos que o setor continuará crescendo no futuro”, finaliza o coordenador.
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