Política MT
Tribunal de Justiça se compromete a auxiliar CPI da Renúncia e Sonegação Fiscal
Deputados solicitaram ao presidente do TJ que seja escalado um oficial de Justiça e fornecidas informações de processos no âmbito criminal e tributário em andamento no Tribunal que tratam de evasão fiscal e sonegação de impostos.
O Tribunal de Justiça se comprometeu em auxiliar no que for necessário o trabalho da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Assembleia Legislativa que investiga sonegação de impostos e renúncia fiscal em Mato Grosso.
No final da tarde de quarta-feira (10), o presidente da CPI, deputado estadual Wilson Santos (PSDB), liderou uma visita ao presidente do Judiciário, desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha, juntamente com outros parlamentares membros da CPI, os deputados Ondanir Bortolini, o Nininho (PSD) e Janaina Riva (MDB).
O deputado estadual Wilson Santos destacou a importância do bom andamento da CPI da Renúncia e Sonegação Fiscal que visa apurar medidas que possam ser tomadas pelos órgãos de fiscalização para contribuir com a melhora na arrecadação de impostos pelo governo do estado.
“Certamente, no mínimo, milhões poderão entrar nos cofres públicos e garantir ao Estado um melhor fluxo de caixa para honrar despesas com investimentos em educação, saúde, segurança pública e honrar compromisso com servidores”, disse.
O presidente do Judiciário, desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha, informou que vai avaliar o pedido feito pelos parlamentares de escalar um oficial de Justiça e fornecer informações de processos no âmbito criminal e tributário em andamento no Tribunal de Justiça que tratam de evasão fiscal e sonegação de impostos.
“Com o pedido sendo devidamente formalizado, certamente o Judiciário dará a sua parcela de contribuição no que for necessário ao trabalho do Legislativo”, ressaltou o magistrado.
POR: RAFAEL COSTA / Gabinete do deputado Wilson Santos
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
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Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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