Política MT
Emanuel Pinheiro (MDB) formalizará pedido ao seu partido para que apoiar o senador Wellington Fagundes (PR)
O prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) declarou, na tarde desta terça (7), que formalizará, nos próximos dias, pedido ao seu partido para que possa apoiar o senador Wellington Fagundes (PR) na disputa ao governo.
O MDB se aliou, nas eleições deste ano, ao DEM e está apoiando a chapa liderada pelo ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes, na disputa ao Palácio Paiaguás. Emanuel, porém, manifestou apoio a Wellington.
O prefeito tem optado por evitar comparecer a eventos relacionados ao candidato, ao menos enquanto não possui permissão oficial de sua sigla para apoiar o senador. Argumenta que ainda não tem a autonomia para apoiar Wellington porque precisa da autorização do MDB regional.
“Ainda não fiz esse pedido oficialmente, mas farei. Esperei passar o período das convenções e agora vou pedir que o partido me libere para que a gente possa levar adiante o projeto que começamos na minha eleição. Espero que eu possa, em uma campanha de alto nível, apoiar o senador Wellington Fagundes, até porque não veto e não tenho nada contra ninguém”, disse.
O emedebista comentou que optou por fazer o pedido formalmente ao partido para que sua decisão não pareça deslealdade ou infidelidade partidária. “Tenho o maior respeito com o meu partido. Sou grato ao MDB. Mas democracia é isso. A gente pensa diferente, às vezes se posiciona de forma diferente e eu respeito muito essa relação cordial”.
Da redação com RD News
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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