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Circuito Aprosoja leva informação a produtores da Região Oeste

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Fortalecimento Institucional

Circuito Aprosoja leva informação a produtores da Região Oeste

Na próxima semana evento segue para Região Sul do Estado


13/05/2019

Entre os dias 05 e 10 de maio a caravana da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) percorreu mais cinco municípios do Estado, levando informação, conhecimento e debate. Desta vez, as cidades visitadas pela equipe do 14º Circuito Aprosoja foram da Região Oeste: Campos de Julio, Sapezal, Campo Novo do Parecis, Tangará da Serra e Diamantino, que somados reuniram cerca de 700 pessoas para discutir o tema “Custo + Tributação = Agricultura em Risco”. Na próxima semana evento segue para Região Sul do Estado.

O presidente da Aprosoja-MT e vice-presidente da Aprosoja Brasil, Antonio Galvan, agradeceu a participação dos produtores associados presentes nos encontros e enfatizou que a entidade os representa e precisa ouvi-los para desenvolver melhor suas ações.

“Com certeza é muito bom ver a participação em massa dos produtores associados com seus familiares da Região Oeste. É importante que todos participem, pois o Circuito é uma troca de experiencias, informações e ideias. Nós levamos conhecimento através dos palestrantes, e nesse ano com a mesa redonda, e os produtores com as perguntas, sugestões e críticas que tiverem. É um momento em que a nossa diretoria vem ouvir a base para desempenhar melhor nossas ações. Porque esse é o papel da entidade, representar da melhor maneira possível os produtores rurais”, afirmou Galvan.

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Com foco no tema central “Custo + Tributação = Agricultura em Risco”, os produtores rurais foram agraciados com uma palestra do economista e comentarista do Canal Rural, Miguel Daoud, que em linhas gerais, apresentou o cenário político-econômico do Brasil e do mundo com foco no agronegócio. Palestra também mostrou as perspectivas econômicas do país.

“É um bate papo com os produtores. Nosso país passa por dificuldades e o setor também. A situação realmente é preocupante. Não há uma fórmula certa, uma mágica de como resolver e acabar com os problemas.  Estou apresentando um cenário para os produtores escolherem um melhor caminho para percorrerem. Foi mais uma semana fantástica, os produtores estão preocupados e a Aprosoja está de parabéns com esse evento, que é democrático, contribui e da voz aos produtores para construir juntos o melhor caminho”, disse o especialista

Após a palestra, os participantes presenciaram o debate com a presença do presidente Antonio Galvan, diretor-executivo da Aprosoja Brasil, Fabrício Rosa e dos delegados coordenadores de cada núcleo. Quem mediou o bate papo foi o jornalista e apresentador do Programa Direto ao Pronto (Canal Rural), Glauber Silveira. Na conversa, temas como Funrural, Fethab, Fonte 100 e Lei Kandir, onde os presentes podiam perguntar, fazer críticas e dar sugestões.

Delegada coordenadora e produtora em Campo Novo do Parecis, Magda Ortonan, parabenizou o novo formato que a Associação trouxe para o evento nesta edição, onde proporcionou maior interação dos associados e lembrou que é uma oportunidade de prestação de contas da entidade aos associados.

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“Esse ano veio a entidade veio inovando mais. Deu oportunidade para os participantes interagirem mais com os palestrantes. Também é uma maneira de apresentar os trabalhos que a entidade está fazendo, que papel ela está desempenhando, em que ela está defendendo o produtor lá fora. Tudo isso vem de encontro com a necessidade do produtor, trazendo conhecimento também das questões que estão sendo tratadas em Brasília, que muitas vezes, o produtor aqui na ponta não está sabendo ou não tem toda essa orientação”, disse ela.

Produtor e delegado coordenador do núcleo de Diamantino, Mateus Henrique Mendes França disse que valeu a pena ter participado do evento. Na opinião dele o Circuito foi produtivo e apresentou um tema bastante atual.

“Evento foi muito produtivo, ainda mais em um momento como esse em que nós produtores estamos passando por muitas dificuldades e a Aprosoja apresentou um tema muito atual e presente no nosso dia a dia. Hoje as principais ameaças da sobrevivência do produtor na atividade são os altos custos de produção e as taxações do setor. Então, deixo um recado para os associados das próximas regiões por onde o Circuito vai passar, participe, porque vale a pena, o evento está muito produtivo”, convidou o delegado.

SERVIÇO – Próximas paradas do Circuito Aprosoja serão municípios localizados no Sul e depois Leste de Mato Grosso. Encerramento será no dia 10 de junho, em Cuiabá. Para realização do evento a Aprosoja conta com apoio do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e das empresas parceiras Syngenta, Sicredi e SuperBac. Mais informações nas nossas redes sociais.

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Fonte: Ascom Aprosoja


Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215

Email: [email protected]

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“A Carne do Futuro” será tema de simpósio nas principais cidades de Mato Grosso

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Evento reunirá mais de 2 mil produtores, pesquisadores e especialistas em Cuiabá e Rondonópolis

Foto- Assessoria

Com o tema “A Carne do Futuro”, o 12º Simpósio Nutripura, um dos mais importantes encontros da pecuária brasileira, acontecerá entre os dias 19 e 21 de março de 2026, com um dia de campo no Centro de Pesquisa Nutripura (CPN), em Rondonópolis, e outros dois dias de palestras e painéis em Cuiabá, no Buffet Leila Malouf, espaço referência em eventos no estado.

O simpósio reunirá mais de 2 mil participantes, entre produtores, técnicos, pesquisadores e empresas do agronegócio, em uma programação voltada à inovação, sustentabilidade e tendências nos principais mercados globais da carne brasileira.
Entre os nomes confirmados estão José Luiz Tejon, referência em marketing agro e comportamento do consumidor, Alexandre Mendonça de Barros, economista e especialista em cenários agropecuários, além de Moacyr Corsi, Flávio Portela e Luiz Nussio, professores da Esalq/USP reconhecidos por suas contribuições em nutrição, manejo e produção animal.

O Dia de Campo abrirá a programação com demonstrações práticas de tecnologias aplicadas à nutrição, manejo e bem-estar animal. Já os painéis técnicos e debates em Cuiabá contarão com especialistas para discutir os avanços da pecuária brasileira em inovação, sustentabilidade e rastreabilidade. O encerramento contará com o tradicional churrasco oferecido pela Nutripura, momento de networking e celebração da cultura da carne.
As inscrições já estão disponíveis no site www.nutripura.com.br/simposio.

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Exportação de carne suína de Mato Grosso bate recorde histórico em 2024

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China, Vietnã e Angola são principais destinos da proteína suína produzida em MT

Foto- Assessoria

O bom ano da suinocultura mato-grossense refletiu também nas exportações da proteína suína. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) Mato Grosso bateu recorde histórico de exportação de carne suína em 2024, atingindo 1,306 mil toneladas exportadas. O número é 9% maior que o exportado em 2023, antigo recorde com 1,199 mil toneladas.
No cenário nacional o resultado de 2024 também foi positivo, a exportação brasileira de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) atingiu 1,352 milhão de toneladas, estabelecendo novo recorde para o setor. O número supera em 10% o total exportado em 2023 (com 1,229 milhão de toneladas), segundo levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).
Para o presidente da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), Frederico Tannure Filho, a expectativa de 2025 é positiva para o setor, principalmente pelo histórico dos últimos quatro meses.
“A expectativa é que 2025 seja um bom ano, visto o recorde de exportações nos últimos meses de 2024. A Acrismat vai continuar realizando o trabalho de manutenção sanitárias que promovem a qualidade da nossa carne, para manter nossas exportações e abrir novos mercados para nossos produtos”, pontuou.
Os principais destinos da carne suína de Mato Grosso foram Hong Kong, Vietnã, Angola e Uruguai. Dos produtos exportados, 80% foram In Natura, 18% miúdos e apenas 2% industrializados.
Na última semana o governo do Peru, por meio do Serviço Nacional de Sanidade Agrária (Senasa), autorizou que nove novas plantas frigoríficas no Brasil exportem produtos para o país.
Desde janeiro de 2023, o país vizinho importa carne suína do estado do Acre. Agora, com as novas habilitações, unidades em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo também poderão vender.
“A abertura do mercado peruano é mais uma boa oportunidade para a suinocultura de Mato Grosso, e reflete que o ano de 2025 para a atividade será de grandes oportunidades”, afirmou Frederico.
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Dia do Agricultor (28/7): produção de grãos deverá atingir 330 milhões de toneladas na próxima década

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Ministério da Agricultura prevê crescimento de 27% no setor até 2031; soja, milho, algodão e trigo puxam a evolução do setor

Foto: Assessoria

Enquanto outros setores produtivos mostraram dificuldades para crescer durante a pandemia, o agronegócio brasileiro “puxou para cima” o PIB nacional em 2020 – e deve continuar o bom desempenho também na próxima década. Segundo o estudo Projeções do Agronegócio, Brasil 2020/21 a 2030/31, realizado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, a produção de grãos no Brasil deverá atingir mais de 330 milhões de toneladas nos próximos dez anos, uma evolução de 27%, a uma taxa anual de 2,4%. Soja, milho, algodão e trigo deverão se manter como os grandes protagonistas no campo.

O levantamento concluiu ainda que o consumo do mercado interno, o crescimento das exportações e os ganhos de produtividade, aliados às novas tecnologias, deverão ser os principais fatores de expansão do agronegócio brasileiro, que representou, no ano passado, mais de 26% de todo o produto interno bruto do país.

Na contramão

O setor de farinha de trigo, por exemplo, foi fortemente impactado pelo aumento no consumo de pães e massas no mercado interno durante a pandemia, e teve um crescimento de 9% no faturamento do ano passado, segundo estudo da Abimapi (Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados).

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E a tendência seguiu assim no primeiro trimestre de 2021. A Herança Holandesa – linha de farinhas de trigo da Unium, marca institucional das indústrias das cooperativas paranaenses Frísia, Castrolanda e Capal – registrou no período, uma produção de 36,6 mil toneladas de farinha de trigo, e um faturamento que ultrapassou os R$ 67 milhões, números robustos para o setor no estado. “Os primeiros meses do ano foram muito positivos para o moinho da Unium. Nossa estimativa de produção para 2021 é de 140 mil toneladas, mesmo com um segundo semestre mais desafiador, com o preço do dólar influenciando no custo da matéria-prima”, explica o coordenador de negócios do moinho de trigo da Unium, Cleonir Ongaratto.

Dividida entre farinha e farelo de trigo, a produção da Unium não foi interrompida durante o período mais crítico do isolamento social, e a companhia conseguiu ainda investir R$ 756 mil em seus produtos em 2020. Ongaratto afirma que o principal objetivo foi garantir que todos os clientes fossem atendidos e que os supermercados estivessem abastecidos. “E a tendência é que continuemos dessa  forma. Temos um estudo para uma duplicação da moagem no moinho da Herança Holandesa, que deve ser aprovado pela diretoria da Unium ainda este ano, pois acreditamos que o setor continuará crescendo no futuro”, finaliza o coordenador.

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