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Ponte entre Porto Murtinho e Carmelo Peralta (Paraguai) vai permitir acesso ao Pacífico
A construção de ponte entre Porto Murtinho (MS) e o distrito paraguaio de Carmelo Peralta, que permitirá o acesso do Brasil a portos do Oceano Pacífico foi destacada pela ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento), depois de reunião realizada com o presidente do Paraguai, Mario Abdo, e demais autoridades de governo na manhã desta terça-feira (9).
Em viagem ao país, com equipe do ministério e o governador do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, estado que faz divisa com o Paraguai, a ministra declarou que a ponte é “importantíssima para a agricultura brasileira, para a do Paraguai, para o bloco (Mercosul), e toda a região”.
Orçada em U$ 70 milhões, a ponte será construída pela Itaipu Binacional no Paraguai, com conclusão prevista para 2023. A obra integra a Rota Bioceânica e permitirá o acesso rodoviário ao Pacífico em 1.400 quilômetros. A fase atual é de licitação do projeto e da fiscalização.
O governador do Mato Grosso do Sul disse que “a ponte será um marco para a integração dos países da região, para a Rota Bioceânica”. E que “permitirá aumentar a competitividade das nossas exportações e também importações de outros países”.
“O Paraguai é um país vizinho, irmão”, observou a ministra, antes de reunir-se com o ministro da Agricultura do Paraguai, Denis Lichi, para tratar de questões sanitárias entre os dois países. Por essa razão, Tereza Cristina viajou acompanhada dos secretários de Comércio e Relações Internacionais, Orlando Ribeiro; de Política Agrícola, Eduardo Sampaio; de Defesa Agropecuária, José Guilherme Leal e; da Pesca, Jorge Seif.
A expectativa é aproximar os protocolos nas áreas animal e vegetal, facilitando o comércio bilateral da atividade agropecuária. A ministra lembrou o bom relacionamento com o ministro da Agricultura do Paraguai, com quem esteve reunida recentemente em Brasília.
O Acordo Mercosul-União Europeia também foi lembrado ao final da reunião, no Palácio de Governo, pela ministra, pelas autoridades do país e pelo governador Reinaldo Azambuja. Tereza Cristina disse que o esforço conjunto dos países da região foi fundamental para chegar ao entendimento. Assim como o envolvimento do presidente Jair Bolsonaro, e os presidentes do demais países do bloco.
O governador do Mato Grosso do Sul lembrou que também foram discutidas questões como a integração para a segurança de fronteira na região
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“A Carne do Futuro” será tema de simpósio nas principais cidades de Mato Grosso
Evento reunirá mais de 2 mil produtores, pesquisadores e especialistas em Cuiabá e Rondonópolis

Foto- Assessoria
Com o tema “A Carne do Futuro”, o 12º Simpósio Nutripura, um dos mais importantes encontros da pecuária brasileira, acontecerá entre os dias 19 e 21 de março de 2026, com um dia de campo no Centro de Pesquisa Nutripura (CPN), em Rondonópolis, e outros dois dias de palestras e painéis em Cuiabá, no Buffet Leila Malouf, espaço referência em eventos no estado.
O simpósio reunirá mais de 2 mil participantes, entre produtores, técnicos, pesquisadores e empresas do agronegócio, em uma programação voltada à inovação, sustentabilidade e tendências nos principais mercados globais da carne brasileira.
Entre os nomes confirmados estão José Luiz Tejon, referência em marketing agro e comportamento do consumidor, Alexandre Mendonça de Barros, economista e especialista em cenários agropecuários, além de Moacyr Corsi, Flávio Portela e Luiz Nussio, professores da Esalq/USP reconhecidos por suas contribuições em nutrição, manejo e produção animal.
O Dia de Campo abrirá a programação com demonstrações práticas de tecnologias aplicadas à nutrição, manejo e bem-estar animal. Já os painéis técnicos e debates em Cuiabá contarão com especialistas para discutir os avanços da pecuária brasileira em inovação, sustentabilidade e rastreabilidade. O encerramento contará com o tradicional churrasco oferecido pela Nutripura, momento de networking e celebração da cultura da carne.
As inscrições já estão disponíveis no site www.nutripura.com.br/simposio.
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Exportação de carne suína de Mato Grosso bate recorde histórico em 2024

Foto- Assessoria
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Dia do Agricultor (28/7): produção de grãos deverá atingir 330 milhões de toneladas na próxima década
Ministério da Agricultura prevê crescimento de 27% no setor até 2031; soja, milho, algodão e trigo puxam a evolução do setor

Foto: Assessoria
Enquanto outros setores produtivos mostraram dificuldades para crescer durante a pandemia, o agronegócio brasileiro “puxou para cima” o PIB nacional em 2020 – e deve continuar o bom desempenho também na próxima década. Segundo o estudo Projeções do Agronegócio, Brasil 2020/21 a 2030/31, realizado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, a produção de grãos no Brasil deverá atingir mais de 330 milhões de toneladas nos próximos dez anos, uma evolução de 27%, a uma taxa anual de 2,4%. Soja, milho, algodão e trigo deverão se manter como os grandes protagonistas no campo.
O levantamento concluiu ainda que o consumo do mercado interno, o crescimento das exportações e os ganhos de produtividade, aliados às novas tecnologias, deverão ser os principais fatores de expansão do agronegócio brasileiro, que representou, no ano passado, mais de 26% de todo o produto interno bruto do país.
Na contramão
O setor de farinha de trigo, por exemplo, foi fortemente impactado pelo aumento no consumo de pães e massas no mercado interno durante a pandemia, e teve um crescimento de 9% no faturamento do ano passado, segundo estudo da Abimapi (Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados).
E a tendência seguiu assim no primeiro trimestre de 2021. A Herança Holandesa – linha de farinhas de trigo da Unium, marca institucional das indústrias das cooperativas paranaenses Frísia, Castrolanda e Capal – registrou no período, uma produção de 36,6 mil toneladas de farinha de trigo, e um faturamento que ultrapassou os R$ 67 milhões, números robustos para o setor no estado. “Os primeiros meses do ano foram muito positivos para o moinho da Unium. Nossa estimativa de produção para 2021 é de 140 mil toneladas, mesmo com um segundo semestre mais desafiador, com o preço do dólar influenciando no custo da matéria-prima”, explica o coordenador de negócios do moinho de trigo da Unium, Cleonir Ongaratto.
Dividida entre farinha e farelo de trigo, a produção da Unium não foi interrompida durante o período mais crítico do isolamento social, e a companhia conseguiu ainda investir R$ 756 mil em seus produtos em 2020. Ongaratto afirma que o principal objetivo foi garantir que todos os clientes fossem atendidos e que os supermercados estivessem abastecidos. “E a tendência é que continuemos dessa forma. Temos um estudo para uma duplicação da moagem no moinho da Herança Holandesa, que deve ser aprovado pela diretoria da Unium ainda este ano, pois acreditamos que o setor continuará crescendo no futuro”, finaliza o coordenador.
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