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Rondonópolis

Ação Social debate implantação do Programa Família Acolhedora na cidade

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A Secretaria Municipal de Promoção e Assistência Social -SEMPRAS, realizou na tarde desta quinta-feira (12) na sede da pasta, um encontro envolvendo representantes do Ministério Público (vara da infância e juventude), Tribunal de Justiça; o Grupo Ampara de Cuiabá (MT), Conselhos Tutelares; Conselho de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente – CMDCA; bem como profissionais da área da rede de proteção à criança, para debater a implantação do “Programa Família Acolhedora” na cidade.

Conforme informações repassadas pela Gerente do Departamento de Proteção e Assistência Social, Fabiana Rizati, esse encontro já significa uma resposta da gestão municipal a uma visita de uma comitiva de representantes da Corregedoria do Estado de Mato Grosso, que veio tratar da situação de acolhimento de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social ou que sofreram algum tipo de violação dos seus direitos no município.

Todavia, como a cidade já possui uma unidade de acolhimento institucional para crianças nessa situação, a ‘Casa Abrigo de Rondonópolis” comporta e acolhe cerca de 20 crianças. 

No entanto, agora o município está aderindo a esta nova proposta de modalidade de acolhimento, que é tipificada no serviço de assistência social e é denominada Programa Família Acolhedora.

Então conforme Fabiana, esse encontro envolvendo todos esses atores sociais, visou sobretudo, abrir o debate para a questão da proteção às crianças, adolescentes ou grupos de irmãos em situação de risco pessoal e social, e cuja situação legal ainda esteja sendo avaliada e os trâmites da justiça sejam completados. 

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“Essa nova modalidade que a gente está ampliando o debate com a rede de proteção à criança no município, é muito inovadora, pois já existem cinco municípios do estado como; Santo Antônio do Leverger; Diamantino, Sorriso, Campo Verde, já desenvolvendo esse trabalho e oferecendo essa modalidade de acolhimento as crianças, e Rondonópolis está no rol dos próximos a aderir, como a Capital Cuiabá que também já discute a implementação do programa”, explicou

Conforme a representante da Ação Social, nesse primeiro momento, a troca de experiências entre a Secretaria e os representantes do Grupo Ampara da capital, vai possibilitar abrir o debate trazendo a legislação brasileira, e discutir vários trâmites legais necessários para processar e implementar o programa no município. 

Ainda conforme ela, o encontro representa o início da possibilidade da existência de uma unidade de acolhimento da Família Acolhedora em Rondonópolis.

O que é o Programa Família Acolhedora? 
O Programa Família Acolhedora consiste no cadastro e capacitação de famílias da comunidade para receberem em suas casas, por um período determinado, crianças, adolescentes ou grupos de irmãos em situação de risco pessoal e social, dando-lhes acolhida, amparo, aceitação, amor e a possibilidade de convivência familiar e comunitária. 

A família de acolhimento representa a possibilidade de continuidade da convivência familiar em ambiente sadio para a criança ou adolescente, enquanto acontecem os trâmites do processo judicial envolvendo a criança.
 
Então, receber uma pessoa em acolhimento provisório não significa adotá-lo ou integrá-lo como filho. A família de apoio assume o papel de parceira no atendimento e na preparação para o retorno à família biológica ou substituta.
 
Todavia como o programa representa mais um serviço social, a família acolhedora recebe, por seis meses, período determinado de uma adoção provisória, uma ajuda de custo de um salário mínimo. A maioria das crianças e adolescentes que participam do programa retornam aos seus lares, após o período de acolhimento em lares substitutos.
 
Cada família acolhedora deverá acolher uma criança/adolescente por vez, exceto quando se tratar de grupo de irmãos, quando esse número poderá ser ampliado. 
Casais, mulheres e homens solteiros podem ser acolhedores. As famílias acolhedoras são selecionadas, capacitadas e acompanhadas pela equipe técnica do Serviço de Acolhimento.

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Como ser um lar temporário?
É preciso ter disponibilidade afetiva, tempo para cuidar de uma criança de zero a três anos e não possuir antecedentes criminais.

Gerente do Departamento de Proteção e Assistência Social, Fabiana Rizati

Rondonópolis

TCE-MT mantém suspenso sorteio de carros comprados com recursos da Saúde em Rondonópolis

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O Plenário do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) manteve suspenso o sorteio de 12 veículos pela Prefeitura de Rondonópolis vinculados ao “Programa Educa ROO – Prêmio Excelência em Sala de Aula”, que seriam destinados a professores da rede municipal de educação e foram adquiridos com verba do Fundo Municipal de Saúde. Sob relatoria do conselheiro José Carlos Novelli, a tutela provisória de urgência foi homologada por unanimidade na sessão ordinária dessa terça-feira (8).

A cautelar foi solicitada em denúncia que apontou indícios de que a prefeitura remanejou mais de R$ 2 milhões previstos para construção, ampliação e reforma de unidades de saúde para custear a compra dos veículos, no valor de R$ 196 mil cada. “Em que pese a aparente desvinculação formal da receita por meio do projeto de abertura de créditos adicionais, o fato é que recursos inicialmente categorizados para cumprimento do dever constitucional de ações e serviços públicos de saúde foram remanejados para despesa associada à pura e simples premiação de servidores públicos vinculados a órgão diverso, alheio à saúde pública”, argumentou Novelli.

O relator destacou ainda a competência do Tribunal de Contas de fiscalizar a legalidade e legitimidade dos atos da prefeitura quanto ao uso de recursos públicos. “Permanece relevante a anulação de mais de R$ 2 milhões em dotações inicialmente destinadas a despesas contabilizadas como ações e serviços públicos de saúde, cujos recursos foram redirecionados ao custeio de programa de premiação de servidores da educação, especialmente sob a perspectiva da legitimidade dos gastos públicos”, sustentou o relator.

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Além disso, o conselheiro ressaltou que o restante dos recursos que seriam utilizados para a realização da premiação, teria sido remanejado de outras dotações específicas relativas à remuneração e encargos sociais de diferentes secretarias, cenário que exige análise sobre eventual comprometimento de outras despesas obrigatórias e fundamentais da administração municipal. “Subsiste risco de comprometimento de políticas públicas de saúde, sobretudo diante de relatos de parlamentares municipais sob a precariedade da rede hospitalar. Por isso, impõe-se apurar de que forma as necessidades da saúde serão garantidas após a anulação das dotações, bem como avaliar a retirada de recursos relativo à remuneração e aos encargos sociais de diferentes secretarias, despesas permanentes e inadiáveis da administração.”

Na ocasião, o conselheiro Waldir Teis sugeriu que o caso fosse encaminhado como denúncia ao Ministério Público Eleitoral (MPE) junto à Zona Eleitoral de Rondonópolis. Na mesma linha, o presidente do TCE-MT, conselheiro Sérgio Ricardo, acrescentou que o encaminhamento seja feito ao Ministério Público do Estado (MPMT). Ambas as sugestões foram acolhidas pelo relator e aprovadas pelo Plenário.

Sérgio Ricardo defendeu ainda que os 12 veículos já adquiridos sejam entregues imediatamente à estrutura da Prefeitura de Rondonópolis para serem utilizados como viatura de polícia ou apoio à saúde. “Não há risco da demora. O veículo já foi comprado e pago, então não há risco de ficar no sol estragando. Pode ser imediatamente entregue à estrutura da prefeitura”, concluiu.

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Rondonópolis

Prefeitura ratifica contratação de R$ 288 mil para serviços de ginecologia em Rondonópolis

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Empresa M R M Costa foi habilitada por meio da Chamada Pública nº 03/2026 para prestação complementar de consultas, procedimentos e exames pelo SUS

Foto- Assessoria

A Secretaria Municipal de Saúde de Rondonópolis ratificou a Inexigibilidade de Licitação nº 94/2026, no valor de R$ 288 mil, para a contratação de empresa especializada na prestação de serviços médicos na área de ginecologia.

A contratação foi formalizada pelo secretário municipal de Saúde, Israel Silveira Paniago, com base na Chamada Pública nº 03/2026, referente ao Lote 09, destinado à especialidade de ginecologia.

De acordo com o Termo de Ratificação, a empresa M R M Costa, inscrita no CNPJ nº 33.434.685/0001-33 e sediada em Rondonópolis, foi a participante habilitada no processo.

O objeto prevê a prestação de consultas médicas especializadas, procedimentos e exames para pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), de forma complementar à rede própria municipal de saúde.

Segundo o documento, os serviços deverão atender às demandas estimadas pela Secretaria Municipal de Saúde, com quantitativos definidos a partir de Estudo Técnico Preliminar (ETP).

A contratação foi realizada por inexigibilidade, com fundamento no artigo 74 da Lei Federal nº 14.133/2021, após manifestação favorável do Parecer Jurídico nº 106/2026 da Assessoria de Compras da Secretaria de Administração.

O valor total ratificado para a contratação é de R$ 288 mil. O ato prevê a publicação no Diário Oficial do Município, no Diário Oficial do Tribunal de Contas do Estado, no Portal Nacional de Contratações Públicas (PNCP) e em veículos de imprensa.

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Rondonópolis

Adonias Fernandes toma posse como vereador na Câmara de Rondonópolis

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Novo parlamentar assume vaga deixada por Mariúva Valentin, que teve o mandato declarado extinto

A Câmara Municipal de Rondonópolis empossou, na manhã desta terça-feira (8), o vereador Adonias Fernandes (MDB). A cerimônia foi conduzida pelo presidente do Poder Legislativo, vereador Paulo Schuh.

Adonias assume a vaga anteriormente ocupada por Mariúva Valentin, cujo mandato parlamentar foi declarado extinto pela Câmara Municipal.

A vacância do cargo e a convocação do suplente foram formalizadas por meio de atos oficiais publicados pelo Legislativo, em cumprimento à legislação vigente e às normas regimentais.

Com a posse, Adonias Fernandes passa a integrar oficialmente o plenário da Câmara Municipal e participa das atividades legislativas da Casa.

A mudança regulariza a composição do Legislativo após a extinção do mandato anterior e garante a continuidade dos trabalhos parlamentares.

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