Agro News
Anec: soja, milho e farelo devem atingir 15 milhões de toneladas em setembro
As exportações brasileiras de soja devem somar 6,75 milhões de toneladas em setembro, o equivalente a R$ 183,9 bilhões, segundo projeção da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec). Considerando soja, farelo, milho e trigo, o Brasil deve exportar 151,8 milhões de toneladas entre janeiro e setembro, avanço de 13,4% em relação a 2024. Só em setembro, o total projetado chega a 15,06 milhões de toneladas, crescimento de 12,4% frente ao mesmo mês do ano passado.
O volume da soja representa crescimento de 30,8% em relação a setembro do ano passado, quando foram embarcados 5,16 milhões de toneladas, mas indica desaceleração em relação a agosto, quando os embarques chegaram a 8,12 milhões de toneladas. O movimento reflete a sazonalidade típica da oleaginosa com o avanço da entressafra.
Entre janeiro e agosto, o Brasil já exportou 94,6 milhões de toneladas de soja e segue na trajetória para um recorde de 110 milhões de toneladas em 2025. A China continua como principal destino, absorvendo 78% do total embarcado no acumulado. Só em agosto, 84% da soja brasileira foi direcionada ao país asiático, em razão da manutenção das tarifas impostas ao produto americano.
O milho também mantém bom ritmo. Para setembro, a expectativa é de 6,37 milhões de toneladas exportadas, recuo de 2,9% frente ao mesmo mês de 2024, mas ainda em patamar elevado. Até agosto, o Brasil já enviou 23,3 milhões de toneladas ao exterior, aumento de 36,7% em relação ao ano passado. A colheita da segunda safra já alcançou 97% da área, acima da média dos últimos cinco anos, garantindo maior disponibilidade do cereal. Egito, Vietnã, Irã, Coreia do Sul e Japão ampliaram suas compras, aproveitando a competitividade dos preços brasileiros.
No farelo de soja, a Anec estima embarques de 1,94 milhão de toneladas em setembro, alta de 19,8% em comparação ao mesmo período de 2024. O acumulado até agosto soma 15,3 milhões de toneladas, consolidando a recuperação do derivado.
Nos portos, a programação da primeira semana de setembro prevê 2,3 milhões de toneladas de soja, 1,88 milhão de toneladas de milho e 573 mil toneladas de farelo de soja. Santos, Paranaguá, São Luís/Itaqui, Santarém e Vitória concentram os maiores volumes.
Fonte: Pensar Agro
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Crédito travado expõe falhas em regra ambiental e causa insegurança jurídica
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Mais etanol e vendas antecipadas mudam ritmo do mercado
O avanço das vendas antecipadas pelas usinas e a mudança no destino da cana-de-açúcar estão redesenhando o mercado na safra 2026/27, com impacto direto sobre exportações e preços. A expectativa é de queda de cerca de 14,2% nos embarques brasileiros de açúcar, à medida que cresce o direcionamento da matéria-prima para a produção de etanol.
Em março, o Brasil exportou 1,808 milhão de toneladas de açúcar, volume 1,42% inferior ao registrado no mesmo mês do ano passado, segundo a Secretaria de Comércio Exterior. A receita somou aproximadamente R$ 3,39 bilhões (US$ 657,57 milhões convertidos a R$ 5,15), recuo de 24,7% na comparação anual, refletindo preços internacionais mais baixos.
Apesar da retração no mês, o acumulado do primeiro trimestre ainda indica crescimento em volume. Entre janeiro e março, os embarques alcançaram 6,04 milhões de toneladas, alta de 5,78% sobre igual período de 2025. A receita, por outro lado, caiu 19,6%, evidenciando a pressão sobre os preços médios.
No campo, a principal mudança está no mix de produção. A moagem no Centro-Sul deve variar entre 625 milhões e 635 milhões de toneladas, com maior participação do etanol. A parcela da cana destinada ao açúcar tende a cair para 48,8%, abaixo dos 50,7% do ciclo anterior, em resposta direta aos preços mais elevados dos combustíveis.
Esse ajuste ocorre em um cenário de possível déficit global estimado em 2,7 milhões de toneladas na safra 2026/27, o que, em tese, sustentaria as cotações internacionais. No entanto, o comportamento das usinas tem atuado como fator de contenção no curto prazo.
Levantamento da StoneX indica que as fixações de açúcar no Centro-Sul avançaram de 41,8% para 59,5% ao longo de março. A diferença em relação ao mesmo período do ciclo anterior, que já foi de 20 pontos percentuais, recuou para cerca de 10 pontos.
Na prática, esse movimento reduz a pressão de venda que vinha travando altas mais consistentes. Com menos volume disponível para negociação imediata, o mercado passa a operar em um ambiente mais equilibrado, com menor resistência a eventuais valorizações.
No cenário internacional, os preços do açúcar registraram ganhos moderados em março, influenciados por fatores financeiros e geopolíticos, como a redução de posições vendidas por fundos em meio a tensões no Oriente Médio.
Para o produtor, o foco permanece na gestão do mix entre açúcar e etanol, que segue diretamente ligado ao comportamento do petróleo. A combinação entre custos, preços internacionais e demanda por combustíveis deve definir o rumo das margens ao longo da safra.
Fonte: Pensar Agro
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Para o presidente do Instituto do Agronegócio (IA), 




