Rondonópolis

Após ouvir as partes, Vereadores querem audiência pública para discutir Rotativo Rondon

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O vereador Reginaldo Santos, (SD), ao lado do colega de parlamento, Paulo Schuh (DC), tem acompanhado de perto a execução do contrato de concessão das vagas de estacionamento do centro de Rondonópolis pela empresa Rotativo Rondon e, nesta semana, protocolou um pedido por uma audiência pública sobre o assunto.

O parlamentar levantou junto ao Município uma dívida total de mais de R$ 4 milhões, entre valores pendentes de outorga e ISS (Imposto sobre Serviço de Qualquer Natureza), por parte da PLANAR ENGENHARIA LTDA – ME, nome fantasia da Rotativo Rondon. Boa parte destes valores, já está até judicializado.

Conhecedor da situação, o parlamentar chegou a pedir a municipalização do sistema, agregando mais funcionários, como menores aprendizes, buscando evoluir o atendimento hoje disponível. Recentemente, contudo, Reginaldo atendeu um pedido do corpo jurídico da empresa e fez questão de participar de uma reunião para ouvir o outro lado.

Junto de Schuh e do próprio secretário de transporte e trânsito – Setrat, Lindomar Alves, o vereador foi informado que existem diversos pontos do contrato que também não vêm sendo cumpridos por parte do Município. Entre eles, a fiscalização de irregularidades, como estacionamentos irregulares nos arredores do sistema, bem como a não transformação de notificações em multas.

A representante jurídica da empresa Rotativo Rondon, a Advogada Liz Brito, que inclusive já foi até a Câmara de Vereadores prestar esclarecimentos, afirma que hoje só são exploradas aproximadamente 1000 vagas, das 2600 da Ordem de Serviço inicial e das 5.200 celebradas em contrato. Muito disso, segundo ela, em virtude de intervenções feitas pelo Município na infraestrutura das vias sem a devida adequação para retorno das atividades da concessionária.

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A advogada ainda expõe uma baixa arrecadação com parquímetros frente ao custo do sistema que o mantém. “Tivemos em um mês uma arrecadação de R$ 23,00 enquanto que este sistema custa em média, R$ 1.000,00 por unidade, ou seja, é um déficit muito importante. Maior parte das pessoas hoje só usam aplicativo. “Quanto aos débitos, reconhecemos e iremos negociar a questão do ISS com o Município e já em relação à outorga precisamos rediscutir alguns pontos do contrato para evolução do sistema e outros que, por não estarem sendo cumpridos, inviabilizam o projeto”, comenta.

A advogada explica que o valor da multa é extremamente vultuoso em caso a concessionária ou a Prefeitura decidam, individualmente, parar com as atividades, então, o caminho buscado tem sido o de encontrar um entendimento junto ao Município. Ela reclama que a falta da transformação das notificações feitas pelas monitoras “verdinhas” em multas é hoje o principal problema.

“Nós fazemos a notificação e o Município deve proceder com as multas. A partir daí, nenhum valor retorna para nós, mas é muito importante que o processo todo seja cumprido para que os usuários das vagas não descredibilizem o sistema. Com a criação deste conceito de que “não vai dar nada”, ficamos extremamente prejudicados e com nossa posição muito fragilizada”, explicou, condicionando a questão ao equacionamento da outorga.

Vereadores e secretário

O vereador Paulo Schuh disse apoiar a ideia de Reginaldo em chamar os envolvidos na Câmara Municipal e dali sair com um entendimento. “Nossa prioridade aqui sempre é o melhor para a população. O que as pessoas querem são as coisas funcionando corretamente na cidade e nos contratos feitos pela Prefeitura o fundamental é que os dois lados cumpram sua parte”, sinalizou.

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Reginaldo, que ganhou uma condição de mediador da situação, afirma que já conversou com o secretário Lindomar e crê que é possível alcançar um denominador comum. “As pessoas possuem queixas sobre os poucos servidores disponíveis para atendimento no centro e outras questões que precisam ser discutidas. Mas só podemos cobrar mais incisivamente a empresa se equacionarmos estas questões que realmente dificultam as ações do Rotativo. A audiência pública vai ser uma grande oportunidade para resolvermos a questão”, pontuou.

O secretário Lindomar, que recém-ingressou na chefia da Setrat, já adiantou que tudo o que está disposto em contrato será cumprido em sua gestão. “Estamos cientes da nossa obrigação contratual e já estamos interagindo com a empresa para que possamos dinamizar tal fiscalização. Inclusive, alerto aos motoristas que estão descumprindo as normas de trânsito, e também perante ao estacionamento rotativo, para que procedam dentro da norma, pois a lei será cumprida”, garantiu o secretário, que acrescentou que em relação aos débitos entre a empresa e o Município está agindo por orientação jurídica e conjunto à Secretaria de Receita.

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Rondonópolis

Após frustração, Nenzão pede desculpas e critica regimento interno da câmara

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Foto: Ilcimar Aranhas/PORTAL MT

Após ter a posse frustrada no lugar do vereador Ozeas Reis (PP), na câmara municipal de Rondonópolis, o 2º Suplente Idelvamar Menezes ‘Nenzão’, em vídeo pediu desculpas e criticou o regimento interno da casa de leis, e disse que falta pessoas para entender melhor o regimento que é complicado.

“Quero aqui pedir desculpas a casa, a câmara de vereadores, essa instituição a qual eu tenho muito orgulho e sei que a casa do povo é a casa da democracia. Eu estou pedindo desculpa por esse acontecimento, por esses fatos que estão ocorrendo na questão da minha posse. A câmara municipal jamais pode ficar de joelho principalmente porque ela é a casa do povo, ela é a casa onde o povo se socorre, é ali que nós devemos traçar os debates, quero pedir desculpa a câmara municipal sei que ali tem pessoas valorosos, sei que ali tem pessoas valorosas que realmente se dedica para o desenvolvimento da cidade de Rondonópolis, então deixo aqui as minhas desculpa a esse poder legislativo de suma importância para nossa cidade. Mas faço aqui um pedido, o nosso Regimento Interno ele é muito complicado, precisa de algum sábio alguém altamente qualificado para compreender o nosso Regimento Interno, deixo aqui essa reflexão, o Regimento Interno precisa ser revisto porque ele tá muito complicado para algumas pessoas compreender e quero dizer a câmara municipal a esta casa de leis da sua importância eu reconheço e valorizo muito, um abraço a todos e me desculpa”. Disse Nenzão.

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O Caso 

Após o licenciamento do vereador Ozeas Reis (PP) da câmara municipal por 121 dias e em acordo para o 2º suplente Idelvamar Menezes para assumir a suplência, virou uma tremenda confusão, onde o 1º suplente Alcimar Borges, reivindica a vaga.

Segundo Nezão, Alcimar Borges entregou um documento reconhecido em cartório, onde citava que não poderia assumir, pois estava de atestado médico. Sendo assim Nenzão encaminhou o documento para a câmara municipal sendo empossado nesta terça-feira (7).

Mas o imbróglio iniciou após Alcimar afirmar que o seu atestado médico venceu no dia de ontem (7), e nesta quarta-feira (9), alega que está apto a assumir a suplência.

Tomando conhecimento de toda a confusão, o titular da cadeira, Ozeas Reis, alegando que não tem acordo com Alcimar, e sim com Nenzão, irá retornar ao cargo na sessão ordinária desta quarta-feira, encerrado a confusão.

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Rondonópolis

Vereador Ozeas Reis volta a câmara municipal e encerra a confusão entre Alcimar Borges x Nenzão

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Foto: Assessoria

Após o licenciamento do vereador Ozeas Reis (PP) da câmara municipal por 121 dias e em acordo para o 2º suplente Idelvamar Menezes para assumir a suplência, virou uma tremenda confusão, onde o 1º suplente Alcimar Borges, reivindica a vaga.

Segundo Nezão, Alcimar Borges entregou um documento reconhecido em cartório, onde citava que não poderia assumir, pois estava de atestado médico. Sendo assim Nenzão encaminhou o documento para a câmara municipal sendo empossado nesta terça-feira (7).

Mas o imbróglio iniciou após Alcimar afirmar que o seu atestado médico venceu no dia de ontem (7), e nesta quarta-feira (9), alega que está apto a assumir a suplência.

Tomando conhecimento de toda a confusão, o titular da cadeira, Ozeas Reis, alegando que não tem acordo com Alcimar, e sim com Nenzão, irá retornar ao cargo na sessão ordinária desta quarta-feira, encerrado a confusão.

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Após atender mais de 100 mil pessoas, Central de Vacinação será desativada em Rondonópolis

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Foto: Assessoria

A Central de Vacinação que funciona no estacionamento da Secretaria Municipal de Saúde em uma grande tenda será desativada a partir do dia 15. A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) informou o Município sobre a data de desativação. O local, que funcionou por mais de cinco meses na cidade, por meio de uma parceria entre Prefeitura e ALMT, concentrou grande parte da imunização contra a Covid-19 e em horários estendidos, permitindo maior flexibilidade para que o cidadão se vacinasse. Ao todo, 114.993 pessoas foram vacinadas no espaço.

O secretário Municipal de Saúde, Vinícius Amoroso, agradeceu à Assembleia Legislativa pela iniciativa e parceria com o Município, contribuindo ao trabalho de vacinação contra a Covid-19 em Rondonópolis. “Foi uma importante parceria que ajudou a cidade na imunização. Agradecemos imensamente a ALMT por essa parceria nesse momento importante de combate à pandemia”, disse.

A Central de Vacinação foi inaugurada em Rondonópolis em 5 de julho e somente no primeiro dia de funcionamento, mais de 2 mil pessoas receberam a vacina contra a Covid-19 no local. Ao longo dos cinco meses em funcionamento, o espaço atendeu moradores até o período noturno, facilitando o acesso à vacina para quem trabalha o dia todo.

Com a desativação da Central de Vacinação, a Secretaria Municipal de Saúde destaca que a imunização contra a Covid-19 continua sendo realizada nos postos de saúde, conforme cronogramas de datas e horários definidos e divulgados previamente pelo Município.

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Vacinação em Rondonópolis

A imunização contra a Covid-19 na cidade continua com a oferta de primeira dose para adolescentes maiores de 12 anos, de dose de reforço para idosos com mais de 60 anos e pessoas maiores de 18 anos, bem como com a oferta das segundas doses das vacinas Pfizer, Astrazeneca e Coronavac.

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ALMT – Campanha Fake News II

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