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Aprosoja homenageia os 300 anos de Cuiabá

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Fortalecimento Institucional

Aprosoja homenageia os 300 anos de Cuiabá

Vídeo institucional em celebração ao aniversário da Capital está nos principais veículos de comunicação e nas redes sociais da entidade


02/04/2019

Cuiabá em seus 300 anos abraça, acolhe e cuida de gente de todo canto. É a terra que recebe de braços abertos quem trabalha duro, por isso é a Capital do Estado que mais produz no campo e gera riquezas para o país. Terra que une o campo e a cidade através da produção de alimentos, do menor ao maior produtor, sendo a que mais consome, pois tem a maior população urbana do Estado. Mas, como devolver todo carinho recebido? Como contribuir com a qualidade de vida desse povo? Como investir nas crianças e jovens? Com esse sentimento nasceu em 2009, o Agrosolidário, programa de responsabilidade social, acalento e amor da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja). Atualmente a ação retribui o calor cuiabano atendendo 13 entidades filantrópicas, somente na Capital. Ao todo, em Mato Grosso são 75 entidades.

Em uma homenagem aos 300 anos de Cuiabá, que está nos principais veículos de comunicação da Capital, a Aprosoja mostra um pouco deste trabalho. Com formato poético, acolhedor e humanizado, a campanha que, também está nas redes sociais da entidade, reforça a importância da relação entre campo e cidade, mostrando a forma com que os produtores de soja e milho do Estado contribuem com a cidade. Além disso, o trabalho revela o respeito e cuidado com que os produtores rurais tratam a cidade com a maior população urbana do Estado.

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“Desde a fundação da Aprosoja, nós produtores nos preocupamos em devolver todo carinho, acolhimento e oportunidade que essa terra nos ofereceu. O Agrosolidário nasceu e hoje nosso trabalho nesta gestão é de não apenas mantê-lo, mas ampliarmos um pouco mais as contribuições em todo Estado. Apesar de a grande produção de soja e milho de Mato Grosso estar no interior, Cuiabá é a Capital que acolhe todos esses produtores, pois é aqui que está a maior população urbana do Estado, consumidores do alimento produzido pelos nossos produtores. Além disso, aqui estão os Poderes Constituídos, a sede da Aprosoja e onde acontecem as maiores discussões políticas que impactam a população de modo geral”, avalia Galvan.

Dentro do projeto Agrosolidário, presente na campanha publicitária, o Hospital de Câncer de Mato Grosso é um dos grandes amigos da Aprosoja. Parceria de amor com HCan acontece desde de 2012, quando a Associação encabeçou uma campanha para arrecadar recursos com destino a compra de móveis e equipamentos para uma nova ala da unidade hospitalar. Na ocasião, os produtores de Soja e Milho de Mato Grosso uniram-se e levantaram a quantia de R$ 1,5 milhão.

Em 2017, uma nova campanha em prol do HCan foi abraçada pela Aprosoja, desta vez para compra de equipamentos da Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica (UTI) para atender pacientes de zero a 14 anos. Justos, os mais de 5,5 mil associados arrecadaram o montante de R$ 750 mil.

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Desde 2011, o Instituto Flauta Mágica faz parte do Agrosolidário. Com incentivo financeiro mensal, a entidade colabora com a manutenção do projeto que já atendeu uma média de 400 crianças de escola pública, por ano. A Aprosoja ajudou também na elaboração de projetos para capitanear recursos da Lei Rouanet, que contribuiu para a Turnê Flauta Mágica, em 2014, onde 42 crianças fizeram uma série de apresentações pela Europa. Em 2018 o grupo segui para os Estados Unidos, com a apresentação. Para 2019 são 460 crianças assistidas na parceria.

Uma das entidades que recebe a contribuição da Aprosoja é a Associação Mato-grossense de Cegos, localizada na região tradicional do bairro Porto, em Cuiabá. Desde agosto de 2018 a Aprosoja contribui com um valor mensal que garantem a manutenção predial e a continuidade de atividades desportivas, recreativas, aulas de informática, dentre outros. São mais de 300 deficientes visuais atendidos na Capital.

Bebida de Soja – Rica em ferro, zinco, cálcio, carboidrato, proteína e fibras a soja é uma aliada da boa nutrição. Bebida derivada da leguminosa já é utilizada Mato Grosso como complemento alimentar em creches, entidades filantrópicas e hospitais. Mais de 2,5 crianças, adolescente, jovens, adultos e idosos fazem o uso da bebida por meio do projeto da Aprosoja. Devido alto valor nutricional, no Hospital de Câncer de Mato Grosso a bebida de soja é inserida na dieta de pacientes em tratamento oncológico, por meio de sonda ou via oral. Nutricionistas da unidade garantem que a bebida é importante pois é altamente nutritivo e colabora com a nutrição essencial dos pacientes que passam por quimio, radioterapia, cirurgias e muitos exames.

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“Essa bebida é fundamental, assim como o tratamento com medicamentos. Sem esses suplementos aumenta-se o risco de internação do paciente que acarreta em custo hospitalar. Então o Hcan também fornece gratuitamente a bebida para levarem e beberem em casa”, qualificou uma das nutricionistas do Hospital de Câncer, Camila Ferreira Nafioletti.

O Instituto dos Cegos que está no programa Agrosolidário desde 2014. Lá são assistidas crianças, jovens, adultos e idosos com problemas de visão, que recebem na alimentação a bebida de soja, fornecida pela Aprosoja.  Também recebem a bebida a Creche Nasla, Cheche Nossa Senhora do Carmo, Associação dos Deficientes, Instituto Desportivo da Criança, Projeto Acolher – Mãe Zeferina, Associação Presbiteriana, Fundação Nova Suíça, Fetagri e Acrife.

Fonte: Ascom Aprosoja


Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215

Email: [email protected]

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“A Carne do Futuro” será tema de simpósio nas principais cidades de Mato Grosso

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Evento reunirá mais de 2 mil produtores, pesquisadores e especialistas em Cuiabá e Rondonópolis

Foto- Assessoria

Com o tema “A Carne do Futuro”, o 12º Simpósio Nutripura, um dos mais importantes encontros da pecuária brasileira, acontecerá entre os dias 19 e 21 de março de 2026, com um dia de campo no Centro de Pesquisa Nutripura (CPN), em Rondonópolis, e outros dois dias de palestras e painéis em Cuiabá, no Buffet Leila Malouf, espaço referência em eventos no estado.

O simpósio reunirá mais de 2 mil participantes, entre produtores, técnicos, pesquisadores e empresas do agronegócio, em uma programação voltada à inovação, sustentabilidade e tendências nos principais mercados globais da carne brasileira.
Entre os nomes confirmados estão José Luiz Tejon, referência em marketing agro e comportamento do consumidor, Alexandre Mendonça de Barros, economista e especialista em cenários agropecuários, além de Moacyr Corsi, Flávio Portela e Luiz Nussio, professores da Esalq/USP reconhecidos por suas contribuições em nutrição, manejo e produção animal.

O Dia de Campo abrirá a programação com demonstrações práticas de tecnologias aplicadas à nutrição, manejo e bem-estar animal. Já os painéis técnicos e debates em Cuiabá contarão com especialistas para discutir os avanços da pecuária brasileira em inovação, sustentabilidade e rastreabilidade. O encerramento contará com o tradicional churrasco oferecido pela Nutripura, momento de networking e celebração da cultura da carne.
As inscrições já estão disponíveis no site www.nutripura.com.br/simposio.

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Exportação de carne suína de Mato Grosso bate recorde histórico em 2024

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China, Vietnã e Angola são principais destinos da proteína suína produzida em MT

Foto- Assessoria

O bom ano da suinocultura mato-grossense refletiu também nas exportações da proteína suína. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) Mato Grosso bateu recorde histórico de exportação de carne suína em 2024, atingindo 1,306 mil toneladas exportadas. O número é 9% maior que o exportado em 2023, antigo recorde com 1,199 mil toneladas.
No cenário nacional o resultado de 2024 também foi positivo, a exportação brasileira de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) atingiu 1,352 milhão de toneladas, estabelecendo novo recorde para o setor. O número supera em 10% o total exportado em 2023 (com 1,229 milhão de toneladas), segundo levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).
Para o presidente da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), Frederico Tannure Filho, a expectativa de 2025 é positiva para o setor, principalmente pelo histórico dos últimos quatro meses.
“A expectativa é que 2025 seja um bom ano, visto o recorde de exportações nos últimos meses de 2024. A Acrismat vai continuar realizando o trabalho de manutenção sanitárias que promovem a qualidade da nossa carne, para manter nossas exportações e abrir novos mercados para nossos produtos”, pontuou.
Os principais destinos da carne suína de Mato Grosso foram Hong Kong, Vietnã, Angola e Uruguai. Dos produtos exportados, 80% foram In Natura, 18% miúdos e apenas 2% industrializados.
Na última semana o governo do Peru, por meio do Serviço Nacional de Sanidade Agrária (Senasa), autorizou que nove novas plantas frigoríficas no Brasil exportem produtos para o país.
Desde janeiro de 2023, o país vizinho importa carne suína do estado do Acre. Agora, com as novas habilitações, unidades em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo também poderão vender.
“A abertura do mercado peruano é mais uma boa oportunidade para a suinocultura de Mato Grosso, e reflete que o ano de 2025 para a atividade será de grandes oportunidades”, afirmou Frederico.
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Dia do Agricultor (28/7): produção de grãos deverá atingir 330 milhões de toneladas na próxima década

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Ministério da Agricultura prevê crescimento de 27% no setor até 2031; soja, milho, algodão e trigo puxam a evolução do setor

Foto: Assessoria

Enquanto outros setores produtivos mostraram dificuldades para crescer durante a pandemia, o agronegócio brasileiro “puxou para cima” o PIB nacional em 2020 – e deve continuar o bom desempenho também na próxima década. Segundo o estudo Projeções do Agronegócio, Brasil 2020/21 a 2030/31, realizado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, a produção de grãos no Brasil deverá atingir mais de 330 milhões de toneladas nos próximos dez anos, uma evolução de 27%, a uma taxa anual de 2,4%. Soja, milho, algodão e trigo deverão se manter como os grandes protagonistas no campo.

O levantamento concluiu ainda que o consumo do mercado interno, o crescimento das exportações e os ganhos de produtividade, aliados às novas tecnologias, deverão ser os principais fatores de expansão do agronegócio brasileiro, que representou, no ano passado, mais de 26% de todo o produto interno bruto do país.

Na contramão

O setor de farinha de trigo, por exemplo, foi fortemente impactado pelo aumento no consumo de pães e massas no mercado interno durante a pandemia, e teve um crescimento de 9% no faturamento do ano passado, segundo estudo da Abimapi (Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados).

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E a tendência seguiu assim no primeiro trimestre de 2021. A Herança Holandesa – linha de farinhas de trigo da Unium, marca institucional das indústrias das cooperativas paranaenses Frísia, Castrolanda e Capal – registrou no período, uma produção de 36,6 mil toneladas de farinha de trigo, e um faturamento que ultrapassou os R$ 67 milhões, números robustos para o setor no estado. “Os primeiros meses do ano foram muito positivos para o moinho da Unium. Nossa estimativa de produção para 2021 é de 140 mil toneladas, mesmo com um segundo semestre mais desafiador, com o preço do dólar influenciando no custo da matéria-prima”, explica o coordenador de negócios do moinho de trigo da Unium, Cleonir Ongaratto.

Dividida entre farinha e farelo de trigo, a produção da Unium não foi interrompida durante o período mais crítico do isolamento social, e a companhia conseguiu ainda investir R$ 756 mil em seus produtos em 2020. Ongaratto afirma que o principal objetivo foi garantir que todos os clientes fossem atendidos e que os supermercados estivessem abastecidos. “E a tendência é que continuemos dessa  forma. Temos um estudo para uma duplicação da moagem no moinho da Herança Holandesa, que deve ser aprovado pela diretoria da Unium ainda este ano, pois acreditamos que o setor continuará crescendo no futuro”, finaliza o coordenador.

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