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Aproximação com a sociedade marcou o ano de 2018 da ALMT

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Foto: Ronaldo Mazza

Em 2018 (de fevereiro a 13 de dezembro), juntos, os 24 parlamentares e os demais Poderes – Executivo e Judiciário-, apresentaram 6.236 proposituras. Foram Moções (3.746), Indicações (973), Projetos de Resolução (790), Requerimento (380), Projetos de Lei (319), Projetos Lei Complementar (18), Projetos de Emenda Constitucional (7) e Projetos de Decreto Legislativo (2).   Em 2018, 124 Leis foram sancionadas, sendo Leis Ordinárias (117) e Leis Complementares (7) e 72 projetos foram vetados pelo governador do Estado, sendo que 31 foram mantidos, três3 derrubados e 38 aguardavam votação pelo plenário, até o fechamento desta matéria nesta terça-feira (18).   

Neste mesmo período foram realizadas ao todo 194 sessões, sendo 119 Sessões Ordinárias,  48 Sessões Especiais, 13 Sessões Declaratórias , 10 Sessões Extraordinárias, e uma Sessão Solene  esta de abertura dos trabalhos. Além das sessões dos parlamentares estaduais foram realizadas também sessões plenárias do Parlamento Mirim. O Parlamento Mirim é formado por 24 estudantes das redes estadual e particular de ensino eleitos através da apresentação de projetos que visem a melhoria da vida nas suas comunidades, cidades ou Estado. 

“Encerramos mais um ano de muito trabalho, com a certeza do dever cumprido. Foi um ano bastante intenso em que tivemos embates necessários para ajudar o governo a enfrentar a crise econômica que assola Mato Grosso. Realizamos edições da Assembleia Itinerante e audiências públicas e aprovamos projetos importantes, um deles é o Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal (FEEF-MT), com expectativas de o governo arrecadar recursos que serão investidos exclusivamente em saúde. Quanto a essa matéria, fiz questão de defendê-la para ajudar esse setor que é um dos maiores gargalos do Estado. Também atuamos para consolidar o maior programa de regularização fundiária urbana e rural, realizando o sonho de milhares de famílias com a entrega de documentos definitivos de seus imóveis”, afirmou Botelho.

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Ao longo do ano, foram realizadas 64 audiências públicas que discutiram temas relevantes para a sociedade. Esses debates ocorreram em diversas localidades e municípios à exemplo da segurança pública em Tangará da Serra, infraestrutura de estradas no Araguaia, regularização de imóveis urbanos em Nova Mutum e a situação do Pantanal mato-grossense, no Distrito de Mimoso em santo Antônio de Leverger, Cáceres, Poconé e Novo Santo Antônio. Essas audiências resultam em propostas de leis que vão melhorar a vida do povo mato-grossense. Também ocorreram duas audiências para debater a Lei Orçamentária Anual (LOA) que fixa as receitas e despesas para o ano de 2019.

Em 2018, a Casa esteve ao lado da sociedade na solução imediata de problemas sociais e acesso a cidadania. No Espaço Cidadania foram realizados 24.463 atendimentos sendo emissão de RG (23.8520),517 atendimentos no posto do Procon na ALMT e 94 reclamações e sugestões junto a Ouvidoria do Parlamento. Já  através da Sala da Mulher, numa parceria com o Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros, mais de 30 toneladas de alimentos foram arrecadadas com ingresso solidário e destinadas a entidades filantrópicas. Desta forma, a Assembleia Legislativa oportunizou acesso da população a artistas locais e nacionais. Entre os diversos espetáculos do ano tiveram destaque o Espetáculo Deborah Colker – companhia de dança do Rio de Janeiro que ganhou o “Oscar da Dança” 2018 – e “Magic Queen”, show cover da banda britânica Queen.

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Mas o show foi mesmo foi o de solidariedade, marcado também pela realização de dois bazares que arrecadaram recursos destinados às Obras Sociais Anália Franco e a Organização Nova Acrópole. A realização de duas edições do projeto “Sala da Mulher em Ação” levou serviços de cidadania às populações das cidades de Rondonópolis e Acorizal. E, uma entrega, aos moradores de rua,  em época de frio, de 140 cobertores além de entrega de cadeira de rodas a Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá, entre outros projetos mereceram destaque ao longo do ano.

“As expectativas para o próximo ano também são de muito trabalho, com foco nas ações que ajudem o governo a sair da crise. amos enfrentar um momento muito difícil em que o governo vai ter que tomar medidas duras, vai ter que haver negociações de todos os lados, com servidores, com agronegócios e a Assembleia Legislativa será muito importante nesse contexto”, analisa o presidente da ALMT.

 

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Deputado Júlio Campos pede suspensão de privatização 

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O deputado Júlio Campos chamou atenção para a privatização de estradas abandonadas na região do Arinos e no Médio Norte de Mato Grosso, nesta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

“Venho fazer um apelo e uma advertência ao senhor governador Otaviano Pivetta e ao senhor Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, sobre o estado lamentável de duas rodovias importantíssimas. A MT-338, a Estrada da Baiana, aberta no meu governo (1983 a 87) quando priorizei a ligação de Juara com Sinop e Cuiabá, economizando 200 km do trajeto. Essa estrada foi pavimentada pelo governo Blairo Maggi, mas hoje encontra-se acabada e com buracos por todos lados. E mesmo nessa situação, segue sendo privatizada”, indagou Júlio Campos.

Segundo o parlamentar, o valor do pedágio a ser cobrado para cada trecho de 30 quilômetros será de R$12,75. A MT-338, interliga os municípios de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a partir do entroncamento com a BR-163.

A estrada é um importante caminho de escoamento logístico da produção agrícola e pecuária em direção ao Vale do Arinos e ben eficia também cidades como Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Juara e Juína, afetando mais de nove comunidades e 150 mil habitantes.

Júlio Campos também chamou atenção para a situação de outra estrada: a MT-220, no trevo Tabaporã, no Médio Norte de Mato Grosso, entre Vera e Sorriso.

Concessão assinada

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O pedido de Júlio Campos é para que o governador adie a concessão em prol da redução dos custos do pedágio.

“Senhor secretário Marcelo Padeiro, que é um homem dinâmico, está na hora de sua equipe fazer uma fiscalizaçã o rigorosa para rever a privatização dessas duas rodovias. O estado atual é lamentável. Tem que restaurar as rodovias antes de ser privatizada, porque do contrário o pedágio ficará muito caro, pois a manutenção será repassado ao usuário. é por isso que tem estrada estadual na qual o custo do pedágio é o dobro do valor de uma estrada federal. Veja a BR-163, o pedágio custa quase a metade do valor de estradas estaduais e o motorista trafega de Rondonópolis e Sinop sem buracos e de forma segura”, afirmou Júlio Campos.

A concessão das duas estradas foi assinada em 01 de setembro de 2025 pelo secretário Marcelo Ol iveira, com o Consórcio Vale do Arinos, com o aval da Agência estadual de regulação Ager.

https://juliocamposmt.com.br/deputado-julio-campos-pede-suspensao-de-privatizacao-de-estradas-abandonadas-em-mt/

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Zé Medeiros quer proibir multas ambientais automáticas baseadas apenas em imagens de satélite

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Foto-Assessoria

Multas ambientais, embargos e bloqueios de crédito rural baseados exclusivamente em imagens de satélite ou sistemas automatizados poderão ser proibidos no Brasil. A medida está prevista em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Zé Medeiros (PL) na Câmara dos Deputados.

A proposta cria a Lei Nacional de Garantia do Devido Processo Legal na Fiscalização Ambiental Rural e estabelece que nenhuma penalidade poderá ser aplicada sem vistoria presencial realizada por agente público competente, acompanhada de laudo técnico detalhado e identificação precisa da suposta infração.

“O avanço tecnológico deve servir ao interesse público, mas jamais pode substituir o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a verificação dos fatos. O satélite pode apontar indícios, mas não pode condenar ninguém. Hoje, muitos produtores enfrentam multas, embargos e até bloqueios de crédito sem que um fiscal tenha sequer visitado a propriedade. Isso gera insegurança jurídica e fere o direito de defesa”, argumentou o parlamentar.

O projeto prevê que imagens de satélite e sistemas de sensoriamento remoto tenham caráter apenas preliminar e informativo, impedindo que sejam utilizados como prova única para aplicação de sanções. Caso não haja vistoria presencial, multas, embargos e demais restrições poderão ser considerados nulos.

“O produtor rural não pode ser tratado como criminoso por um algoritmo. A fiscalização ambiental é necessária, mas precisa ocorrer dentro dos limites da lei e com respeito ao direito de defesa”, concluiu.

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A proposta também proíbe o bloqueio automático de financiamentos e a inclusão de produtores em cadastros restritivos com base apenas em alertas gerados por sistemas remotos. As restrições só poderão ocorrer após decisão administrativa definitiva, com garantia do contraditório e da ampla defesa.

O texto ainda prevê mecanismos de transparência para os sistemas automatizados utilizados pelos órgãos ambientais. Segundo Medeiros, a medida busca evitar punições indevidas causadas por falhas na interpretação de imagens de satélite e algoritmos, conciliando a proteção ambiental com a segurança jurídica e o direito de defesa dos produtores rurais.

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Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

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Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

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