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Assembleia Legislativa irá apresentar atualização nos trinta anos da Constituição de Mato Grosso

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Foto: Ronaldo Mazza

A Assembleia Legislativa instaurou oficialmente, na tarde de quinta-feira (13), a Comissão Especial destinada a elaborar adequações à Constituição de Mato Grosso e atualizar o texto, de forma que fique em consonância com a Lei Maior do país. Promulgada em1989, a Constituição do Estado tem 82 emendas ao texto original.

A iniciativa, conforme revelou o deputado Max Russi (PSB) – aclamado à presidência da comissão revisora – se deu por sugestão do desembargador Marcos Machado, que o parlamentar levou ao Colégio de Líderes, onde teve o apoio dos pares para iniciar o trabalho.

Para ilustrar a necessidade da atualização da Constituição mato-grossense  – promulgada há quase 30 anos – Russi lembrou que o artigo 58, parágrafo único, veda a reeleição para o cargo de governador do Estado. Mas a Constituição da República possibilitou a reeleição aos chefes do Executivo desde 1997.

Caso semelhante, assinalou o deputado Sebastião Rezende (PSC), é a previsão do artigo 176 da constituição estadual, que faculta à Assembleia Legislativa a competência para a criação de novos municípios – atribuição que há anos foi retirada dos legislativos estaduais por força da legislação federal.

Rezende lembrou que em 2008 a Assembleia Legislativa iniciou um trabalho similar de atualização da constituição estadual e agora a Comissão Especial deve aproveitar parte do que foi produzido à época.

“O nosso desejo é que toda a revisão e a formatação sejam feitas o mais rápido possível. Vamos entregar à sociedade uma Constituição atualizada em conformidade a Constituição Federal. É um momento importante”, destacou Rezende.

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No que depender do presidente, a Comissão Especial deve apresentar resultado dos trabalhos à sociedade mato-grossense no próximo dia 05 de outubro, por ocasião dos trinta anos da promulgação da Constituição de Mato Grosso. “Será uma comemoração da democracia”, prevê o deputado Max Russi.

RELATORIAS

Conduzida por Russi, a reunião de instalação da comissão revisora teve a presença de todos os demais titulares – Thiago Silva (MDB), Ulysses Moraes (DC), Sebastião Rezende (PSC) e Valdir Barranco (PT). Também presentes o deputado Dr. Gimenez, além do titular da Procuradoria-Geral da Casa, Ghregory Maia, e do procurador-geral adjunto, Ricardo Riva.

Moraes se propôs a assumir a vice-presidência da comissão e teve a concordância dos pares.Thiago Silva e Sebastião Rezende se dispuseram a disputar a relatoria, mas não foi necessário – por sugestão do procurador Ghregory Maia, imediatamente acatada por Russi, a comissão terá três relatorias, a cargo de Silva, Rezende e Barranco.

A primeira reunião ordinária da Comissão Especial – quando será definido o plano de trabalho e respectivo cronograma, além  de compostas as equipes técnicas que irão auxiliar cada um dos relatores – deve ser marcada para os primeiros dias do mês de julho.

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Teté Bezerra: a primeira mulher eleita deputada estadual por Rondonópolis

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Pioneira na política de Rondonópolis, Teté Bezerra fez história ao conquistar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso

Foto- Assessoria

A trajetória política de Teté Bezerra é marcada pelo pioneirismo. Ela entrou para a história de Rondonópolis como a primeira mulher do município eleita para o cargo de deputada estadual, ampliando a presença feminina na política mato-grossense.

Em 2010, Teté foi eleita deputada estadual pelo PMDB, com 22.964 votos, garantindo uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso para a legislatura de 2011 a 2015.

Antes de chegar à Assembleia, Teté já havia construído uma trajetória no cenário político estadual e nacional. Ela foi eleita deputada federal em 1994 e reeleita em 1998, tornando-se uma das principais representantes femininas de Mato Grosso no Congresso Nacional.

A eleição para deputada estadual consolidou sua presença política e reforçou a participação de mulheres de Rondonópolis na disputa por espaços de representação no Estado.

O feito permanece como um marco na história política do município, especialmente em um cenário no qual a participação feminina nas disputas eleitorais ainda enfrentava grandes desafios.

Teté Bezerra entrou para a história de Rondonópolis não apenas pelos mandatos que exerceu, mas também por abrir caminho para outras mulheres na política local.

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E agora, Rezende? Chapa com apenas 10 candidatos coloca reeleição em jogo no União Brasil

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Foto- Assessoria

A disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso promete ser dura dentro do União Brasil. Com uma chapa enxuta, formada por apenas 10 candidatos, o partido aposta na concentração de votos para tentar eleger dois ou até três deputados estaduais nas eleições de 2026.

Entre os nomes que encaram a disputa está o deputado Sebastião Rezende, que busca a reeleição pelo União Brasil. A candidatura foi homologada durante a convenção estadual da legenda.

O próprio deputado Júlio Campos reconheceu o grau de dificuldade da composição. Segundo ele, apesar de a chapa ter apenas 10 candidatos, existe a expectativa de conquistar duas ou três cadeiras na Assembleia.

Além de Rezende e Júlio Campos, o União Brasil colocou na disputa nomes como Dilmar Dal Bosco, Michelly Alencar, Wender Roman, Eliane da Silva Ferreira, Cenira Evangelista, Antônio Carlos da Silva Barros e Ana Paula Leiria. A lista sofreu alteração na reta final, com Ana Paula substituindo Lédio Procópio de Souza.

A estratégia de uma chapa menor pode favorecer os candidatos com maior estrutura eleitoral e maior capacidade de concentração de votos. Por outro lado, aumenta a pressão sobre os nomes que já exercem mandato e precisam justificar nas urnas sua permanência no Legislativo.

E agora, Rezende? Com menos candidatos para dividir os votos, a disputa interna pode ser ainda mais intensa. A pergunta que fica é se o deputado conseguirá manter sua força eleitoral e garantir mais um mandato na Assembleia.

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A chapa do União Brasil está definida. Agora, a resposta será dada pelo eleitor.

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Dra. Luciana Horta apresenta propostas para saúde e combate ao feminicídio em entrevista em Rondonópolis

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Foto-Assessoria

Candidata a deputada estadual pelo PL participou do programa 105 Notícias e falou sobre propostas para a saúde pública e outras pautas que pretende defender na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Nesta sexta-feira (21), a candidata a deputada estadual Dra. Luciana Horta (PL) participou do programa 105 Notícias, da Rádio 105 FM, apresentado pelo radialista e jornalista Zé Pereira. Durante a entrevista, ela falou sobre suas propostas para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Dra. Luciana Horta foi a vereadora mais votada nas eleições de 2024 e assumiu uma cadeira na Câmara Municipal. Entre as principais pautas de seu mandato estão o combate ao feminicídio e a saúde pública, área em que tem se destacado pela cobrança de melhorias nos serviços oferecidos à população.

A vereadora e candidata a deputada estadual afirmou que sua atuação sempre foi voltada à defesa da população.

“Meu dever é lutar diariamente para que a população tenha o mínimo de dignidade e possa chegar ao seu posto de saúde e ter o mínimo. Ultimamente, nem coletor de urina estava tendo para fazer exames”, afirmou durante a entrevista.

As propostas de Dra. Luciana Horta para a saúde pública de Mato Grosso incluem medidas para melhorar o atendimento de urgência e emergência, ampliar o acesso a serviços especializados e fortalecer a assistência a pacientes com câncer, doenças crônicas e pessoas que dependem de medicamentos de alto custo.

O plano também prevê articulação para a implantação de uma nova UPA na região em expansão de Rondonópolis, estudos para a construção de um Hospital Regional na Região Sudeste e ações voltadas ao atendimento de comunidades rurais, ribeirinhas e de difícil acesso. A proposta também inclui a fiscalização das filas, dos prazos e dos serviços de saúde.

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Durante a entrevista, Dra. Luciana Horta também falou sobre a importância da participação de novas pessoas na política.

“A cadeira não vai ficar vazia. Se pessoas boas não lançarem seus nomes, com coragem e propósito, outros vão continuar nesse poder”, afirmou Dra. Luciana Horta.

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