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Autor de 36 leis, Botelho reafirma compromisso com MT

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Foto: MAURÍCIO BARBANT

Autor de 36 leis ordinárias e mais 1.554 propostas em tramitação, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM), avalia a produção legislativa como importante para o progresso de Mato Grosso. Ele encerra 2019 com a aprovação de medidas necessárias para o estado retomar o equilíbrio fiscal e, consequentemente, voltar a crescer. 

Lembra os enfrentamentos realizados ao longo do ano, inclusive, com a sessão histórica, que durou mais de 14 horas, momento em que os deputados passaram a noite em claro para aprovar o pacote de medidas econômicas; além do intermédio junto ao governo em defesa de servidores públicos e dos setores essenciais como educação, segurança pública e saúde. 

Mesmo com a agenda cheia, Botelho conduziu a ALMT promovendo o diálogo juntos aos seus pares, conciliando sua atuação em Plenário. Tanto que é autor de importantes leis, a exemplo da Lei 10.970/19, que institui a implantação de cursos à mulher gestante sobre cuidados e atendimentos emergenciais a crianças de zero a seis anos na rede hospitalar pública. Também a Lei 11.035/19, que obriga as escolas das redes pública e privada a ofertarem atendimento psicológico e psicopedagógico aos estudantes de Mato Grosso.

Desde o seu primeiro mandato, Botelho acumula importantes ações. Somente em 2019 apresentou 258 indicações de melhorias aos municípios; mais 50 projetos de leis; 31 projetos de Resolução; 16 requerimentos e diversas de moções de aplausos.

“O ano foi muito positivo. A Assembleia teve uma ano muito agitado, desde janeiro trabalhamos muito, passamos mês de janeiro votando a revisão das leis que regem a RGA e leis fiscais, todas foram revistas. Depois tivemos incentivos fiscais em pauta, um ano muito trabalhoso, mas também de muito resultado porque tudo que foi feito está dando resultado agora no final do ano para o estado, que começou a pagar salários em dia. A saúde já melhorou, já tem uma padronização nos seus pagamentos, as estradas estão melhores. Em todos os sentidos, eu diria que o estado está melhor no final do que no início de 2019”, analisou o presidente, durante entrevista à TV Assembleia, canal 30.1. 

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Segundo Botelho, a votação do Novo Fethab foi importante para ajudar o estado, pois destinou recursos específicos para as estradas, uma parte ajuda nas despesas do estado e a maior parte vai para obras do estado. “Já teve melhora significativa, quer dizer vamos arrecadar mais 80% do que foi arrecadado em 2018”, assegura, ao destacar também a aprovação da Mensagem que dispõe sobre a criação, readequação, reajuste e a exclusão de taxas cobradas pelo Departamento Estadual de Trânsito – Detran/MT.

Destaca o trabalho transparente da ALMT junto à sociedade, com a divulgação das ações pelos canais de comunicação da Casa de Leis – site www.al.mt.gov.br, TV Assembleia e Rádio Assembleia, inclusive, com transmissão ao vivo das sessões, audiências públicas e das comissões. Além dos eventos realizados em diversas cidades mato-grossenses, aproximando cada vez mais o parlamento ao cidadão.

A economia da Casa de Leis culminou na ajuda de importantes setores. Botelho lembra que foram devolvidos mais de R$ 45 milhões para ajudar setores essenciais à população, por meio da Sinfra, Cultura, Hospital de Câncer, presídios, compra de ambulâncias, dentre outras ações.  

Trabalho seguirá a todo vapor a partir de janeiro

Para 2020 as expectativas são as melhores possíveis para Mato Grosso avançar. Botelho reafirma o compromisso de manter a força-tarefa para debater os projetos polêmicos que seguem em tramitação. E convocou sessão a partir do dia 7 de janeiro, após as festividades de fim de ano.

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“A expectativa é que seja um ano bom, melhor para o estado porque acredito que as suas finanças vão estar melhores. Vamos ter um estado trabalhando mais pela população, com Saúde melhor, Segurança Pública. Nossa esperança é essa de que a Assembleia continue ajudando o estado e o povo de Mato Grosso”, destacou o presidente. 

Um deles é o Projeto de Lei 668/19, que dispõe sobre a Política Estadual de Desenvolvimento Sustentável da Pesca, regula as atividades pesqueiras e dá outras providências – chamado Cota Zero, que preocupa os deputados porque afeta diretamente os pescadores ao proibir o abate e transporte de peixes nos rios, pelo período de cinco anos. 

Também o Projeto de Lei Complementar 96/2019, aposto a Mensagem 201/2019, que altera e acrescenta dispositivos às Leis Complementares nº 201, de 20 de dezembro de 2004, e 202, de 28 de dezembro de 2004, e dá outras providências, referente o aumento da alíquota da Previdência para 14%. Proposta que teve a dispensa de pauta aprovada na sessão desta quarta-feira (18). Os estados têm até julho para aprovar a essa proposta. Para facilitar, Botelho sugeriu, ao governo, o desmembramento da Reforma da Previdência e as regras ficam para a segunda etapa de discussões na Casa de Leis.

A Casa de Leis também seguirá firme para promover a regularização fundiária no estado, numa parceria com o Instituto de Terras de Mato Grosso – Intermat. “Nossa grande luta é promover a regularização. Já têm prontos para serem entregues seis mil títulos. Para o próximo ano, a expectativa é que passe de 20 mil títulos entregues. Até o final da gestão do governador Mauro Mendes, a previsão é que sejam entregues em torno de 60 mil títulos”, disse Botelho. 

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Algumas leis de Botelho:

Lei ordinária – 11026/2019 – Institui o dia estadual de prevenção de acidentes de trabalho com exposição a material biológico

Lei ordinária – 10998/2019 – Dispõe sobre o reconhecimento do território cururu siriri como patrimônio cultural material e imaterial de Mato Grosso

Lei ordinária – 10927/2019 – Determina a disponibilização de tratamento para retinoblastoma em unidade hospitalar pública estadual e unidades privadas conveniadas com o estado de Mato Grosso

Lei ordinária – 10902/2019 – Dispõe sobre a instituição do Programa Feira da Mulher do Campo

Lei ordinária – 10837/2019 – Cria o Selo de Produtos de Origem Quilombola, provenientes de áreas já reconhecidas ou em processo de reconhecimento

Lei ordinária – 10676/2018 – Torna obrigatório que todos os hospitais e maternidades, públicos e privados, tenham sala adequada para a realização de parto natural ou humanizado

Lei ordinária – 10659/2017 – Torna obrigatória a prestação de assistência odontológica a pacientes em regime de internação hospitalar no estado de Mato Grosso

Lei ordinária – 10612/2017 – Define as atividades turísticas que especifica como atividades de "Turismo Rural na Agricultura Familiar"

Lei ordinária – 10590/2017 – Dispõe sobre a política estadual de incentivo à formação de bancos comunitários de sementes e mudas e dá outras providências

Lei ordinária – 10580/2017 – Institui a política estadual de qualificação técnica e profissional às mulheres vítimas de violência doméstica e familiar no estado de Mato Grosso

Lei ordinária – 10450/2016 – Altera dispositivo da lei nº 8.547, de 29 de agosto de 2006, que institui meia-entrada em locais públicos de cultura, esporte e lazer para doadores de sangue de Mato Grosso.

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Teté Bezerra: a primeira mulher eleita deputada estadual por Rondonópolis

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Pioneira na política de Rondonópolis, Teté Bezerra fez história ao conquistar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso

Foto- Assessoria

A trajetória política de Teté Bezerra é marcada pelo pioneirismo. Ela entrou para a história de Rondonópolis como a primeira mulher do município eleita para o cargo de deputada estadual, ampliando a presença feminina na política mato-grossense.

Em 2010, Teté foi eleita deputada estadual pelo PMDB, com 22.964 votos, garantindo uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso para a legislatura de 2011 a 2015.

Antes de chegar à Assembleia, Teté já havia construído uma trajetória no cenário político estadual e nacional. Ela foi eleita deputada federal em 1994 e reeleita em 1998, tornando-se uma das principais representantes femininas de Mato Grosso no Congresso Nacional.

A eleição para deputada estadual consolidou sua presença política e reforçou a participação de mulheres de Rondonópolis na disputa por espaços de representação no Estado.

O feito permanece como um marco na história política do município, especialmente em um cenário no qual a participação feminina nas disputas eleitorais ainda enfrentava grandes desafios.

Teté Bezerra entrou para a história de Rondonópolis não apenas pelos mandatos que exerceu, mas também por abrir caminho para outras mulheres na política local.

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E agora, Rezende? Chapa com apenas 10 candidatos coloca reeleição em jogo no União Brasil

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Foto- Assessoria

A disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso promete ser dura dentro do União Brasil. Com uma chapa enxuta, formada por apenas 10 candidatos, o partido aposta na concentração de votos para tentar eleger dois ou até três deputados estaduais nas eleições de 2026.

Entre os nomes que encaram a disputa está o deputado Sebastião Rezende, que busca a reeleição pelo União Brasil. A candidatura foi homologada durante a convenção estadual da legenda.

O próprio deputado Júlio Campos reconheceu o grau de dificuldade da composição. Segundo ele, apesar de a chapa ter apenas 10 candidatos, existe a expectativa de conquistar duas ou três cadeiras na Assembleia.

Além de Rezende e Júlio Campos, o União Brasil colocou na disputa nomes como Dilmar Dal Bosco, Michelly Alencar, Wender Roman, Eliane da Silva Ferreira, Cenira Evangelista, Antônio Carlos da Silva Barros e Ana Paula Leiria. A lista sofreu alteração na reta final, com Ana Paula substituindo Lédio Procópio de Souza.

A estratégia de uma chapa menor pode favorecer os candidatos com maior estrutura eleitoral e maior capacidade de concentração de votos. Por outro lado, aumenta a pressão sobre os nomes que já exercem mandato e precisam justificar nas urnas sua permanência no Legislativo.

E agora, Rezende? Com menos candidatos para dividir os votos, a disputa interna pode ser ainda mais intensa. A pergunta que fica é se o deputado conseguirá manter sua força eleitoral e garantir mais um mandato na Assembleia.

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A chapa do União Brasil está definida. Agora, a resposta será dada pelo eleitor.

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Dra. Luciana Horta apresenta propostas para saúde e combate ao feminicídio em entrevista em Rondonópolis

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Foto-Assessoria

Candidata a deputada estadual pelo PL participou do programa 105 Notícias e falou sobre propostas para a saúde pública e outras pautas que pretende defender na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Nesta sexta-feira (21), a candidata a deputada estadual Dra. Luciana Horta (PL) participou do programa 105 Notícias, da Rádio 105 FM, apresentado pelo radialista e jornalista Zé Pereira. Durante a entrevista, ela falou sobre suas propostas para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Dra. Luciana Horta foi a vereadora mais votada nas eleições de 2024 e assumiu uma cadeira na Câmara Municipal. Entre as principais pautas de seu mandato estão o combate ao feminicídio e a saúde pública, área em que tem se destacado pela cobrança de melhorias nos serviços oferecidos à população.

A vereadora e candidata a deputada estadual afirmou que sua atuação sempre foi voltada à defesa da população.

“Meu dever é lutar diariamente para que a população tenha o mínimo de dignidade e possa chegar ao seu posto de saúde e ter o mínimo. Ultimamente, nem coletor de urina estava tendo para fazer exames”, afirmou durante a entrevista.

As propostas de Dra. Luciana Horta para a saúde pública de Mato Grosso incluem medidas para melhorar o atendimento de urgência e emergência, ampliar o acesso a serviços especializados e fortalecer a assistência a pacientes com câncer, doenças crônicas e pessoas que dependem de medicamentos de alto custo.

O plano também prevê articulação para a implantação de uma nova UPA na região em expansão de Rondonópolis, estudos para a construção de um Hospital Regional na Região Sudeste e ações voltadas ao atendimento de comunidades rurais, ribeirinhas e de difícil acesso. A proposta também inclui a fiscalização das filas, dos prazos e dos serviços de saúde.

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Durante a entrevista, Dra. Luciana Horta também falou sobre a importância da participação de novas pessoas na política.

“A cadeira não vai ficar vazia. Se pessoas boas não lançarem seus nomes, com coragem e propósito, outros vão continuar nesse poder”, afirmou Dra. Luciana Horta.

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