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Blairo Maggi participa do Global Agribusiness em SP

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O ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) participará, na segunda e terça-feira (23 e 24), do Global Agribusiness Fórum 2018 (GAF), em São Paulo. Na abertura oficial do evento, marcada para às 9 horas, fará palestra sobre A ciência do campo a serviço do planeta. 

O ministro aproveitará o encontro internacional para apresentar o selo Brazil Agro – Good for nature destinado a produtos brasileiros do agronegócio voltados para a exportação. Blairo Maggi falará ainda sobre projeções para a produção do agro no país nos próximos dez anos. E divulgará dados de preservação ambiental nas propriedades rurais. Durante os dois dias terá reuniões bilaterais no local do GAF.

Serviço:
Participação do ministro Blairo Maggi no Global Agribusiness Fórum 2018 (GAF)
9h00 – Abertura do evento, seguida de palestra do ministro
9h45 – Coletiva de Imprensa
Local: Hotel Sheraton WTC – São Paulo

Mais informações à Imprensa:
Coordenação-geral de Comunicação Social
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Regularização fundiária é uma das ações prioritárias do governo na Amazônia

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A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) participou nesta quarta-feira (15) da 2ª Reunião do Conselho Nacional da Amazônia Legal.  Após a reunião, foi anunciado que o governo irá iniciar a regularização fundiária de propriedades com até quatro módulos fiscais na Amazônia, que pode ser feita por sensoriamento remoto. Segundo a ministra, ainda está sendo avaliado por quais estados a iniciativa irá começar a ser realizada.

“Será uma ação integrada, onde nós não só emitiremos os títulos de regularização fundiária, mas daremos continuidade a várias outras ações que precisam ser feitas”, disse. Segundo ela, depois da aprovação pelo Congresso Nacional do projeto de lei que trata da regularização fundiária (PL 2.633), será possível dar mais agilidade na regularização e propriedades com mais de 4 módulos.

Tereza Cristina explicou que, para viabilizar a regularização fundiária, são exigidos vários documentos que serão analisados pelo Incra, comprovando a propriedade da terra. “Depois, vai para a análise presencial ou não, dependendo do número de módulos que essa pessoa tem”, disse a ministra.

Na semana passada, em reunião com investidores estrangeiros, a ministra explicou que a regularização fundiária será importante para a preservação ambiental da Amazônia, pois vai exigir que os proprietários cumpram a legislação ambiental. Segundo ela, o Projeto de Lei vai possibilitar uma modernização do sistema, para agilizar a regularização na região.

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O programa de regularização fundiária irá beneficiar cerca de 150 mil pequenos produtores instalados na Amazônia que têm a posse mansa e pacífica da terra e aguardam há décadas pelo título definitivo. Para obter o registro da terra, eles terão de cumprir o Código Florestal, que  exige 80% de preservação nas propriedades rurais localizadas na região da Amazônia Legal. E, com a área regularizada, terão de responder por eventuais irregularidades, como queimadas ou desmatamento ilegal, que venham a ocorrer nos terrenos.

O programa de regularização por sensoriamento remoto exclui  terras sobrepostas a terras indígenas, unidades de conservação e áreas em litígio. Invasores dessas áreas cometem ilegalidades que devem ser coibidas pela polícia e punidas pela Justiça.

O vice-presidente Hamilton Mourão reafirmou o compromisso do estado brasileiro com a preservação e o desenvolvimento da Amazônia. “Vamos buscar reduzir ao mínimo aceitável os índices de desmatamento e queimada, demonstrando com isso à comunidade internacional e à sociedade brasileira este nosso compromisso e deixando claro que o desmatamento zero e desenvolvimento econômico não são excludentes, muito pelo contrário”, disse.

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Norma busca agilizar o registro de fertilizantes orgânicos e de biofertilizantes

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Foi publicada nesta quarta-feira (15) a Instrução Normativa (IN) nº 61, que estabelece as regras sobre definições, exigências, especificações, garantias, tolerâncias, registro, embalagem e rotulagem dos fertilizantes orgânicos e dos biofertilizantes, destinados à agricultura.

A norma busca adequar e melhorar o dispositivo legal para a concessão de registros de fertilizantes orgânicos e de biofertilizantes e estabelecer procedimentos mais rápidos e eficientes, assim como incluir parâmetros adequados às mudanças tecnológicas dos últimos anos.

No que se refere aos registros de biofertilizantes, em função de vários produtos terem sido desenvolvidos e introduzidos nos cultivos, ressalta-se a melhoria da definição de parâmetros na legislação, como a possibilidade de declarar ácidos húmicos e fúlvicos, aminoácidos, extratos vegetais e extratos de algas, em quantidades mínimas determinadas, que garantam eficiência agronômica e melhoria no manejo para alcançar qualidade dos produtos e alimentos em que serão utilizados, trazendo benefícios para os agricultores usuários destes produtos especiais.

Além disso, a norma faz a adequação de vários padrões dos fertilizantes organominerais, tornando o instrumento legal mais adequado para registro dos produtos, além de objetividade e clareza para os consumidores destes fertilizantes.

“De acordo com informações da Associação Brasileira de Tecnologia em Nutrição Vegetal (Abisolo), os fertilizantes orgânicos, organominerais, biofertilizantes e fertilizantes especiais tiveram um faturamento de R$ 7,6 bilhões em 2018, compreendendo um universo de 504 empresas registradas no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que empregam cerca de 20 mil trabalhadores diretamente”, destaca o coordenador de Fertilizantes, Inoculantes e Corretivos da Secretaria de Defesa Agropecuária, Hideraldo Coelho.

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Esta IN regula insumos integrantes do recém lançado Programa de Bioinsumos.

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Mapa publica zoneamento das culturas de milho 1ª safra e sorgo para a safra 2020/2021

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Foram publicadas no Diário Oficial da União desta terça-feira (14) as  portarias 166 a 182  com o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), ano-safra 2020/2021, para o cultivo do milho 1ª para as seguintes unidades da Federação: DF; GO; MT; MS; BA; MA; PI; AC; RO; TO; ES; MG; RJ; SP; PR; RS e SC.

O Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) tem o objetivo de reduzir os problemas relacionados a eventos climáticos não desejáveis e permite ao produtor identificar a melhor época para plantar, levando em conta a região do país, a cultura e os diferentes tipos de solos.

O modelo agrometeorológico considera elementos que influenciam diretamente no desenvolvimento fisiológico da planta como temperatura, chuvas, umidade relativa do ar, ocorrência de geadas, água disponível nos solos, demanda hídrica das culturas e elementos geográficos (altitude, latitude e longitude).


Zarc

Os agricultores que seguem as recomendações do Zarc estão menos sujeitos aos riscos climáticos e ainda poderão ser beneficiados pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) e pelo Programa de Subvenção ao prêmio do Seguro Rural (PSR). Muitos agentes financeiros só liberam o crédito rural para cultivos em áreas zoneadas e para o plantio de cultivares indicadas nas Portarias de zoneamento.

Para a safra 2020/2021 o zoneamento do milho 1ª safra passou por revisão metodológica possibilitando indicar com maior segurança as janelas ideais para plantio, os principais avanços no estudo foram: inclusão de maior exigência hídrica no momento do plantio; avaliação da chuva excessiva no período de colheita; readequação dos ciclos médios das cultivares e maior precisão na quantificação do risco de geada.

Foram realizadas 15 reuniões de validação para cultura do milho, no período entre 10 e 29 de junho de 2020, todas por meio de videoconferência.


Também foram publicadas as Portarias de Zarc da cultura do Sorgo para os estados da Bahia, Maranhão, Piauí, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. O sorgo passará por revisão metodológica ainda este ano, com isso outros estados terão portarias divulgadas até novembro deste ano. Acesse aqui as 
portarias 161 a 165.  

Aplicativo Plantio Certo


Produtores rurais e outros agentes do agronegócio podem acessar através de tablets e smartphones, de forma mais prática, as informações oficiais do Zarc, facilitando a orientação quanto aos programas de política agrícola do governo federal. O aplicativo móvel Zarc Plantio Certo
, desenvolvido pela Embrapa Informática Agropecuária (Campinas/SP), está disponível no sistema Android.

Os resultados do ZARC também podem ser consultados e baixados por meio da plataforma “Painel de Indicação de Riscos”
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Informações à Imprensa
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