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CCJR rejeita emenda que prevê concursos públicos na segurança pública de MT

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A emenda 43 para a Lei Orçamentária Anual foi rejeitada por apontar que não é possível retirar do orçamento de autarquia

Deputado Claudinei pede vista da LOA 2021- Foto: Assessoria

A Comissão Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), nesta manhã de segunda-feira (14), rejeitou a emenda 43 proposta para a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2021 pela Comissão de Segurança e Comunitária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), que dispõe sobre o lançamento de edital para concursos públicos da área de segurança pública de Mato Grosso.

Os concursos públicos seriam para atender a Polícia Judiciária Civil (PJC), Polícia Militar (PM), Corpo de Bombeiros Militar (CBM) e Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) de Mato Grosso. De acordo com o deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) que preside da Comissão de Segurança, o valor estimado para abertura dos editais é de R$ 6 milhões de reais, cujo recurso seria retirado da área de publicidade e propaganda do Programa 131 do Departamento Estadual de Trânsito (Detran).

“Essa emenda rejeitada é uma situação preocupante já que as visitas realizadas nos 13 polos regionais da Região Integrada de Segurança Pública (Risp) de Mato Grosso, a Comissão identificou a carência de efetivo nas instituições. O valor que propusemos será para ser injetado nos concursos públicos. Eu peço o destaque e voto favorável para a nossa emenda 43 para que a gente possa debater em plenário, até mesmo, fazer uma alteração na redação final da LOA 2021”, salienta Claudinei.

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Consequências

O parlamentar recorda o desgaste tanto da Assembleia Legislativa como do governo estadual para que não ocorresse o fechamento de 16 delegacias de Mato Grosso, em 2019, e essa situação foi concretizada. “Já tem um estudo da diretoria geral da PJC para fechar mais delegacias. A partir de 2021, vai gerar novamente aquele desgaste. Vamos ter que promover audiência pública, chamar os prefeitos, os vereadores e representantes da sociedade organizada dos municípios, para estarem com a gente para debater sobre este assunto. Nós precisamos abrir pelo menos o edital, nem que nomeie este pessoal em 2022”, explica o presidente da Comissão de Segurança Pública.

Claudinei exemplifica que tem município com apenas um policial militar atendendo no interior do estado. “Estes municípios distantes, divisa com Pará, com o Amazonas, com o Tocantins, um policial militar atender a unidade ou o destacamento, o outro fica de sobreaviso. Se chegar a quadrilha do novo cangaço, este policial vai ter que correr por falta de armamento e efetivo, pois vai estar sozinho, para encarar 10 a 20 bandidos, assaltantes de banco, infelizmente”, preocupa o parlamentar.

A reunião da CCJR contou também com a participação dos deputados Dr. Eugênio (PSB), Silvio Fávero (PSL), Wilson Santos (PSDB), Lúdio Cabral (PT) e Sebastião Rezende (PSC).

Emendas – No início do mês, os deputados estaduais da Comissão de Segurança apresentaram na 5ª reunião quatro emendas para a LOA ao secretário de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp), Alexandre Bustamante. Além do lançamento dos editais de concursos públicos para a segurança pública, também, foram propostos à nomeação de aprovados dos Sistemas Socioeducativo e Penitenciário, construções e reformas de unidades da Perícia Oficial de Identificação Técnica (Politec) existentes em Mato Grosso.

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Análise – Após a reunião da CCJR, Claudinei e os deputados estaduais Janaina Riva (MDB), Ulysses Moraes (PSL), Elizeu Nascimento (DC) e Valdir Barranco (PT) pediram vista ao PLOA, com prazo de 24 horas, a ser debatido na próxima sessão plenária que vai ocorrer nesta quarta-feira (16).

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Teté Bezerra: a primeira mulher eleita deputada estadual por Rondonópolis

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Pioneira na política de Rondonópolis, Teté Bezerra fez história ao conquistar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso

Foto- Assessoria

A trajetória política de Teté Bezerra é marcada pelo pioneirismo. Ela entrou para a história de Rondonópolis como a primeira mulher do município eleita para o cargo de deputada estadual, ampliando a presença feminina na política mato-grossense.

Em 2010, Teté foi eleita deputada estadual pelo PMDB, com 22.964 votos, garantindo uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso para a legislatura de 2011 a 2015.

Antes de chegar à Assembleia, Teté já havia construído uma trajetória no cenário político estadual e nacional. Ela foi eleita deputada federal em 1994 e reeleita em 1998, tornando-se uma das principais representantes femininas de Mato Grosso no Congresso Nacional.

A eleição para deputada estadual consolidou sua presença política e reforçou a participação de mulheres de Rondonópolis na disputa por espaços de representação no Estado.

O feito permanece como um marco na história política do município, especialmente em um cenário no qual a participação feminina nas disputas eleitorais ainda enfrentava grandes desafios.

Teté Bezerra entrou para a história de Rondonópolis não apenas pelos mandatos que exerceu, mas também por abrir caminho para outras mulheres na política local.

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E agora, Rezende? Chapa com apenas 10 candidatos coloca reeleição em jogo no União Brasil

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Foto- Assessoria

A disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso promete ser dura dentro do União Brasil. Com uma chapa enxuta, formada por apenas 10 candidatos, o partido aposta na concentração de votos para tentar eleger dois ou até três deputados estaduais nas eleições de 2026.

Entre os nomes que encaram a disputa está o deputado Sebastião Rezende, que busca a reeleição pelo União Brasil. A candidatura foi homologada durante a convenção estadual da legenda.

O próprio deputado Júlio Campos reconheceu o grau de dificuldade da composição. Segundo ele, apesar de a chapa ter apenas 10 candidatos, existe a expectativa de conquistar duas ou três cadeiras na Assembleia.

Além de Rezende e Júlio Campos, o União Brasil colocou na disputa nomes como Dilmar Dal Bosco, Michelly Alencar, Wender Roman, Eliane da Silva Ferreira, Cenira Evangelista, Antônio Carlos da Silva Barros e Ana Paula Leiria. A lista sofreu alteração na reta final, com Ana Paula substituindo Lédio Procópio de Souza.

A estratégia de uma chapa menor pode favorecer os candidatos com maior estrutura eleitoral e maior capacidade de concentração de votos. Por outro lado, aumenta a pressão sobre os nomes que já exercem mandato e precisam justificar nas urnas sua permanência no Legislativo.

E agora, Rezende? Com menos candidatos para dividir os votos, a disputa interna pode ser ainda mais intensa. A pergunta que fica é se o deputado conseguirá manter sua força eleitoral e garantir mais um mandato na Assembleia.

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A chapa do União Brasil está definida. Agora, a resposta será dada pelo eleitor.

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Dra. Luciana Horta apresenta propostas para saúde e combate ao feminicídio em entrevista em Rondonópolis

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Foto-Assessoria

Candidata a deputada estadual pelo PL participou do programa 105 Notícias e falou sobre propostas para a saúde pública e outras pautas que pretende defender na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Nesta sexta-feira (21), a candidata a deputada estadual Dra. Luciana Horta (PL) participou do programa 105 Notícias, da Rádio 105 FM, apresentado pelo radialista e jornalista Zé Pereira. Durante a entrevista, ela falou sobre suas propostas para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Dra. Luciana Horta foi a vereadora mais votada nas eleições de 2024 e assumiu uma cadeira na Câmara Municipal. Entre as principais pautas de seu mandato estão o combate ao feminicídio e a saúde pública, área em que tem se destacado pela cobrança de melhorias nos serviços oferecidos à população.

A vereadora e candidata a deputada estadual afirmou que sua atuação sempre foi voltada à defesa da população.

“Meu dever é lutar diariamente para que a população tenha o mínimo de dignidade e possa chegar ao seu posto de saúde e ter o mínimo. Ultimamente, nem coletor de urina estava tendo para fazer exames”, afirmou durante a entrevista.

As propostas de Dra. Luciana Horta para a saúde pública de Mato Grosso incluem medidas para melhorar o atendimento de urgência e emergência, ampliar o acesso a serviços especializados e fortalecer a assistência a pacientes com câncer, doenças crônicas e pessoas que dependem de medicamentos de alto custo.

O plano também prevê articulação para a implantação de uma nova UPA na região em expansão de Rondonópolis, estudos para a construção de um Hospital Regional na Região Sudeste e ações voltadas ao atendimento de comunidades rurais, ribeirinhas e de difícil acesso. A proposta também inclui a fiscalização das filas, dos prazos e dos serviços de saúde.

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Durante a entrevista, Dra. Luciana Horta também falou sobre a importância da participação de novas pessoas na política.

“A cadeira não vai ficar vazia. Se pessoas boas não lançarem seus nomes, com coragem e propósito, outros vão continuar nesse poder”, afirmou Dra. Luciana Horta.

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