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CCJR tem 27 matérias aptas a serem apreciadas na reunião ordinária desta terça-feira (4)

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Mato Grosso poderá dar um salto no atendimento a pacientes com fibromialgia com a implantação de Centros de Diagnóstico da doença. A proposta está em projeto de lei de autoria de Sebastião Rezende (PSC), que será analisado pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação da Assembleia Legislativa em reunião, nesta terça-feira (4), às 14 horas, na Sala 201, no segundo piso do prédio da ALMT.

Além dessa, outras 26 matérias estão aptas a serem apreciadas pela comissão, sendo projeto de Lei (13), Processos de Regularização de Terras junto ao Intermat (05), Projetos de Lei Complementar (04), Vetos (03) e Projeto de Emenda Constitucional (01).   A CCJR analisa a constitucionalidade das propostas, ou seja, se elas estão dentro das normas constitucionais e legais. Compõem a comissão os deputados: Max Russi (presidente), Janaína Riva (vice-presidente), Oscar Bezerra, Pedro Satélite e Wilson Santos (membros titulares).

Confira a pauta:

Projeto de Lei 133/2015 de Guilherme Maluf (Apensado o PL n.º 474/2015 de autoria do Dep. José Domingos Fraga) que dispõe sobre a publicidade e propaganda governamental do Poder Público no Estado de Mato Grosso;

Projeto de Lei 264/2017 de Guilherme Maluf (c/emenda) que dispõe sobre a garantia de acessibilidade dos deficientes visuais aos projetos culturais patrocinados ou fomentados com verba pública estadual;

 Projeto de Lei 372/2017 de Sebastião Rezende que dispõe sobre a implantação dos Centros de Diagnósticos de Pacientes com Fibromialgia no Estado de Mato Grosso e dá outras providências;

 Oficio 84/2018 com processo 1184/2018 de Regularização de Ocupação Fundiária junto ao Intermat do município de Peixoto de Azevedo, requerente Iluir Graciolli;

 Ofício 98/2018 com processo 1323/2018 de Regularização de Ocupação Fundiária da requerente Maria Angelica Zanchet Ruaro Ross, municípios de  Alto Araguaia e Alto Garças;

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Projeto de Emenda Constitucional 2/2018 de Janaína Riva que acrescenta dispositivo à Constituição do Estado que institui o Fundo Estadual de Combate ao Câncer no âmbito do Estado de Mato Grosso;

 Projeto de Lei 206/2015 de Wilson Santos (c/emenda) que dispõe sobre a exposição comercial, a proibição da venda e a utilização em estabelecimentos de ensino, da substância soda cáustica, de seus similares e de todos os produtos classificados como nocivos à saúde;

Projeto de Lei 228/2018 de Eduardo Botelho que dispõe sobre a obrigatoriedade de tradutores e intérpretes de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) nas transmissões das TVs Públicas do Estado de Mato Grosso e dá outras providências;

Projeto de Lei 181/2018 – Mensagem n.º 48/2018 (c/substituto integral) de autoria do Poder Executivo que altera dispositivo da Lei nº 10.502, de 18 de janeiro de 2017, alterada pela Lei nº 10.673, de 17 de janeiro de 2018, que dispõe sobre o Sistema Unificado Estadual de Sanidade Agroindustrial Familiar e de Pequeno Porte – SUSAF/MT, e dá outras providências;

Projeto de Lei 256/2018 da Mesa Diretora ( Com dispensa de pauta) que modifica dispositivos da Lei nº 7.860, de 19 de dezembro de 2002, que “Dispõe sobre a Reforma Administrativa da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso, implantando nova Estrutura Organizacional, instituindo Plano de Cargos, Carreiras e Salários e dando providências correlatas;

Ofício 1257/2104 do Intermat com processo de Regularização de Ocupação Fundiária , Requerente  Gislene Cordeiro Trevisani da Cruz, município de Peixoto de Azevedo;

Ofício 84/2018 do Intermat com processo 1193/2018 de Regularização de Ocupação Fundiária,  Requerente Pierre Biancardini Junior, município de Chapada dos Guimarães;

: Veto total 5/2018 em mensagem 2/2018 do Poder Executivo aposto ao projeto de lei nº 489/17, que altera a Lei nº 7.688, de 28 de dezembro de 2011, que reestrutura a Carreira dos Profissionais do Sistema Socioeducativo, e dá outras providências;

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Veto Total 33/2018 (mensagem 41/2018) do Poder Executivo aposto ao projeto de lei complementar nº 03/16 de Adriano Silva que modifica a denominação da Universidade Estadual de Mato Grosso;

Projeto de Lei 638/2015 (c/emenda) que institui a Política Estadual de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais e dá outras providências;

Projeto de Lei 446/2016 de Janaína Riva (c/emenda) que dispõe sobre a criação da “Patrulha Maria da Penha” no Estado de Mato Grosso e dá outras providências;

Projeto de Lei Complementar 32/2018 de Guilherme Maluf que modifica o inciso I do Artigo 124, da Lei Complementar Nº 04, de 15 de outubro de 1990, que dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Públicos da Administração Direta, das Autarquias e das Fundações Públicas Estaduais, com intuito de permitir que o servidor se ausente do serviço por um dia a cada seis meses para participar das reuniões escolares dos filhos;

Projeto de Lei 323/2016 de Janaína Riva que cria a Delegacia Eletrônica de Proteção Animal (Depa) no Estado e dá outras providências;

Projeto de Lei 534/2017 de Jajah Neves que acrescenta o parágrafo único ao Artigo 1º da Lei nº 9.724, de 19 de Abril de 2012, que dispõe sobre a inclusão de medidas de conscientização, prevenção, diagnose e combate ao bullying escolar no projeto pedagógico elaborado pelas escolas públicas e privadas em todo o território mato-grossense;

Projeto de Lei 552/2017 de Wancley Carvalho que dispõe sobre a obrigatoriedade de os depósitos de pneus, novos ou usados, ferros-velhos e afins, do Estado de Mato Grosso utilizarem sistema de cobertura para evitar o acúmulo de água;

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Ofício 84/2018- Processo 1179/2018 de Regularização de Ocupação Fundiária junto ao Intermat do requerente Antonio Henrique Ravanello Souza, município de Peixoto de Azevedo;

Projeto de Lei Complementar 17/2015 de Eduardo Botelho que acrescenta o inciso XVIII, ao Artigo 3º da Lei Complementar nº 140, de 16 de dezembro de 2003, que dispõe sobre a constituição e o financiamento da Agência de Fomento do Estado de Mato Grosso S/A – MT FOMENTO, e dá outras providências;

Projeto de Lei 560/2015 de Janaína Riva que fixa número mínimo de servidores da Perícia Oficial e Identificação Técnica (POLITEC) nas agências dos PROCONs do Estado de Mato Grosso e dá outras providências;

Projeto de Lei Complementar 23/2016 (c/substitutivo integral) que acresce o parágrafo 6º ao artigo 235 da Lei Complementar 04 de 1990, que dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Públicos da Administração Direta, das Autarquias e das Fundações Públicas Estaduais, para dispor sobre a licença-maternidade em caso de parto prematuro;

Projeto de Lei Complementar 35/2016 de Guilherme Maluf que altera o artigo 238 da Lei Complementar 04 de 1990, que dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Públicos da Administração Direta, das Autarquias e das Fundações Públicas Estaduais, para dispor sobre as licenças de adotantes;

Projeto de Lei 393/2017 (Apensado PL n.º 502/2017 de autoria do deputado Allan Kardec) que dispõe sobre medidas de prevenção e combate ao abuso sexual de mulheres nos meios de transporte coletivo no âmbito do Estado de Mato Grosso, e dá outras providências;

Veto total 62/2018 (Mensagem nº 86/2018) aposto ao projeto de lei nº 354/2016 de Wanckey Carvalho que proíbe a queima de pneus sem a utilização de sistemas de filtragem eficazes.

Política MT

Deputado Júlio Campos pede suspensão de privatização 

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O deputado Júlio Campos chamou atenção para a privatização de estradas abandonadas na região do Arinos e no Médio Norte de Mato Grosso, nesta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

“Venho fazer um apelo e uma advertência ao senhor governador Otaviano Pivetta e ao senhor Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, sobre o estado lamentável de duas rodovias importantíssimas. A MT-338, a Estrada da Baiana, aberta no meu governo (1983 a 87) quando priorizei a ligação de Juara com Sinop e Cuiabá, economizando 200 km do trajeto. Essa estrada foi pavimentada pelo governo Blairo Maggi, mas hoje encontra-se acabada e com buracos por todos lados. E mesmo nessa situação, segue sendo privatizada”, indagou Júlio Campos.

Segundo o parlamentar, o valor do pedágio a ser cobrado para cada trecho de 30 quilômetros será de R$12,75. A MT-338, interliga os municípios de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a partir do entroncamento com a BR-163.

A estrada é um importante caminho de escoamento logístico da produção agrícola e pecuária em direção ao Vale do Arinos e ben eficia também cidades como Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Juara e Juína, afetando mais de nove comunidades e 150 mil habitantes.

Júlio Campos também chamou atenção para a situação de outra estrada: a MT-220, no trevo Tabaporã, no Médio Norte de Mato Grosso, entre Vera e Sorriso.

Concessão assinada

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O pedido de Júlio Campos é para que o governador adie a concessão em prol da redução dos custos do pedágio.

“Senhor secretário Marcelo Padeiro, que é um homem dinâmico, está na hora de sua equipe fazer uma fiscalizaçã o rigorosa para rever a privatização dessas duas rodovias. O estado atual é lamentável. Tem que restaurar as rodovias antes de ser privatizada, porque do contrário o pedágio ficará muito caro, pois a manutenção será repassado ao usuário. é por isso que tem estrada estadual na qual o custo do pedágio é o dobro do valor de uma estrada federal. Veja a BR-163, o pedágio custa quase a metade do valor de estradas estaduais e o motorista trafega de Rondonópolis e Sinop sem buracos e de forma segura”, afirmou Júlio Campos.

A concessão das duas estradas foi assinada em 01 de setembro de 2025 pelo secretário Marcelo Ol iveira, com o Consórcio Vale do Arinos, com o aval da Agência estadual de regulação Ager.

https://juliocamposmt.com.br/deputado-julio-campos-pede-suspensao-de-privatizacao-de-estradas-abandonadas-em-mt/

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Zé Medeiros quer proibir multas ambientais automáticas baseadas apenas em imagens de satélite

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Foto-Assessoria

Multas ambientais, embargos e bloqueios de crédito rural baseados exclusivamente em imagens de satélite ou sistemas automatizados poderão ser proibidos no Brasil. A medida está prevista em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Zé Medeiros (PL) na Câmara dos Deputados.

A proposta cria a Lei Nacional de Garantia do Devido Processo Legal na Fiscalização Ambiental Rural e estabelece que nenhuma penalidade poderá ser aplicada sem vistoria presencial realizada por agente público competente, acompanhada de laudo técnico detalhado e identificação precisa da suposta infração.

“O avanço tecnológico deve servir ao interesse público, mas jamais pode substituir o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a verificação dos fatos. O satélite pode apontar indícios, mas não pode condenar ninguém. Hoje, muitos produtores enfrentam multas, embargos e até bloqueios de crédito sem que um fiscal tenha sequer visitado a propriedade. Isso gera insegurança jurídica e fere o direito de defesa”, argumentou o parlamentar.

O projeto prevê que imagens de satélite e sistemas de sensoriamento remoto tenham caráter apenas preliminar e informativo, impedindo que sejam utilizados como prova única para aplicação de sanções. Caso não haja vistoria presencial, multas, embargos e demais restrições poderão ser considerados nulos.

“O produtor rural não pode ser tratado como criminoso por um algoritmo. A fiscalização ambiental é necessária, mas precisa ocorrer dentro dos limites da lei e com respeito ao direito de defesa”, concluiu.

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A proposta também proíbe o bloqueio automático de financiamentos e a inclusão de produtores em cadastros restritivos com base apenas em alertas gerados por sistemas remotos. As restrições só poderão ocorrer após decisão administrativa definitiva, com garantia do contraditório e da ampla defesa.

O texto ainda prevê mecanismos de transparência para os sistemas automatizados utilizados pelos órgãos ambientais. Segundo Medeiros, a medida busca evitar punições indevidas causadas por falhas na interpretação de imagens de satélite e algoritmos, conciliando a proteção ambiental com a segurança jurídica e o direito de defesa dos produtores rurais.

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Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

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Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

Veja Vídeo:

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