Política MT
Cerimônia celebra 127 anos do Corpo Musical da PMMT
Foto: ELIEL TENORIO PEREIRA
O presidente da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa, deputado estadual Elizeu Nascimento (DC), participou da cerimônia alusiva ao aniversário de 127 anos do Corpo Musical da Polícia Militar de Mato Grosso (PMMT), na terça-feira (29), no salão nobre Cloves Vettorato, no Palácio Paiaguás.
A homenagem foi para os 66 integrantes, homens e mulheres que contribuem para o desenvolvimento da sensibilidade, criatividade e integração social, por meio da arte da música. Seja cantando, tocando, regendo ou ensinando, a música está presente em nossas vidas desde o nascimento. Afinal, parafraseando o educador Paulo Freire," música é vida, alegria e esperança".
O evento teve apresentações da cantora Akane Izuka; do quinteto formado pelos policiais militares cabo Crispim e os soldados Dantas, Carneito e Robsonelly, e das crianças que participam do projeto "Harmonizando para a vida", do município de Nossa Senhora do Livramento, além do cantor cuiabano Roberto Lucialdo.
A Banda da Polícia Militar, desde que foi criada, em 1892, está presente nos principais acontecimentos da história de Mato Grosso, testemunhando momentos de alegria, manifestações de civismo, devoção, comoção e comemoração. A qualidade musical atravessou os muros do quartéis e conquistou o público mato-grossense. Com uma agenda sempre lotada, os músicos, que atualmente são regidos pelo comandante 2º tenente Márcio Delvalle, além de se apresentarem dentro da própria instituição, levam um repertório variado para órgãos públicos e, principalmente, para as comunidades.
O Corpo Musical tem um papel importante na educação, levando musicalidade para alunos de escolas públicas e de projetos sociais. “Com sua atuação, a banda de música da PM tem proporcionado a interação da instituição com o público, aproximando a Polícia Militar da sociedade. Por todas essas qualidades, é merecido o reconhecimento", enfatizou o deputado Elizeu.
O comandante-geral, coronel Jonildo José de Assis, enalteceu o trabalho da banda. "Somos policiais militares e temos nosso papel social e a banda de música faz isso com primazia. Um quartel sem banda é um corpo sem alma", destacou.
“A grandeza não consiste em receber honras, mas em merecê-las. Ser avaliado de forma positiva pela sociedade é mais que pressuposto de reconhecimento e valorização de um trabalho oferecido com maior grau de profissionalismo. A nossa gratidão a todos integrantes do Corpo Musical de Mato Grosso", afirmou o comandante da banda, 2º tenente Márcio Delvalle.
Corpo Musical – No início, essa unidade era denominada como Banda de Música. Criada em 19 de outubro de 1892, através do artigo 5º da Lei Nº 09, ato este assinado pelo Dr. Manoel Murtinho, presidente do estado de Mato Grosso, teve seu início histórico contando com 16 praças. No passado, tinha como missão garantir a marcialidade nos eventos militares e levar entretenimento aos praças aquartelados.
Devido à grande demanda de serviços destinados à banda de música junto à sociedade, viu-se a necessidade da criação de um corpo musical. Ato este que se consolidou na gestão do então governador Blairo Borges Maggi, que, através da Lei Complementar nº 271, de 11 junho de 2007, aprovado pela Assembleia Legislativa, cria o Corpo Musical da Polícia Militar, ampliando as possibilidades de formações musicais. Hoje, o efetivo do Corpo Musical é composto por 66 policiais músicos e contempla em sua nova estrutura a Banda Musical, a Orquestra Popular Homens do Mato e o Núcleo de Choro.
Recentemente, o Corpo Musical foi declarado Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial do Estado de Mato Grosso, através da Lei nº 10.414, de 26 de julho de 2016, de autoria do então deputado estadual Guilherme Maluf e sancionado pelo ex-governador Pedro Taques.
Ao longo dos seus 127 anos de atuação, o Corpo Musical vem atendendo diversos eventos, como formaturas militares, eventos oficiais do estado, cultos, missas, festas religiosas, eventos esportivos de diversas modalidades, inaugurações, aniversário de municípios, desfiles cívicos, eventos de organizações não governamentais, ações sociais, entre outros.
Política MT
Teté Bezerra: a primeira mulher eleita deputada estadual por Rondonópolis
Pioneira na política de Rondonópolis, Teté Bezerra fez história ao conquistar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso

Foto- Assessoria
A trajetória política de Teté Bezerra é marcada pelo pioneirismo. Ela entrou para a história de Rondonópolis como a primeira mulher do município eleita para o cargo de deputada estadual, ampliando a presença feminina na política mato-grossense.
Em 2010, Teté foi eleita deputada estadual pelo PMDB, com 22.964 votos, garantindo uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso para a legislatura de 2011 a 2015.
Antes de chegar à Assembleia, Teté já havia construído uma trajetória no cenário político estadual e nacional. Ela foi eleita deputada federal em 1994 e reeleita em 1998, tornando-se uma das principais representantes femininas de Mato Grosso no Congresso Nacional.
A eleição para deputada estadual consolidou sua presença política e reforçou a participação de mulheres de Rondonópolis na disputa por espaços de representação no Estado.
O feito permanece como um marco na história política do município, especialmente em um cenário no qual a participação feminina nas disputas eleitorais ainda enfrentava grandes desafios.
Teté Bezerra entrou para a história de Rondonópolis não apenas pelos mandatos que exerceu, mas também por abrir caminho para outras mulheres na política local.
Política MT
E agora, Rezende? Chapa com apenas 10 candidatos coloca reeleição em jogo no União Brasil

Foto- Assessoria
A disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso promete ser dura dentro do União Brasil. Com uma chapa enxuta, formada por apenas 10 candidatos, o partido aposta na concentração de votos para tentar eleger dois ou até três deputados estaduais nas eleições de 2026.
Entre os nomes que encaram a disputa está o deputado Sebastião Rezende, que busca a reeleição pelo União Brasil. A candidatura foi homologada durante a convenção estadual da legenda.
O próprio deputado Júlio Campos reconheceu o grau de dificuldade da composição. Segundo ele, apesar de a chapa ter apenas 10 candidatos, existe a expectativa de conquistar duas ou três cadeiras na Assembleia.
Além de Rezende e Júlio Campos, o União Brasil colocou na disputa nomes como Dilmar Dal Bosco, Michelly Alencar, Wender Roman, Eliane da Silva Ferreira, Cenira Evangelista, Antônio Carlos da Silva Barros e Ana Paula Leiria. A lista sofreu alteração na reta final, com Ana Paula substituindo Lédio Procópio de Souza.
A estratégia de uma chapa menor pode favorecer os candidatos com maior estrutura eleitoral e maior capacidade de concentração de votos. Por outro lado, aumenta a pressão sobre os nomes que já exercem mandato e precisam justificar nas urnas sua permanência no Legislativo.
E agora, Rezende? Com menos candidatos para dividir os votos, a disputa interna pode ser ainda mais intensa. A pergunta que fica é se o deputado conseguirá manter sua força eleitoral e garantir mais um mandato na Assembleia.
A chapa do União Brasil está definida. Agora, a resposta será dada pelo eleitor.
Política MT
Dra. Luciana Horta apresenta propostas para saúde e combate ao feminicídio em entrevista em Rondonópolis

Foto-Assessoria
Candidata a deputada estadual pelo PL participou do programa 105 Notícias e falou sobre propostas para a saúde pública e outras pautas que pretende defender na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
Nesta sexta-feira (21), a candidata a deputada estadual Dra. Luciana Horta (PL) participou do programa 105 Notícias, da Rádio 105 FM, apresentado pelo radialista e jornalista Zé Pereira. Durante a entrevista, ela falou sobre suas propostas para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
Dra. Luciana Horta foi a vereadora mais votada nas eleições de 2024 e assumiu uma cadeira na Câmara Municipal. Entre as principais pautas de seu mandato estão o combate ao feminicídio e a saúde pública, área em que tem se destacado pela cobrança de melhorias nos serviços oferecidos à população.
A vereadora e candidata a deputada estadual afirmou que sua atuação sempre foi voltada à defesa da população.
“Meu dever é lutar diariamente para que a população tenha o mínimo de dignidade e possa chegar ao seu posto de saúde e ter o mínimo. Ultimamente, nem coletor de urina estava tendo para fazer exames”, afirmou durante a entrevista.
As propostas de Dra. Luciana Horta para a saúde pública de Mato Grosso incluem medidas para melhorar o atendimento de urgência e emergência, ampliar o acesso a serviços especializados e fortalecer a assistência a pacientes com câncer, doenças crônicas e pessoas que dependem de medicamentos de alto custo.
O plano também prevê articulação para a implantação de uma nova UPA na região em expansão de Rondonópolis, estudos para a construção de um Hospital Regional na Região Sudeste e ações voltadas ao atendimento de comunidades rurais, ribeirinhas e de difícil acesso. A proposta também inclui a fiscalização das filas, dos prazos e dos serviços de saúde.
Durante a entrevista, Dra. Luciana Horta também falou sobre a importância da participação de novas pessoas na política.
“A cadeira não vai ficar vazia. Se pessoas boas não lançarem seus nomes, com coragem e propósito, outros vão continuar nesse poder”, afirmou Dra. Luciana Horta.
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