Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Mato Grosso

CGE e Seges lançam Programa Viver com Qualidade

Publicado

Fortalecer o intercâmbio de experiências técnicas e melhorar o ambiente de trabalho, a saúde e a qualidade de vida dos servidores da Controladoria Geral do Estado (CGE-MT). Estes são os principais objetivos do Programa Viver com Qualidade, lançado na última sexta-feira (23.11) pela CGE, em parceria com a Secretaria de Estado de Gestão (Seges).

“O programa foi pensado para aumentar a autoestima dos servidores e fazer com que isso reflita na área profissional. Esperamos que os servidores fiquem à vontade neste novo ambiente, pensado com cuidado com vistas ao bom desempenho de nossa atuação e, por consequência, ao bom desempenho dos nossos produtos”, explicou o secretário-controlador geral do Estado, José Celso Dorilêo Leite.

A ação é resultado do projeto de inovação elaborado pelos participantes da CGE na Academia de Novos Líderes, promovida pela Escola de Governo, e da implantação do eixo qualidade de vida no trabalho pela Comissão da Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P) na Controladoria.

A Academia de Novos Líderes é uma capacitação que começou a ser realizada em 2018 para desenvolver competências gerenciais nos servidores de carreira do Estado.  “A Academia de Novos Líderes plantou, nos participantes, sementes de possibilidades de evolução no trabalho. Ver em tão pouco tempo um case sendo implementado é motivo de muita satisfação, o que pode funcionar até como um laboratório”, destacou o secretário de Estado de Gestão, Ruy Carlos Castrillon da Fonseca.

O auditor do Estado, participante da CGE na Academia de Líderes e coordenador da Comissão do Programa A3P na Controladoria, Marino Koch, comentou sobre o que se espera com a execução do programa. “Nossa expectativa é de que promova melhorias significativas em relação a performance profissional, pessoal e institucional, e torne-se uma boa prática permanente na CGE.”

Veja Mais:  SES registrou aumento das captações de órgãos em Mato Grosso

Troca de experiências

Em relação à troca de conhecimentos e experiências, a ação se dará da seguinte forma: dois produtos (relatórios, pareceres, recomendações etc) elaborados pela CGE serão escolhidos por bimestre e apresentados pela equipe responsável, a todos os colegas, em reuniões específicas. A escolha dos produtos a serem apresentados será de responsabilidade do secretário-controlador geral, dos adjuntos e superintendentes de cada equipe, com base em critérios de relevância e efetividade dos resultados.

No lançamento do Programa Viver com Qualidade, já foi realizada a exposição de dois trabalhos. Um deles foi o Parecer de Auditoria n.202/2018, sobre pavimentação da MT-402, trecho no entroncamento da MT-010 à fábrica da Votorantim Cimentos S/A. A demonstração coube ao superintendente de Auditoria em Obras da CGE, Sílvio Leite de Barros.

Também foram apresentados os desdobramentos do Parecer de Auditoria n.202/2018 no âmbito das atribuições de Corregedoria. Neste caso, a explanação ficou a cargo do auditor do Estado, Rodrigo de Moraes Amorim, lotado na Coordenadoria de Responsabilização da Pessoa Jurídica da CGE. Amorim também falou sobre os trâmites para celebração de acordo de leniência com empresas pela Lei Anticorrupção.

O secretário-chefe da Casa Civil e auditor do Estado, Ciro Rodolpho Gonçalves, esteve no evento e destacou a importância da ação. “Parabéns pela iniciativa de compartilhar um pouco do ofício que cada um conduz em suas atribuições. Esta ação reforça a capacidade da CGE de ir além da realização de auditorias como um fim em si mesmas. Demonstra que a CGE também está focada em responsabilização e recuperação de dinheiro desviado, por exemplo.”

Veja Mais:  Cavalaria da PM prende dupla por tráfico de drogas e apreende 57 porções de entorpecentes

Saúde e qualidade de vida

Já em relação aos aspectos de ambiente de trabalho, saúde e a qualidade de vida, a ações serão desenvolvidas em parceria com a Seges, por meio de trabalhos coordenados por Comitê Intersetorial.

A parceria foi demandada pela Comissão Gestora do Programa A3P na Controladoria, já que a Seges é o órgão central da política de saúde e segurança no trabalho para os servidores estaduais e possui equipe com perfis profissionais adequados para desenvolver atividades voltadas a esta temática. A necessidade de implementação de atividades voltadas à qualidade de vida na CGE foi identificada em diagnóstico realizado pela Comissão Gestora do Programa A3P.

No lançamento do Programa Viver com Qualidade, o coordenador de Saúde e Segurança no Trabalho da Comissão Central da Seges, Flávio Jabra Peixoto, falou sobre algumas ações formatadas e que podem ser desenvolvidas de imediato na CGE.

Uma delas é o Programa de Atenção à Saúde Mental, já que os transtornos mentais e do comportamento lideram as causas de afastamentos de servidores no Poder Executivo Estadual, conforme levantamentos da Seges e de relatórios de auditoria da CGE. Sob a supervisão da equipe multidisciplinar da Seges, estagiárias de Psicologia vão entrevistar os servidores para traçar um diagnóstico e propor intervenções quanto a riscos de qualquer doença mental, como depressão e ansiedade, a que o servidor pode estar exposto dentro do ambiente de trabalho. Piloto desta ação está em andamento em quatro órgãos (Seges, Sejudh, Sefaz e Detran), com previsão de implantação também na Polícia Civil, Seplan e Setas.

Veja Mais:  CGE atualiza Mira Cidadão para facilitar fiscalização dos gastos públicos

Outra ação é o Programa Vida Saudável, voltado ao combate e controle às doenças crônicas não transmissíveis (obesidade, hipertensão, diabetes etc). Consiste na aferição mensal de altura, peso, circunferência abdominal, índice de massa corpórea e porcentagem de gordura dos servidores interessados em eliminar peso e ter uma vida mais saudável. Após o levantamento, profissionais de educação física disponibilizados pela Seges encaminham ao e-mail de cada servidor os resultados da medição e orientações sobre as metas a serem alcançadas.

Outra frente imediata de atuação será o Programa Vem Correr. Funciona assim: ao final do expediente, um educador físico fica à disposição para acompanhar os servidores em atividades de corrida no Parque das Águas. Durante o treino, o profissional dá o suporte necessário para evitar lesões e desgastes demasiados.

“A saúde e a segurança no trabalho são um elo para pensarmos a questão da produtividade no funcionalismo público. Existem fatores externos que precisam ser sanados para que o eixo da valorização tenha alguma função. Do contrário, a equação nunca vai fechar. Os fatores do ambiente não geram motivação, mas geram insatisfação. Mesmo ganhando um bom salário, mesmo sendo valorizado pelo chefe, mesmo tendo processo de trabalho organizado, o servidor, às vezes, não está motivado porque o ambiente de trabalho pode estar ruim”, argumentou Jabra.

Mato Grosso

No Mato Grosso, três em cada dez mulheres viveram situações de violência doméstica em 12 meses sem declará-las como violência

Publicado

Atualização do Mapa Nacional da Violência de Gênero com dados da 11ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher permite comparar o cenário de violência doméstica declarada e não declarada entre as unidades da Federação

O Mapa Nacional da Violência de Gênero, recém-atualizado com os resultados por unidade da Federação da 11ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, aponta que Mato Grosso registra 29% de mulheres que relataram ter vivido, nos 12 meses anteriores à pesquisa, ao menos uma das situações concretas de violência investigadas, embora não tenham declarado espontaneamente ter sofrido violência doméstica ou familiar. O resultado do estado oscila dentro da margem de erro da estimativa do país (29%), o que não permite classificá-lo como distinto do patamar nacional.

A análise, possível pelo cruzamento de dados — uma das premissas do Mapa Nacional da Violência de Gênero, plataforma mantida pelo Observatório da Mulher contra a Violência (OMV), o Instituto Natura e a Gênero e Número —, evidencia a distância entre a violência vivenciada pelas mulheres e aquela que chega aos registros oficiais e, consequentemente, ao alcance das políticas públicas de proteção e acolhimento.

A 11ª Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, realizada pelo DataSenado em 2025, tem propósito semelhante: investigar o problema além das estatísticas oficiais do país. O levantamento ouviu 21.641 mulheres de 16 anos ou mais em todo o Brasil entre 16 de maio e 8 de julho de 2025. A pesquisa tem amostra probabilística e nível de confiança de 95%.

“Ampliar a Rede de Proteção é fundamental, mas os dados mostram que precisamos olhar também para o que acontece antes de a mulher chegar na Rede. Uma política pública só consegue proteger plenamente quando as mulheres têm informação para reconhecer a violência, conhecem seus direitos e encontram caminhos acessíveis e seguros para buscar ajuda”, afirma Maria Teresa Prado, coordenadora do Observatório da Mulher contra a Violência do Senado Federal.

Gráfico 1 – Percentual de mulheres que vivenciaram situações de violência nos últimos 12 meses sem declará-las espontaneamente, por unidade da Federação

O levantamento realizado pelo DataSenado revela que 33% das mato-grossenses já sofreram violência doméstica ou familiar provocada por um homem ao longo da vida. Entre o total de mulheres entrevistadas em Mato Grosso, 14% relataram ter sofrido violência doméstica ou familiar nos 12 meses anteriores à pesquisa, realizada em 2025. Entre as mulheres que declararam ter sofrido violência provocada por um homem, 88% relataram violência psicológica, 84% violência física e 70% violência moral. Em 59% dos casos, o agressor era o marido ou companheiro da vítima no momento da agressão. Do total de vítimas no estado, 10% ainda convivem com a pessoa que as agrediu e, destas, 79% moram com o agressor.

Veja Mais:  Polícia Civil prende proprietário de oficina mecânica por receptação de chassi e motor de veículo de origem ilícita

Nas situações de violência mais grave, 59% das entrevistadas afirmaram que o agressor estava com ciúmes, 52% disseram que ele estava inconformado com o término ou tentativa de término do relacionamento e 43% relataram que ele estava bêbado. Já para 82% das mulheres que encerraram o relacionamento com o agressor, a violência teve muita influência na decisão. O impacto na rotina diária foi sentido por 72% das vítimas, enquanto 68% disseram que o convívio com outras pessoas foi afetado, 45% disseram que seus estudos foram impactados e 43% relataram impactos na vida profissional ou trabalho remunerado.

“Os dados ajudam a romper com uma leitura da violência doméstica como um episódio isolado e que a violência não termina quando a agressão acaba. Ela reorganiza a rotina, afeta relações, trabalho, renda e as possibilidades que uma mulher tem de tomar decisões sobre a própria vida. Quando olhamos para esses dados em conjunto, conseguimos entender que enfrentar a violência de gênero exige mais do que responder à agressão: exige políticas capazes de olhar para as condições que permitem que essas mulheres reconstruam suas vidas”, afirma Vitória Régia da Silva, diretora executiva da Gênero e Número.

A pesquisa aponta que em Mato Grosso o conhecimento sobre os instrumentos de proteção permanece limitado. Embora 97% das mulheres tenham afirmado conhecer ou já ter ouvido falar da Defensoria Pública e 93% da Delegacia da Mulher, 70% dizem conhecer pouco a Lei Maria da Penha e 8% afirmam não conhecer nada sobre a legislação. Em relação às medidas protetivas, 69% relatam conhecê-las pouco e 15% afirmam não ter conhecimento sobre o recurso (somando 84% com conhecimento superficial ou inexistente).

A Defensoria Pública é o serviço de proteção mais conhecido pelas mato-grossenses, citado por 97% das entrevistadas, seguida pela Delegacia da Mulher, com 93%, pelo CRAS ou CREAS, com 85%, e pelo Ligue 180, com 79%. Ao mesmo tempo, 73% afirmam conhecer alguma amiga, familiar ou pessoa próxima que já sofreu violência doméstica ou familiar. Os dados indicam ainda que 82% das mato-grossenses perceberam aumento da violência doméstica e familiar contra as mulheres nos 12 meses anteriores à pesquisa e que 69% enxergam o Brasil como um país “muito machista”.

No Brasil, 93,6% das vítima não reconheceram a violência doméstica como tal ou não buscaram proteção policial

Das quase 29 milhões de mulheres que sofreram violência doméstica ou familiar nos últimos 12 meses no Brasil, segundo a Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, 24,97 milhões de mulheres, cerca de 87%, relataram situações concretas de violência sem nomeá-las espontaneamente como violência. Quando se soma a esse grupo 1,87 milhão de mulheres que declararam ter sofrido violência, mas não acionaram a delegacia, o Ligue 180 ou o 190, chega-se a 26,84 milhões de brasileiras, ou 93,6% das vítimas na lacuna entre a violência vivenciada e a busca por proteção policial.

Veja Mais:  Sesp-MT divulga balanço da Operação Carnaval

Para Beatriz Accioly, Gerente de Políticas Públicas pelo Fim da Violência contra as Mulheres do Instituto Natura, esses dados mostram que o problema é maior do que os registros oficiais conseguem captar. Muitas mulheres vivem situações de violência sem nomeá-las dessa forma e isso significa que a necessidade real de proteção e atendimento é muito maior do que a que hoje chega às delegacias, aos serviços de saúde e à Justiça.

“Para quase 25 milhões de brasileiras, a violência aparece apenas quando perguntamos o que aconteceu, mas desaparece quando perguntamos diretamente se elas sofreram violência. Isso revela uma barreira anterior ao próprio acesso à política pública: reconhecer e nomear o que se está vivendo. Se a mulher não reconhece o que vive como violência, torna-se muito mais difícil procurar proteção e acolhimento. Por isso, informação de qualidade não é algo acessório: é parte fundamental de qualquer política pública de enfrentamento à violência contra as mulheres. Não basta que a rede esteja preparada para acolher quem chega; precisamos também criar caminhos para alcançar quem ainda não consegue reconhecer que pode buscar ajuda”, afirma Beatriz.

De acordo com o levantamento, apenas 4% das brasileiras declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar nos últimos 12 meses. Porém, ao serem questionadas sobre situações específicas de violência, sem que o termo fosse citado na pergunta, esse percentual sobe para 33% das brasileiras que relatam experiências compatíveis com violência doméstica. Isso significa que 29% da população feminina brasileira vivenciaram essas situações sem identificá-las e nomeá-las espontaneamente como violência.

“Creio que a grande contribuição do Senado Federal seja revelar a realidade da violência doméstica contra as mulheres, em todas as unidades da Federação, e, mais importante, expor claramente como esta realidade ainda está muito distante dos registros oficiais de todas estas localidades, logo, do alcance de políticas públicas efetivas. O Mapa Nacional não é apenas mais um agregador de dados sobre o tema, ao contrário, é talvez o principal instrumento público, efetivo, capaz de expor, comparar, confrontar e mudar a realidade vivida, a cada 12 meses, pelas mulheres no Brasil”, afirma José Henrique Varanda, coordenador do Instituto de Pesquisa DataSenado.

Acesse o Mapa e a Pesquisa.

SOBRE O DATASENADO

O Instituto de Pesquisa DataSenado tem mais de 20 anos de história e foi criado pelo Senado Federal para reforçar a representação parlamentar federativa do Senado Federal. Este levantamento tem o método, a responsabilidade técnica estatística e a produção de resultados realizada pelo instituto e integra série histórica iniciada em 2005 e tem por objetivo ouvir cidadãs brasileiras acerca de aspectos relacionados à desigualdade de gênero e a agressões contra mulheres no país. (senado.leg.br/datasenado)

SOBRE O OBSERVATÓRIO DA MULHER CONTRA A VIOLÊNCIA

Veja Mais:  Corpo de Bombeiros socorre vítima durante crise epiléptica

Criado em 2016 pelo Senado Federal, o Observatório da Mulher contra a Violência reúne, analisa e divulga dados sobre a violência de gênero no Brasil. Em parceria com o Instituto DataSenado, atua na produção e integração de informações que subsidiam políticas públicas e fomenta o intercâmbio entre as principais instituições envolvidas no enfrentamento à violência contra mulheres. (senado.leg.br/omv)

SOBRE O MAPA NACIONAL DA VIOLÊNCIA DE GÊNERO

O recorte estadual da 11ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher estará disponível, a partir de 25/8*, na página “Pesquisa Nacional” do Mapa Nacional da Violência de Gênero. O Mapa é resultado da união de esforços de muitas mãos e corações. A ideia de fazer diferente, de construir algo relevante, motivou organizações, profissionais e vontades, todos com um único propósito: criar uma ferramenta poderosa na luta contra a violência que atinge mulheres e meninas. Realizado por meio da cooperação entre Estado, sociedade civil e imprensa, o projeto é fruto da parceria entre o Senado Federal (representado pelo Observatório da Mulher e DataSenado), o Instituto Natura e a Gênero e Número, que reuniram seus projetos em uma plataforma pública e interativa dedicada à integração e à transparência dos principais dados sobre a violência de gênero no Brasil. (senado.leg.br/mapadaviolencia)

SOBRE O INSTITUTO NATURA

Fundado em 2010 no Brasil, o Instituto Natura é uma organização sem fins lucrativos que atua pela transformação sistêmica da realidade social na América Latina. Viabilizado pela venda de produtos sociais como o Natura Crer Para Ver e as Ofertas do Bem Avon e presente na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru, organiza sua atuação em três causas estratégicas: Educação, com foco na alfabetização na idade certa, no fomento ao Ensino ‘Médio e no fortalecimento de todo o ecossistema necessário para uma escola de qualidade; Desenvolvimento Integral das Consultoras de Beleza Natura e Avon, com ações multissetoriais voltadas para este grupo, agente de transformação em suas comunidades; e, desde 2024, Direitos e Saúde das Mulheres, agenda que é realizada em parceria com a Avon e foi incorporada a partir da integração com o Instituto Avon, que atuava há mais de 20 anos com iniciativas pelo cuidado com a saúde das mamas e fim da violência contra as mulheres. Em articulação com governos, sociedade civil e setor privado, o Instituto Natura apoia a formulação e implementação de políticas públicas de impacto sistêmico e duradouro e promove ações e campanhas de conscientização dentro da causa das mulheres, sempre apoiada pela Avon.

SOBRE A GÊNERO E NÚMERO

A Gênero e Número é uma associação sem fins lucrativos dedicada à produção, análise e comunicação de dados especializados sobre gênero, raça e sexualidade. Seu propósito é promover transformações sociais em prol da equidade e da justiça social, apoiando a tomada de decisões e a participação cidadã por meio de linguagem gráfica, conteúdo audiovisual, pesquisas, relatórios e reportagens multimídia.

Continue lendo

Mato Grosso

Retorno da BR-364 é interditado durante recuperação de ponte sobre o Rio São Lourenço

Publicado

Crédito – Mayke Toscano/Secom-MT

A Nova Rota do Oeste informa que fará, a partir desta quinta-feira (27.08), o fechamento de um retorno localizado no km 265,4 da BR-364, em São Pedro da Cipa. O dispositivo está situado antes do desvio de tráfego implantado para a continuidade das obras de recuperação estrutural da ponte sobre o Rio São Lourenço, localizada no km 266,7 da rodovia.

A medida é necessária para garantir a segurança viária na região, uma vez que motoristas estão realizando conversões irregulares no dispositivo, o que pode ocasionar sinistros.

Com o fechamento do retorno, as manobras poderão ser realizadas nos seguintes pontos:

  • Km 266 da BR-364: para quem viaja no sentido Cuiabá/Rondonópolis e precisa retornar;
  • Km 264 da BR-364: para quem viaja no sentido Rondonópolis/Cuiabá e precisa acessar a pista no sentido oposto.

Outras alterações no local

Conforme a programação da Nova Rota do Oeste, a pista Norte (sentido Cuiabá) será totalmente interditada em um trecho de 500 metros, entre os km 266,8 e 267,4, e o fluxo de veículos será desviado para a pista Sul (sentido Rondonópolis), que passará a funcionar em mão dupla pelo período estimado de 30 dias.

Durante esse período, o acesso da estrada vicinal à BR-364 no sentido Cuiabá, localizado no km 266,3, permanecerá fechado por questões de segurança. Os usuários e moradores das imediações deverão utilizar a estrada vicinal e acessar a rodovia pelo km 264,2, também no sentido Cuiabá. A sinalização foi implantada para orientar sobre o fechamento do acesso e o direcionamento do tráfego.

Veja Mais:  SES registrou aumento das captações de órgãos em Mato Grosso

A alteração é necessária para garantir a segurança dos motoristas e trabalhadores da obra, além de permitir o avanço da recuperação da ponte, que entra na etapa de concretagem dos reforços das vigas longarinas no sentido Norte. O serviço exige um período adequado para a cura do concreto.

A Nova Rota do Oeste orienta os motoristas a redobrarem a atenção ao trafegar pelo trecho, respeitando a sinalização e os limites de velocidade estabelecidos.

Se precisar, chame a Nova Rota – Para obter informações em tempo real sobre condições de tráfego, intervenções na rodovia, condições climáticas, entre outras situações no trecho sob concessão da BR-163, entre em contato com a Concessionária Nova Rota do Oeste pelo 0800 065 0163, que também funciona no WhatsApp. A central de atendimento funciona 24 horas. Neste canal de comunicação, também podem ser acionados todos os serviços oferecidos pela Nova Rota aos motoristas que estão na rodovia, como atendimento operacional, socorro médico e mecânico.

Continue lendo

Mato Grosso

Entrega dos kits da Corrida Marajá – Edição Infinity Energy Drink começam nesta quinta-feira (20/08)

Publicado

No ato da retirada do kit o participante deverá doar um quilo de alimento não-perecível (exceto sal)

O clima de expectativa já tomou conta dos 2 mil atletas inscritos na Corrida Marajá – Edição Infinity Energy Drink e antes de encarar o percurso no domingo (23/08), os participantes terão o compromisso nesta quinta-feira (20/08), com o início da entrega dos kits de prova em um espaço exclusivo do evento no Atacadão do Porto, em Cuiabá.

A organização preparou um cronograma especial em três dias para garantir comodidade e agilidade aos participantes: nos dias 20 e 21 de agosto (quinta e sexta-feira), das 9h às 19h e 22 de agosto (sábado), das 9h às 13 horas.

O kit oficial do atleta é para lá de completo, onde inclui a camiseta oficial da prova, sacochila, número de peito com chip de cronometragem, copo exclusivo colecionável, uma unidade do Infinity Energy Drink Sem Açúcar e brindes oferecidos pelos patrocinadores do evento.

Com o número no peito e chip de cronometragem garantidos, o foco total será para o dia do desafio de 6 quilômetros no domingo. A largada pontual está marcada para às 06h30, em frente à sede da fábrica de Refrigerantes Marajá, em Várzea Grande, que também servirá como ponto de chegada. O evento é alusivo ao aniversário de 63 anos de fundação da empresa.

Veja Mais:  MT Saúde credencia laboratório e centro médico para atendimento a servidores da Região Oeste

A recomendação da organização é que os corredores cheguem com antecedência para o aquecimento inicial e hidratação.

Continue lendo

ALMT Segurança nas Escolas

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana