Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Política MT

Claudinei discorda da obrigatoriedade de comprovante vacinal para adentrar às unidades escolares

Publicado

O parlamentar avalia que a decisão da imunização de crianças a partir de cinco anos tem que partir dos pais ou responsáveis dos menores de idade

Deputado Claudinei é contra a obrigatoriedade de comprovante vacinal

Conforme o decreto municipal de n.° 10.661/2021, publicado pela Prefeitura de Rondonópolis, o deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) manifestou, no dia 2 de fevereiro, contra a obrigatoriedade do comprovante de vacinação da Covid-19 de crianças a partir de cinco anos para que possam frequentar as unidades escolares do município. Para ele, essa medida restritiva cabe aos pais ou responsáveis analisarem a situação para a devida imunização de seus filhos.

Ele conta que havia muitas pessoas que aguardam um posicionamento dele, mas ele sempre foi contra desse tipo de imposição. “Sempre fui contra, seja a aplicação em órgãos públicos ou privados ou em comércios. Não podemos perder os nossos direitos constitucionais de ir e vir de forma livre e digna. Agora, para completar, aqui em Rondonópolis, nas escolas – em que obriga os alunos para assistirem as aulas deverão apresentar o comprovante vacinal. Acho que isso cabe aos pais e responsáveis analisarem a situação de seus filhos”, explica o parlamentar.

A advogada e moradora de Rondonópolis, Fernanda Guimarães, não vacinou os dois filhos de cinco e nove anos. “Na verdade, não somos contra a vacina. Somos contra a obrigatoriedade para as crianças. Não me sinto segura como mãe. Afinal, é um imunizante que nem o fabricante, nem a Anvisa, nem o Ministério da Saúde, nem outros órgãos, nos dão a garantia de sua eficácia e de seus efeitos colaterais”, posiciona.

Veja Mais:  Deuptado Thiago Silva rebate vereador Gerson 'Falta mais experiência para ser líder do partido na Câmara Municipal'

Ela que também é mãe de um bebê de um ano, relata que até o Posto de Saúde coloca os pais para assinarem um termo de responsabilidade durante a vacinação contra a Covid-19. “Onde está a segurança? Então, a responsabilidade cai sobre os pais? Não tem lei que possa fundamentar e que possa proibir uma criança de adentrar a uma escola. Quem cobra a obrigatoriedade, posso dizer que isso é caso de polícia. O decreto não é lei e existe uma ação de inconstitucionalidade no STF (Supremo Tribunal Federal). Como diz, Benjamin Franklin, o amor da liberdade torna os homens indomáveis e os povos invencíveis”, conclui a advogada.

Passaporte da Vacina

No início do ano, na primeira sessão plenária na Assembleia Legislativa, Claudinei e a maioria dos parlamentares manifestaram serem favoráveis ao Projeto de Lei de n.º 17/2022, que proíbe o poder público de fazer qualquer exigência quanto a apresentação de comprovante de qualquer tipo de vacinação para adentrar aos estabelecimentos públicos e privados no estado de Mato Grosso. A segunda votação da matéria está prevista para este mês fevereiro e, com a aprovação, será encaminhada para ser sancionada pelo Poder Executivo Estadual.

Em relação ao decreto de Rondonópolis, o STF permite que os municípios mato-grossenses façam a aplicação de decretos, para decidir se exigem ou não a documentação à população para poderem ter acesso aos locais públicos. “Sobre essa questão da autonomia dos municípios, será outro passo e discussão a ser tratado. Mas, realmente precisávamos avançar e dar um retorno para a sociedade em relação a exigência do passaporte da vacina”, declarou o parlamentar.

Veja Mais:  Deputados aprovam mudanças na política florestal

Clique AQUI e entre no grupo de WhatsApp do Portal MT e receba notícias em tempo real

Comentários Facebook

Política MT

Vereadora de Rondonópolis apresenta moção de repúdio à indicação de Jorge Messias ao STF

Publicado

Foto: Assessoria


A vereadora Kalynka Meirelles (PL) protocolou na Câmara Municipal de Rondonópolis a Moção de Repúdio nº 0001/2026, manifestando posicionamento contrário à indicação de Jorge Messias ao cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

De acordo com o texto, a manifestação tem como base posicionamentos atribuídos ao indicado em temas considerados sensíveis, relacionados à interrupção da gravidez em estágio avançado. A moção ressalta a defesa da vida, da dignidade humana e dos princípios constitucionais.

A proposição, registrada sob o Protocolo Legislativo nº 1673/2026, será apreciada pelos vereadores em plenário. Caso aprovada, a moção formaliza o posicionamento institucional do Legislativo municipal sobre o tema.

O assunto pode gerar debate entre os parlamentares, diante da relevância nacional da indicação e das diferentes interpretações sobre questões jurídicas e sociais envolvidas.

Comentários Facebook
Veja Mais:  Dívidas estão entre principais motivos da depressão e suicídio no país
Continue lendo

Política MT

Pressão por votação da dosimetria reacende debate sobre presos do 8 de janeiro e papel do Senado

Publicado

Uma agenda travada no Congresso Nacional voltou ao centro do debate político após a visita do influenciador digital e pré-candidato a deputado federal Vinicius Santana à Câmara dos Deputados, acompanhado dos advogados Jeffrey Chiquini e Hélio Júnior. O grupo cobra do presidente do Senado a inclusão em pauta da análise do veto presidencial ao projeto da dosimetria das penas relacionadas aos atos de 8 de janeiro.

Durante a agenda em Brasília, Vinicius afirmou que o acordo construído anteriormente não foi cumprido. “Nos tiraram a anistia e nos enganaram através da dosimetria”, declarou. Ao seu lado, o advogado Jeffrey Chiquini reforçou a crítica ao processo político que envolveu o tema: “Enganaram que teria a dosimetria. Na verdade, toda a direita foi enganada”.

O projeto em questão trata da individualização das penas aplicadas aos condenados pelos atos de depredação nas sedes dos Três Poderes, em Brasília. A proposta foi aprovada pelo Congresso Nacional, mas acabou sendo vetada pelo presidente da República, o que exige nova deliberação do Legislativo para eventual derrubada do veto.

Segundo Chiquini, a principal cobrança atual recai sobre a condução da pauta no Senado. “O povo tem o direito de exigir respeito e a gente precisa se levantar. Nós precisamos nos levantar pelos presos políticos”, disse. Ele também apresentou números sobre o cenário jurídico envolvendo os investigados e condenados: “São quase 2 mil processos. […] A última avaliação que fizemos aponta 179 presos espalhados no Brasil inteiro e mais de 800 condenações”.

Veja Mais:  Deputados aprovam mudanças na política florestal

A crítica central do grupo é de que a análise do veto estaria sendo postergada. De acordo com Chiquini, isso ocorre porque a matéria precisa ser votada na primeira sessão do Congresso após sua convocação. “O presidente do Senado não marca a sessão para não ter que analisar a derrubada do veto. Porque se ele marcar, tem que colocar em votação”, afirmou.

Vinicius Santana também destacou que a aprovação da dosimetria foi vista, por parte de setores da direita, como uma alternativa à anistia, diante da situação dos investigados. “Aceitamos a dosimetria por não aguentar mais ver pessoas sofrendo dentro da prisão”, declarou. Segundo ele, a ausência de deliberação mantém indefinições jurídicas e políticas sobre o tema.

O debate sobre os desdobramentos dos atos de 8 de janeiro continua sendo um dos pontos de maior polarização no cenário nacional. De um lado, há a defesa de punições rigorosas aos envolvidos; de outro, grupos políticos e jurídicos questionam a proporcionalidade das penas e cobram revisão dos processos.

A eventual análise do veto presidencial ao projeto da dosimetria depende da convocação de sessão conjunta do Congresso Nacional, ainda sem data definida até o momento. Enquanto isso, a mobilização de parlamentares, advogados e influenciadores mantém o tema em evidência, pressionando por uma definição política e jurídica s

Comentários Facebook
Continue lendo

Política MT

Várzea Grande recebe unidade de saúde reformada para o Capão Grande

Publicado

Na manhã desta quinta-feira (9), Varzea Grande recebeu a reforma completa da Unidade Básica de Saúde (UBS) Maria José Pedrosa, localizada no bairro Capão Grande. A entrega foi feita pelo deputado estadual Wilson Santos (PSD), ao lado da prefeita Flávia Moretti (PL) e do vereador Charles da Educação (União) e contou também com a presença de representantes da Secretaria Municipal de Saúde, vereadores, servidores públicos e moradores da comunidade.

A obra recebeu investimento total de R$ 700 mil, sendo R$ 500 mil destinados por meio de emenda parlamentar do deputado Wilson Santos e R$ 200 mil de contrapartida da prefeitura. Durante a entrega, o deputado destacou a importância da parceria institucional para garantir melhorias à população e anunciou novos investimentos para o município em 2026, com a destinação de R$ 1 milhão para a saúde e R$ 3,5 milhões para a educação, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento da cidade.

“Uma gestão que começa a inaugurar obras é um novo ciclo. A Flávia vem mudando conceitos e paradigmas em Várzea Grande, na busca do melhor para a população – independentemente de partido. Não mede esforços para alcançar os resultados esperados e devolver a qualidade nos serviços de saúde para os moradores”, disse o deputado.

Wilson Santos aproveitou a oportunidade para anunciar mais emendas parlamentares para o município este ano de 2026, com R$ 1 milhão para a saúde e R$ 3,5 milhões para a educação. A prefeita municipal agradeceu os recursos. “Essa obra teve duração de quatro meses e meio e cumprimos o prazo. Estamos aplicando os recursos corretamente e entregando para o que é do povo. Agradeço à ele e ao vereador Charles que intermediou essa emenda para saúde. Essa unidade é de acolhimento, uma construção nova e acredito que a população do Capão Grande está ganhando um presente”, disse Moretti.

Veja Mais:  Ampliação da rede coleta de leite materno está entre as demandas feitas à Frente Parlamentar

A UBS atende cerca de oito mil moradores da região e passou por uma readequação completa, incluindo ampliação e melhorias estruturais, como troca de telhado, reparos em infiltrações, substituição de pisos e revestimentos, renovação de portas e janelas, reconstrução dos banheiros, pintura geral e implantação de acessibilidade.

A nova secretária Municipal de Saúde, Valéria Nogueira, parabenizou a determinação de Flávia Moretti para ter a unidade de saúde reforma, a atuação da equipe de saúde como, também, a ex-secretária da pasta, Deisi Bacalon, que esteve à frente desta obra para que hoje pudesse atender toda a população com serviços e estrutura de qualidade.

O vereador Charles da Educação disse que a reforma é uma demanda da comunidade. “Nosso papel vai além de fiscalizar e cobrar. Temos que estar presente e dentro das comunidades e ouvir as demandas. E foi através das nossas andanças que a gente encontrou os moradores que pediram para irmos nesta unidade e ver os problemas existentes. E assim, fomos à Assembleia Legislativa e o deputado Wilson Santos prontamente se dispôs em ajudar”, declarou.

Durante o lançamento da nova unidade, foi feito uma visita pelas autoridades públicas – em todos os espaços da estrutura – que depararam com uma recepção ampla, salas para coleta de exames, vacinas, curativos, atendimento odontológico e multiprofissional, além de farmácia, lavanderia, escovódromo e cozinha.

Medicamentos – Além desta emenda, Wilson Santos também destinou no ano de 2025 mais R$ 500 mil para custeio e manutenção de estoques de medicamentos nas unidades básicas de saúde do município. A iniciativa reforça o seu compromisso com a saúde preventiva e no fortalecimento da rede pública de atendimento primário, considerada a principal porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS).

Veja Mais:  Dívidas estão entre principais motivos da depressão e suicídio no país

Fonte: ALMT – MT

Comentários Facebook
Continue lendo

ALMT Segurança nas Escolas

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana