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Cmei Celina Fialho aproveita situações do cotidiano para promover a autoconfiança nas crianças

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Cmei Celina Fialho aproveita situações do cotidiano para promover a autoconfiança nas crianças

 

CMEI Celina Fialho- Foto: Assessoria

O brincar na primeira infância, que vai dos seis meses a cinco anos e 11 meses, é tarefa que o Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) Celina Fialho, da Secretaria Municipal de Educação (Semed), leva a sério. Por meio da ludicidade, a unidade incentiva a autonomia e a conscientização da criança sobre si mesma, os outros e o mundo que a cerca, levando-a a um processo de crescimento integral.

Percebendo que a criança adora cantar, a Cmei Celina Fialho criou o projeto de musicalidade “Canta, canta, minha gente”, vencedor do prêmio práticas exitosas na educação infantil categoria Cmei, entregue na abertura da Semana da Educação Infantil, nesta terça-feira (20). Assim, os 270 alunos da escola conhecem diferentes gêneros musicais e instrumentos, em atividades que aliam música e canto com outras expressões artísticas, como teatro e dança.

“Nós articulamos música com as demais linguagens. Então, para trabalhar as linguagens oral e escrita, criamos com as crianças cartazes que levam suas canções preferidas e ainda montamos paródias com ideias sugeridas por elas. Também utilizamos músicas que trazem números e contagem e podemos, assim, estimular o raciocínio matemático dos pequenos”, narra a coordenadora da Celina Fialho, Michele Cristina Ferreira.

Ela conta que materiais como panelas, latas de mucilon e de tinta, tampinhas de metal e de plástico, caixas de leite e garrafas pets, entre outros, transformam-se em violas, chocalhos, tambores e caixas musicais. “A coordenação desenvolve uma formação específica com estagiários e aproveitamos para confeccionar esses instrumentos. As turmas que têm os alunos maiores também os produzem em atividades lúdicas”, destaca a coordenadora sobre as práticas que levam a criança a perceber sua capacidade de criação e realização.

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Esse investimento na brincadeira como mecanismo dinamizador das habilidades que cada aluno traz e que precisam apenas do estímulo correto para desabrochar pode ser percebido não apenas nas atividades propostas, mas em todos os ambientes da escola. “Aproveitamos todos os espaços com motivações que despertem as capacidades dos pequenos. Por isso, na entrada temos o caracol e no chão do corredor eles veem a amarelinha e, ainda, podem se divertir na brinquedoteca, por exemplo. A ludicidade na nossa escola está dentro e fora da sala de aula”, observa Michele.

Até mesmo as refeições são aproveitadas como ocasião de ensino aos alunos, em que, de maneira descontraída, eles são levados a fortalecer sua autoconfiança por meio da escolha consciente dos alimentos, como descreve a coordenadora: “Esse é um projeto específico para crianças de quatro e cinco anos que iniciamos com o objetivo de incentivar a autonomia delas. Então, adquirimos um buffet em que elas podem se servir e, com isso, aprendem a se ouvir e escolher”.

Conforme assinala Michele, o cardápio é bem variado e elaborado por uma nutricionista. “Estamos trabalhando com os professores da unidade a questão de que a forma de se servir é cultural. E eles explicam para as crianças sobre a importância de se alimentarem de tudo, mas que não precisam colocar tudo de uma vez só no prato, já que, se quiserem, podem repetir. Assim elas aprendem a se conhecer, a avaliar o que conseguem comer, a equilibrar os alimentos e também quais as suas preferências”, comenta ela, sublinhando que o desperdício é outro conceito abordado na hora da comida.

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Todos os profissionais da escola envolvidos na alimentação participam deste momento. “A cozinheira conversa com eles sobre o valor de cada item para sua saúde e diz que determinado alimento é bom para os dentes ou os cabelos… ou ajuda a ter mais ânimo e ficar mais forte. E também ressalta que fez a comida com muito carinho especialmente para eles”, conta Michele.

Leitura e literatura também são trabalhadas na unidade em que, por meio do projeto Sacola Viajante, o aluno pode levar para casa uma sacola ornamentada contendo livros e brinquedos para interagir como os membros da família e ler as histórias com eles. “A intenção é oportunizar um momento de convivência familiar proporcionando uma situação em que os pais participam da educação dos filhos”, salienta a coordenadora.

Ver os pequenos alcançando progressos é motivo de grande alegria para Adegildo Cardoso Mendes, pai de Emanuel Cardoso da Silva Mendes, 3 anos, que estuda na Celina Fialho, e de Maria Luiza da Silva Mendes, 7 anos, que já foi aluna na unidade.

“O estímulo, a acolhida, a responsabilidade estão presentes em todos os ambientes da escola. Eu via como a Maria Luiza chegava em casa e vejo como o Emanuel chega, os dois sempre cheios de respostas a partir do que aprenderam na Cmei. A Maria Luiza agora está em outra fase de estudos, mas, quando vai buscar o irmão, sempre diz que sente saudades. E, percebo que hoje, ela lê e escreve muito bem devido aos estímulos lúdicos que ela vivenciou na Celina Fialho e que a prepararam para o que viria depois”, atribui Adegildo.

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O pai de Emanuel e Maria Luiza também fala da satisfação em contribuir com o processo educacional dos filhos: “A Celina Fialho inclui a família e a oportunidade de nos sentirmos parte do processo de formação deles e conhecermos o que ocorre na escola, principalmente nas reuniões em que são apresentadas as atividades e projetos desenvolvidos, nos dá muita segurança como pais”.

Paulo Roberto de Oliveira, diretor da Cmei Celina Filaho, sabe da responsabilidade de educar e reflete: “Ninguém nasce ruim ou com caminhos tortuosos. É preciso ter a oportunidade de uma boa família, um bom professor, uma boa administração e um bom gestor que permitam que a criança se desenvolva e tenha uma infância bem vivida, pois se tivermos crianças bem orientadas teremos bons cidadãos”.

Nesse sentido, Paulo revela-se grato e diz sentir-se apoiado para oferecer uma educação de qualidade aos alunos da Celina Fialho: “É possível fazer a diferença na vida dos pequeninos, basta querer. Nossa secretária Carmem Garcia Monteiro, e o prefeito Zé Carlos do Pátio têm esse comprometimento. Eles são professores e, assim, entendem a nossa linguagem, sabem da importância da valorização dos professores e de todos os funcionário da educação. Com eles temos recebido suporte e recursos para ofertar o melhor a nossas crianças, como uma alimentação saudável e variada, diversidade de brinquedos e ambientes. Tudo isso fortalece nosso trabalho e se reflete nas crianças que estamos formando”.

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Lei autoriza instalação de câmeras em pet shops para reforçar proteção animal em Rondonópolis

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Nova legislação permite monitoramento interno de forma facultativa e incentiva transparência nos serviços voltados aos animais

Foto Reprodução

A Prefeitura de Rondonópolis sancionou a Lei nº 14.739, de 24 de março de 2026, que autoriza a instalação de sistemas de monitoramento por câmeras em estabelecimentos comerciais do tipo pet shops, clínicas veterinárias, hotéis para animais e congêneres no município.

A medida permite que os estabelecimentos instalem câmeras em áreas onde são realizados serviços como banho, tosa, atendimento, hospedagem e manejo dos animais. O objetivo é fortalecer a proteção e o bem-estar animal, além de garantir mais transparência na prestação dos serviços.

De acordo com a legislação, o sistema de monitoramento, quando implantado, poderá contribuir para a prevenção de maus-tratos, aumentar a segurança de tutores, profissionais e estabelecimentos, e reforçar a relação de confiança entre consumidores e prestadores de serviço.

A lei também prevê que os estabelecimentos que optarem pela instalação poderão disponibilizar o acesso às imagens aos tutores dos animais, mediante solicitação, além de armazenar os registros conforme a legislação vigente, especialmente respeitando a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Outro ponto destacado é que a instalação das câmeras não é obrigatória. A norma tem caráter facultativo, não prevendo penalidades ou sanções para os estabelecimentos que optarem por não aderir ao sistema.

Além disso, o Poder Executivo poderá promover campanhas educativas voltadas à proteção e bem-estar animal, incentivar boas práticas no atendimento e desenvolver ações de conscientização junto à população e aos estabelecimentos.

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A Lei nº 14.739 já está em vigor desde a data de sua publicação no Diário Oficial Eletrônico do Município.

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Articulação do vereador Ibrahim Zaher garante etapa do estadual de natação em Rondonópolis

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Competição da Federação de Desportos Aquáticos de Mato Grosso em junho deve contar com a participação de 400 atletas inscritos

Foto- Assessoria

A cidade de Rondonópolis sediará por mais um ano, uma etapa do campeonato mato-grossense de natação, nos dias 06,07 e 08 de junho, com a expectativa de participação de cerca de 400 atletas. O evento foi confirmado para o município, após articulação do vereador Ibrahim Zaher, que viabilizou o local onde as provas serão sediadas com toda a estrutura exigida pela Federação de Desportos Aquáticos de Mato Grosso (FDA-MT).

Para o vereador Ibrahim Zaher, uma competição deste porte não poderia deixar de ocorrer em Rondonópolis, pois segundo ele, que já foi atleta de natação os campeonatos são agentes motivadores para que os atletas sigam a dura rotina de treinamentos e para além disso, incentiva uma prática esportiva saudável e divulga o esporte. “Hoje Rondonópolis tem sido novamente um destaque no cenário estadual e nacional com atletas da natação. Então é uma oportunidade de outros jovens verem esses atletas nas piscinas, verem o potencial dessa modalidade que é tão boa para a saúde e que a gente possa cada vez mais ter adeptos participando”, destacou.

Segundo o organizador da etapa do Estadual em Rondonópolis, Roberval Volpe, além das equipes de Rondonópolis, são aguardadas delegações das cidades de Cuiabá, Campo Verde, Nova Mutum, Sorriso, Sinop, Lucas do Rio Verde e Sapezal. Com a competição recebendo atletas de nove anos até a categoria master que é 50 acima 60 acima não tem idade. “A competição é de extrema importância, porque o Caiçara é uma das melhores piscinas do Mato Grosso, e é onde os nadadores têm a oportunidade de nadar e conquistarem os índices para poderem nadar os campeonatos brasileiros”, explicou.

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Roberval destaca ainda a participação do vereador Ibrahim Zaher, na articulação junto a diretoria do Caiçara Tênis Clube para a parceria na etapa do campeonato mato-grossense de natação. “O apoio do vereador Ibrahim Zaher para nós é extremamente importante, porque o esporte amador precisa da força da classe política. É muito difícil o esporte andar sem o apoio deles. Então, para nós aqui da região sul, foi essencial o apoio do Ibrahim para que o Caiçara cedesse a piscina para a gente, para poder fazer o campeonato estadual, já visando os campeonatos brasileiros que vêm pela frente”, finalizou.

Lei Craques da Terra

O vereador Ibrahim Zaher é o autor da Lei Craques da Terra, que são auxílios pontuais para os jovens atletas do município que não tem condições de arcar com determinados custos que o esporte apresenta, como inscrição em campeonatos, alimentação, estadia, entre outros.

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Rondonópolis

Fiscalização ou “fogo amigo”? Cobranças de Luciana Horta expõem tensão na base aliada em Rondonópolis

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Foto- Assessoria

A atuação da vereadora Luciana Horta tem provocado desconforto nos bastidores da política de Rondonópolis. Mais votada nas últimas eleições municipais com 3.605 votos, a parlamentar virou alvo de críticas e especulações após intensificar cobranças para melhorias na saúde à gestão do prefeito Cláudio Ferreira, de quem é aliada política do mesmo partido o Partido Liberal (PL).

Nos corredores do poder, circula a narrativa de que a vereadora estaria ensaiando uma oposição estratégica de olho nas eleições para deputada estadual. A leitura, no entanto, é contestada por apoiadores da parlamentar, que classificam as críticas como uma tentativa de desviar o foco dos problemas apontados pela vereadora.

Entre as cobranças recentes estão a falta de infraestrutura nos bairros Altamirando 2 e Maria Amélia 2, além das longas filas registradas durante a madrugada no CEADAS. Segundo a vereadora, as demandas não têm caráter político, mas refletem reclamações recorrentes da população.

A  postura adotada por Luciana ampliou o debate sobre o papel do Legislativo. Especialistas e observadores políticos avaliam que a situação evidencia um embate clássico entre fiscalização e alinhamento político dentro da base governista. Cobrar providências do Executivo não representa rompimento, mas o exercício da função constitucional de fiscalizar e legislar. Já outros defendem que a exposição pública de problemas pode gerar desgaste desnecessário à administração.

O episódio reacende a discussão sobre os limites da independência parlamentar dentro de uma base aliada e coloca em evidência o desafio de equilibrar lealdade política e compromisso com as demandas da população.

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