Rondonópolis

Com reforma da Vila Olímpica, atendimento às crianças e adolescentes passa a ser ofertado nos Cras

Publicado

A Prefeitura de Rondonópolis deu início a uma obra de reforma geral da Vila Olímpica onde funciona o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos. A iniciativa busca proporcionar um espaço melhor e que possa atender um número ainda maior de crianças e adolescentes em vulnerabilidade social, assim como idosos.

A gerente do Departamento de Proteção Social Básica, Rita de Cássia Podenciano de Souza, explica que na Vila Olímpica eram atendidas em média 400 crianças e adolescentes no contraturno escolar, além de cerca de 150 idosos que compareciam no espaço uma vez por semana.

Para que o serviço prestado não fosse paralisado enquanto a reforma está em andamento, o departamento dividiu a equipe que atuava na Vila Olímpica para trabalhar nos seis Cras da cidade, onde as crianças e adolescentes passaram a ser atendidos, com serviços com esportes, música, teatro, entre outros.

Rita ainda informa que as famílias que pretendem que seus filhos integrem a rede do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, devem procurar o Cras mais próximo de sua residência. Para participar, a família precisa estar inscrita no Cadastro Único e comparecer a unidade com a certidão de nascimento do filho (a) e ainda com a declaração da escola que comprove que a criança ou o adolescente esteja frequentando as aulas. “É importante destacar que a frequência as aulas é requisito primordial para que a criança ou o adolescente integre o programa”, reforça.

Veja Mais:  Izabel Pereira é pré-candidata ao cargo de vereadora

Rondonópolis

Prefeitura investe recurso do auxílio aos municípios conforme prevê a legislação

Publicado


.

Com os reflexos negativos da pandemia do novo coronavírus no Brasil, ainda no primeiro semestre desse ano, o governo federal lançou um plano de socorro financeiro aos estados e municípios com a publicação da lei complementar 173/2020. Para Rondonópolis está previsto o repasse de R$ 60,8 milhões, para que o município possa recuperar as perdas causadas pela queda na arrecadação.

“Os projetos de lei 250 e 251 que estão tramitando na Câmara somam R$ 30.409.892,90 valor que está categorizado como parte do recurso que deve ser investido na redução dos efeitos financeiros causados pela pandemia, conforme inciso 2 do artigo 5 da Lei Complementar 173. Ou seja, essa parte do recurso serve para cobrir as perdas que o município sofreu na arrecadação”, explica o secretário de Planejamento e Coordenação Geral, Rafael Mandracio Arenhardt. 

O valor refere-se ao repasse da terceira e quarta parcela, agosto e setembro, do auxílio aos municípios e tem proposta de alocação no orçamento da seguinte forma: 72,3% para pagamento de servidores e terceirizados, 19,7% para o setor da saúde (remuneração e outras despesas), 7,15% para juros e encargos da dívida fundada Municipal e apenas 0,8% para demais despesas.

O secretário reforça que, como essa parte do auxílio serve como um socorro ao município para conter os reflexos econômicos causados pela pandemia, não precisaria ser gasto na saúde, mas a administração municipal reconhece a urgência e a necessidade de investimentos, alocando quase 20% para a saúde.

Veja Mais:  Cai o número de casos de dengue em Rondonópolis

As duas parcelas do inciso 1 do artigo 5 da Lei Complementar 173, que é referente ao recurso destinado especificamente no combate à pandemia, cerca de 1,6 milhões, já foram alocados orçamentariamente na ação de combate à pandemia, conforme determina a legislação, orientado pelo Tribunal de Contas, para fazer gestão dos recursos que estão chegando para o combate da pandemia.

Continue lendo

Rondonópolis

Cai o número de casos de dengue em Rondonópolis

Publicado

Foto: Divulgação

Rondonópolis registrou queda no número de casos confirmados de dengue, doença transmitidas pelo mosquito Aedes Aegypti, nos últimos três meses deste primeiro semestre.

A informação foi confirmada ao Portal MT nesta quarta-feira (04) pela gerente do Departamento de Saúde Coletiva do Município, Gil Machado.

Segundo os dados divulgados pela gerente, foram confirmados no município de Janeiro a Julho, 1208 casos de dengue e 1 óbito.

 Os meses de Janeiro e Fevereiro foram os mais críticos, pois o inseticida para combater o mosquito ocorreu o atraso no envio pelo governo federal, chegando  no inicio do mês de março. Os protocolos não permitem que o município compre o produto, somente o governo federal faz as liberações.

Já com a estratégia  de ampliação e combate ao mosquito Aedes Aegypti nos bairros no mês de abril, com aumento da área de aplicação de inseticida com fumacê, no segundo trimestre caiu significativamente os números.

Veja os números:

Mês Casos
Janeiro 116
Fevereiro 243
Março 307
Abril 280
Maio 131
Junho 93
Julho 38

“Com nossas ações de mapeamentos, ampliação nas estratégias de combate ao Aedes Aegypti em parceria com a Unidade de Controle de Zoonoses (UCZ) conseguimos reduzir significativamente os números de casos de dengue no município. Mas é importante a população se cuidar, período das chuvas acabou, mas estamos no período da seca, onde o mosquito buscará abrigo nos locais onde estão com água parada. Por isso têm que se manterem as limpezas nos quintas das casas para evitar a proliferação do mosquito”. Disse Gil Machado.

Veja Mais:  Câmara Municipal de Rondonópolis segue sem atendimento presencial

Continue lendo

Rondonópolis

Raio X: Diretora da Coder responde Tânia Balbinotti

Publicado

A esq. Daiane Paes e a Dir. Tânia Balbinotti

O clima esquentou também pelos lados da Companhia de Desenvolvimento de Rondonópolis (CODER), onde desde a semana passada está sendo alvo de críticas por parte de uma das representantes do grupo de mulheres de Rondonópolis, a empresária Tânia Balbinotti. O motivo das críticas por parte da empresária,  é que o prefeito Zé do Pátio encaminhou um projeto de lei para Câmara Municipal na última quarta-feira (28.07) em regime de urgência no valor de R$1,3mi para que a Coder compre materiais e repasse para uma empreiteira que está construindo uma adutora que irá finalizar no residencial Celina Bezerra, sobre alegação de que a Coder não tem contrato com empresa. A empresária achou um absurdo.

Por outro lado a diretora da Coder Daiane Paes não deixou para trás e partiu para defesa contra-atacando com base no áudio de Tânia Balbinotti. A diretora deixou claro que a Coder não recebe repasse da prefeitura a não ser através de serviços prestado, ou seja através de contratos. Daiane deixou claro e fez questão que o áudio chegue até Tânia Balbinotti.

Ouça os áudios

Áudio Daiane Paes

 

Veja Mais:  Assinada ordem de serviço para drenagem e pavimentação em três distritos industriais em Rondonópolis
Continue lendo

Câmara Municipal de Rondonópolis

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana