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Nacional

Comissão aprova penas mais duras para tráfico de drogas com uso de aeronaves

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A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que altera a Lei de Drogas para prever penas mais rígidas para o tráfico praticado com o uso de aeronaves.

Pela proposta, quem usar aeronaves com essa finalidade poderá ser condenado à pena de 10 a 20 anos de reclusão, além de ter que pagar multa entre 2 mil e 4 mil dias-multa. Cada dia-multa equivale a um valor entre 1/30 e 5 vezes o salário mínimo, definido conforme a situação econômica do réu.

O texto aprovado também prevê aumento de pena para quem utiliza a aeronave para transportar maquinário, aparelho ou qualquer objeto destinado à produção de drogas. A pena prevista, nesse caso, é de 6 a 15 anos de reclusão e multa de 2 mil a 3 mil dias-multa.

O texto original – Projeto de Lei 3632/25, do deputado Cobalchini (MDB-SC) – previa aumento de pena de 1/6 a 2/3 para quem utilizasse aeronaves em condutas criminosas envolvendo drogas.

O relator, deputado Sargento Fahur (PSD-PR), optou por um substitutivo estabelecendo aumento de penas específicas para os crimes de tráfico de drogas com uso de aeronave e financiamento/custeio do tráfico com uso de aeronave.

“A legislação atual já prevê causas de aumento para determinadas circunstâncias do tráfico, mas não diferencia de modo específico o uso de aeronaves, cuja gravidade e potencial lesivo justificam a criação de tipo qualificado autônomo”, disse o relator.

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Ele argumentou que o uso de aviões e helicópteros por facções criminosas aumentou significativamente, especialmente na região amazônica, permitindo que os traficantes escapem das barreiras terrestres e fluviais.

Próximas etapas
O texto será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) e depois pelo Plenário. Para virar lei, deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Roberto Seabra

Fonte: Câmara dos Deputados

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Nacional

Comissão debate condições de trabalho na segurança privada e em equipes de apoio a eventos

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A Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados realiza, nesta quarta-feira (10), audiência pública para discutir as condições de trabalho na segurança privada e nas equipes de apoio em eventos, como bombeiros civis, brigadistas e socorristas. O debate será às 16 horas, em plenário a ser definido.

O debate atende a pedido do deputado Capitão Alden (PL-BA). Segundo o parlamentar, o setor de segurança privada tem crescido de forma contínua e emprega mais de 570 mil vigilantes em todo o País, mas ainda enfrenta lacunas na regulamentação e desafios relacionados à remuneração, à jornada de trabalho e à qualificação profissional.

Ele destaca também que bombeiros civis e brigadistas, estimados em mais de 20 mil profissionais, muitas vezes atuam sob contratos precários ou informais e estão expostos a riscos elevados à saúde e à segurança.

 “O elevado número de trabalhadores envolvidos, a importância de suas funções para a proteção de pessoas e patrimônios e os riscos inerentes às atividades justificam a realização deste debate”, afirma.

Da Redação – RL

Fonte: Câmara dos Deputados

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Nacional

Comissão debate impactos do fim da escala 6×1 na jornada de trabalho

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A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados realiza, nesta terça-feira (10), audiência pública para discutir os impactos do fim da escala 6×1 na jornada de trabalho no Brasil. O debate será realizado às 10 horas, no plenário 4.

O debate atende a pedido do deputado Rogério Correia (PT-MG). O requerimento também é assinado pelo deputado licenciado Guilherme Boulos (Psol-SP), que vai participar da audiência na condição de ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República.

Segundo Correia, a jornada de trabalho passou por mudanças profundas ao longo da história, influenciadas por fatores sociais, econômicos e tecnológicos.

Ele lembra que, já na Revolução Industrial, trabalhadores enfrentavam longas jornadas em condições insalubres e que, no Brasil, o artigo 7º, inciso XIII, da Constituição, estabelece jornada máxima de oito horas diárias e 44 horas semanais, com possibilidade de compensação ou redução mediante negociação coletiva.

Rogério Correia afirma que o interesse crescente da sociedade brasileira em discutir o tema torna importante a participação da Comissão de Finanças e Tributação, que pode contribuir com a análise dos impactos financeiros e tributários de uma eventual redução da jornada.

Da Redação – RS

Fonte: Câmara dos Deputados

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Nacional

Deputada critica práticas abusivas de planos de saúde; assista

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A Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados promoveu audiência pública para discutir práticas abusivas dos planos de saúde.

A deputada Julia Zanatta (PL-SC) disse que solicitou o debate a partir de denúncias que recebeu de pessoas que tiveram o atendimento médico necessário negado pelos convênios.

“A situação da saúde suplementar no Brasil ultrapassou o limite do aceitável. O que vemos hoje são operadoras praticando negativas automáticas de cobertura, reajustes que fogem completamente da realidade, cancelamentos unilaterais, glosas injustificadas e interferência direta na autonomia do médico”, criticou a parlamentar.

Empresas
Por sua vez, o diretor médico da Associação Brasileira de Planos de Saúde, Cássio Alves, negou que as juntas compostas para analisar pedidos médicos tenham a intenção de negar ou retardar o atendimento.

Ele afirmou que essas juntas são compostas por profissionais especialistas e têm a finalidade de garantir mais segurança aos procedimentos pagos. “Quando existe divergência, é claro que tem que haver alguém da área para decidir sobre a cobertura”, declarou.

Da TV Câmara
Edição – MO

Fonte: Câmara dos Deputados

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