Política MT
Comissão da AL viabiliza novos concursos públicos para a segurança pública de MT
A emenda do PLOA foi acatada pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação da Casa de Leis

Emenda foi acatada com parecer favorável da CCJR e votação em plenário nesta terça-feira na AL- Foto- Assessoria
A Comissão de Segurança Pública e Comunitária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) garantiu para o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de n.° 913/2020, parecer favorável pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), nesta manhã de terça feira (6), da emenda 307. Essa demanda vai favorecer o lançamento de edital para a realização de concursos públicos para atender a Polícia Judiciária Civil (PJC), Polícia Militar (PM), Corpo de Bombeiros Militar (CBM) e Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) de Mato Grosso.
Em 2020, os integrantes da Comissão visitaram os 13 polos regionais da Região Integrada de Segurança Pública (Risp) de Mato Grosso e identificaram a carência de servidores para atender as forças de segurança. “Neste diagnóstico que fizemos in loco, foi onde que pudemos ter a certeza desta necessidade, entre outras, como a nomeação de aprovados nos concursos dos Sistemas Penitenciários e Socioeducativo e reforma e construção de novas unidades da Politec em todo Mato Grosso”, justifica o deputado Claudinei que preside a Comissão de Segurança Pública.
Emenda 307
No mês de dezembro, a emenda para a realização de concursos públicos foi rejeitada pela CCJR, mas Claudinei pediu aditamento ao projeto com nova proposta em relação ao remanejamento de recursos, com o uso de R$ 6 milhões alocados do Programa 036 de Apoio Administrativo, na Ação 036/2008 – Remuneração de Pessoal Ativo do Estado e Encargos Sociais, para que, assim, pudesse ser injetado na emenda aditiva, garantindo o benefício para a área da segurança pública.
Emendas – As outras três emendas propostas pela Comissão de Segurança Pública e, que foram acatadas pela CCJR, são referentes ao valor de R$ 3 milhões para a construção e reforma dos prédios da Politec. Já os valores de R$ 7,5 milhões e R$ 19 milhões que seriam respectivamente para que o estado de Mato Grosso promovesse a nomeação de aprovados dos concursos públicos dos Sistemas Socioeducativo e Penitenciário, nesta tarde, durante a votação plenária, foram rejeitadas.
PLOA
Com o parecer da CCJR e a votação em plenário ocorrida em mesma data, entre os outros deputados, os próximos passos serão obter o parecer da Comissão de Fiscalização e Orçamento (CFO) e, assim, ter uma nova votação no parlamento estadual.
Para 2021, o governo estadual projetou um orçamento no valor de R$ 22,114 bilhões. O PLOA contou com 314 emendas e, com a aprovação final, será encaminhada para ser sancionada pelo Poder Executivo.
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
Política MT
Wilson Santos destaca abertura de Pivetta ao diálogo e construção de soluções para a pesca em MT
Política MT
Cobranças abusivas em contas de água: Irajá cobra solução
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