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Comissão de Educação quer substituição de contêineres usados como sala de aula

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Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

A Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura e Desporto aprovou 19 matérias e a convocação da secretária de estado de Educação, Marioneide Angélica Kliemaschewsk, em reunião ordinária na tarde desta quarta-feira (10). Uma das propostas que receberam parecer favorável estabelece regras e prazos para substituição de contêineres usados como sala de aula por prédios de alvenaria.

O Projeto Lei nº 389/2019 foi apresentado pelo deputado Dr. João de Matos (MDB) após o colegiado visitar escolas que oferecem aulas dentro de contêineres. “É uma vergonha para o nosso estado. Então fizemos esse projeto fazendo que acabem os contêineres, que tenha escola decente com estrutura”, explicou Matos. “Nós fomos à Escola Padre Firmo, aqui na capital, dá pena de ver. Sem ar condicionado, as cadeiras quebradas, as paredes com mofo, não tem a mínima estrutura”, completou o parlamentar.  

“O governo precisa apresentar um programa de manutenção e reforma das escolas”, defendeu o deputado Wilson Santos (PSDB). “Crianças estudando em antigas baias de cavalo e entregues a toda sorte. Nós vamos arrochar cada vez mais a fiscalização”, garantiu o parlamentar, que planeja uma nova visita à Escola Estadual Santa Claudina, em Santo Antônio de Leverger. Já o presidente da comissão, deputado Thiago Silva (MDB), destacou que o trabalho do colegiado tem conseguido avanços e disse ter informações que hoje há apenas uma escola em Campo Verde ainda funcionando em contêineres.

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Para discutir os problemas foi aprovada a convocação da secretária de Educação, Marioneide Kliemaschewsk. Ela deve comparecer à comissão no dia 2 de outubro. O deputado Valdir Barranco (PT) defendeu a convocação para que seja dada uma resposta à comunidade das escolas visitadas, uma vez que foi gerada expectativa.  “Nós temos de tomar uma medida de pulso mais firme”, defendeu Barranco, que disse ainda que o colegiado faz questão da presença da titular da pasta.

Também foram aprovados no encontro o Projeto de Lei nº 394/2019, que prevê reserva de vagas em cursos superiores de ciências agrárias para estudantes de escolas situadas em zonas rurais e o Projeto de Lei nº 464/2019, que pretende garantir debates antes de fechamento de cursos, turnos e unidades na rede pública de ensino. “Nossa ideia é mudar a forma de se fazer [o fechamento]. Isso precisa ser muito mais discutido com a comunidade”, argumentou o deputado Dr. João de Matos, autor da proposta. Ele ainda cobrou a convocação dos aprovados em concurso para a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci) para que sejam ofertados mais cursos técnicos no estado.

Moção de aplausos – Depois da votação das propostas, foram entregues moções de aplausos a integrantes de associações que atuam junto à Comissão de Educação. “Hoje fizemos uma homenagem a todas as mães, associações, clubes, que fazem esse trabalho voltado para o fortalecimento das políticas para o autismo e também dislexia no nosso estado”, pontuou o deputado Thiago Silva. “Mais importante que o reconhecimento são as portas abertas. Aqui nós sempre tivemos portas abertas desde o primeiro encontro o deputado Wilson Santos nos deu carta branca para várias ações e esteve presente em várias ações”, ressaltou coordenadora em Mato Grosso do Movimento Orgulho Artista Brasil (MOAB), Hamara Ferreira.

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Teté Bezerra: a primeira mulher eleita deputada estadual por Rondonópolis

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Pioneira na política de Rondonópolis, Teté Bezerra fez história ao conquistar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso

Foto- Assessoria

A trajetória política de Teté Bezerra é marcada pelo pioneirismo. Ela entrou para a história de Rondonópolis como a primeira mulher do município eleita para o cargo de deputada estadual, ampliando a presença feminina na política mato-grossense.

Em 2010, Teté foi eleita deputada estadual pelo PMDB, com 22.964 votos, garantindo uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso para a legislatura de 2011 a 2015.

Antes de chegar à Assembleia, Teté já havia construído uma trajetória no cenário político estadual e nacional. Ela foi eleita deputada federal em 1994 e reeleita em 1998, tornando-se uma das principais representantes femininas de Mato Grosso no Congresso Nacional.

A eleição para deputada estadual consolidou sua presença política e reforçou a participação de mulheres de Rondonópolis na disputa por espaços de representação no Estado.

O feito permanece como um marco na história política do município, especialmente em um cenário no qual a participação feminina nas disputas eleitorais ainda enfrentava grandes desafios.

Teté Bezerra entrou para a história de Rondonópolis não apenas pelos mandatos que exerceu, mas também por abrir caminho para outras mulheres na política local.

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E agora, Rezende? Chapa com apenas 10 candidatos coloca reeleição em jogo no União Brasil

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Foto- Assessoria

A disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso promete ser dura dentro do União Brasil. Com uma chapa enxuta, formada por apenas 10 candidatos, o partido aposta na concentração de votos para tentar eleger dois ou até três deputados estaduais nas eleições de 2026.

Entre os nomes que encaram a disputa está o deputado Sebastião Rezende, que busca a reeleição pelo União Brasil. A candidatura foi homologada durante a convenção estadual da legenda.

O próprio deputado Júlio Campos reconheceu o grau de dificuldade da composição. Segundo ele, apesar de a chapa ter apenas 10 candidatos, existe a expectativa de conquistar duas ou três cadeiras na Assembleia.

Além de Rezende e Júlio Campos, o União Brasil colocou na disputa nomes como Dilmar Dal Bosco, Michelly Alencar, Wender Roman, Eliane da Silva Ferreira, Cenira Evangelista, Antônio Carlos da Silva Barros e Ana Paula Leiria. A lista sofreu alteração na reta final, com Ana Paula substituindo Lédio Procópio de Souza.

A estratégia de uma chapa menor pode favorecer os candidatos com maior estrutura eleitoral e maior capacidade de concentração de votos. Por outro lado, aumenta a pressão sobre os nomes que já exercem mandato e precisam justificar nas urnas sua permanência no Legislativo.

E agora, Rezende? Com menos candidatos para dividir os votos, a disputa interna pode ser ainda mais intensa. A pergunta que fica é se o deputado conseguirá manter sua força eleitoral e garantir mais um mandato na Assembleia.

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A chapa do União Brasil está definida. Agora, a resposta será dada pelo eleitor.

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Dra. Luciana Horta apresenta propostas para saúde e combate ao feminicídio em entrevista em Rondonópolis

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Foto-Assessoria

Candidata a deputada estadual pelo PL participou do programa 105 Notícias e falou sobre propostas para a saúde pública e outras pautas que pretende defender na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Nesta sexta-feira (21), a candidata a deputada estadual Dra. Luciana Horta (PL) participou do programa 105 Notícias, da Rádio 105 FM, apresentado pelo radialista e jornalista Zé Pereira. Durante a entrevista, ela falou sobre suas propostas para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Dra. Luciana Horta foi a vereadora mais votada nas eleições de 2024 e assumiu uma cadeira na Câmara Municipal. Entre as principais pautas de seu mandato estão o combate ao feminicídio e a saúde pública, área em que tem se destacado pela cobrança de melhorias nos serviços oferecidos à população.

A vereadora e candidata a deputada estadual afirmou que sua atuação sempre foi voltada à defesa da população.

“Meu dever é lutar diariamente para que a população tenha o mínimo de dignidade e possa chegar ao seu posto de saúde e ter o mínimo. Ultimamente, nem coletor de urina estava tendo para fazer exames”, afirmou durante a entrevista.

As propostas de Dra. Luciana Horta para a saúde pública de Mato Grosso incluem medidas para melhorar o atendimento de urgência e emergência, ampliar o acesso a serviços especializados e fortalecer a assistência a pacientes com câncer, doenças crônicas e pessoas que dependem de medicamentos de alto custo.

O plano também prevê articulação para a implantação de uma nova UPA na região em expansão de Rondonópolis, estudos para a construção de um Hospital Regional na Região Sudeste e ações voltadas ao atendimento de comunidades rurais, ribeirinhas e de difícil acesso. A proposta também inclui a fiscalização das filas, dos prazos e dos serviços de saúde.

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Durante a entrevista, Dra. Luciana Horta também falou sobre a importância da participação de novas pessoas na política.

“A cadeira não vai ficar vazia. Se pessoas boas não lançarem seus nomes, com coragem e propósito, outros vão continuar nesse poder”, afirmou Dra. Luciana Horta.

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