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Economia

Como aproveitar os descontos praticados após o Natal? Procon dá dicas

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Procon dá dicas para fazer as compras e aproveitar descontos após o Natal
Fernando Frazão/Agência Brasil

Procon dá dicas para fazer as compras e aproveitar descontos após o Natal

Uma tradição do comércio brasileiro é aplicar descontos após o Natal para diversos produtos, sejam eles roupas, eletrodomésticos, ou até panetones. Pensando nisso, o Procon-SP elaborou uma lista com dicas para o consumidor aproveitar as compras com ofertas e começar 2019 com o bolso mais cheio.

No entanto, vale a atenção para os gastos nas compras de fim de ano. O Procon recomenda que, antes de comprar, o ideal é fazer uma reserva para cobrir as tradicionais despesas que estão por vir, como IPTU e IPVA, por exemplo.

Dicas para aproveitar as compras com desconto

Compras de fim de ano dependem de planejamento e podem comprometer o orçamento, avalia Procon, que também dá dicas
Arquivo/Agência Brasil

Compras de fim de ano dependem de planejamento e podem comprometer o orçamento, avalia Procon, que também dá dicas
  • Verifique o estado do produto

Na correria para aproveitar a oferta, o consumidor pode esquecer de conferir o estado do produto
que está comprando. É preciso sempre checar se o item está funcionando. Antes de passar no caixa, é recomendado pedir ao vendedor para testar o produto, inclusive os que precisam de pilha, além de abrir a caixa para ver se o produto que está lá dentro é o mesmo indicado na embalagem. Se houver manual de instruções, ele deve estar em português.

  • Produto com defeito não oferece garantia

Muitas lojas aproveitam o período de fim de ano para vender, por um preço mais em conta, produtos com pequenos defeitos, como roupas manchadas ou descosturadas, móveis ou eletrônicos com partes amassadas ou riscos e peças de mostruário.

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A orientação é que, nesses casos, o consumidor exija descrição detalhada na nota fiscal ou recibo com os problemas apresentados. Para esses problemas especificados pela loja, não há garantia.

Se o consumidor não havia sido informado do problema, o prazo para reclamar de defeitos aparentes ou de fácil constatação é de 30 dias para produtos não duráveis, como alimentos, ou 90 dias para bens duráveis, tais como geladeiras e televisões. A reclamação pode ser feita para a loja ou para o fabricante.

O lojista pode, primeiro, propor um conserto, que deve ser feito em até 30 dias. Se o problema persistir, o consumidor tem direito à troca do produto, à devolução do valor pago ou a abatimento no preço em outra compra.

  • Se não tiver defeito, a loja não é obrigada a trocar

Tamanho errado ou modelo que não agradou? A lei não obriga que os lojistas troquem o produto por essas razões. O estabelecimento só é obrigado a trocar a mercadoria caso tenha prometido isso ao consumidor. A orientação é solicitar etiqueta ou em nota fiscal que mostre a possibilidade de troca.

  • Atenção ao frete…

Algumas lojas fazem grandes liquidações
, mas não entregam o produto em casa e, em determinados casos, só é percebido depois, embora essa informação deva ser prestada de maneira clara, antes do fechamento do negócio.

  • Compras pela internet garantem desistência em até sete dias
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Nas compras feitas pela internet
, telefone ou catálogo, o consumidor poderá desistir da aquisição em até sete dias após o recebimento da mercadoria ou da assinatura do contrato.

O Procon-SP diz que o consumidor deve formalizar a sua desistência, por escrito e, se for o caso, devolver o produto recebido. Nesses casos, terá direito à devolução integral de qualquer valor que tenha sido pago, inclusive despesas com frete.

  • Faça as contas antes de comprar

As ofertas podem parecer tentadoras, mas, antes de finalizar a compra, veja se você realmente precisa daquele produto e se terá condições de pagar. A orientação do Procon-SP é que o consumidor evite compras financiadas com juros e o uso do limite do cheque especial e rotativo do cartão de crédito, que cobram juros mais caros e podem complicar o orçamento.

Para as compras serem bem-sucedidas e as melhores ofertas, aproveitadas, siga as dicas do Procon-SP e tenha organização para não começar o ano no vermelho!

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Havan do Paraná será investigada por cobrar preço abusivo em alimentos

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Havan: unidade no Paraná será investigada por preço abusivo

Uma unidade da rede de lojas de departamento Havan  é suspeita de cobrar preços abusivos de itens da cesta básica. Em Colombo (PR), região metropolitana de Curitiba, o Procon recebeu centenas de denúncias sobre os preços e notificou a Havan.

Na Havan de Colombo, um pacote de cinco quilos de arroz da marca Buriti é vendido a R$ 22,99, preço 60% maior que no comércio da região. Já um litro de leite integral da marca Piracanjuba custa R$ 7,99, mais do que o dobro do valor cobrado em estabelecimentos de Curitiba.

O Ministério Público do Paraná  abriu um procedimento administrativo para investigar o caso.

A rede Havan não se pronunciou sobre o fato.

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Economia

Governo de SP antecipa reabertura de academias no estado; veja regras

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Retorno das academias na capital paulista deve ocorrer ainda este mês

O governo de São Paulo anunciou, nesta sexta-feira (3), a possibilidade de reabertura de novos serviços durante a pandemia de Covid-19 para os municípios inseridos na fase amarela do Plano São Paulo, na qual está inserida a capital do estado. Entre os serviços recém-inclusos na fase, estão as academias esportivas no estado, que devem reabrir com horário e lotação reduzidos. 

De acordo com o documento, o critério para retorno dos estabelecimentos é a estabilidade na fase atual. A decisão final sobre o funcionamento de cada serviço, porém, depende das prefeituras. 

“A partir de hoje, a gente começa uma discussão interna com a Vigilância Sanitária municipal dada essa decisão do Estado de poder reabrir as academias e as atividades culturais . Quando a prefeitura definir, nós comunicaremos isso a vocês”, afirmou o prefeito de São Paulo, Bruno Covas, que participou da coletiva de imprensa.

protocolo
Governo de SP

Governo divulgou protocolo de segurança para funcionamento de academias

A equipe determinou ainda as regras de funcionamento que devem compor o protocolo para esses estabelecimentos, o que inclui ocupação de 30% da capacidade total, funcionamento máximo de 6 horas pr dia, agendamento prévio e somente atividades individuais permitidas. Além disso, as normas de higiene e uso de máscaras devem permanecer. 

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Apesar da possibilidade de retorno, a recomendação é que os que correm mais risco não voltem às atividades. “Pessoas consideradas como grupo de risco, tais como os maiores de 60 anos e portadores de doenças crônicas , devem permanecer em isolamento social, desempenhando apenas atividades essenciais, ainda que outros setores tenham retomado o atendimento presencial ao público na localidade em que habitam”, afirma o Plano São Paulo. 


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Economia

Ministério Público do TCU defende suspensão do auxílio emergencial; entenda

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Ministério Público junto ao TCU defendem suspensão da prorrogação do auxílio emergencial

O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) solicitou a apuração do impacto fiscal do  auxílio emergencial e a suspensão da prorrogação do benefício por dois meses , até que o governo apresente informações fiscais detalhadas sobre as novas parcelas.

“Suspenda, cautelarmente, a prorrogação do auxílio emergencial , até que se aprecie o mérito da questão, ou até que o governo apresente os estudos e fundamentações de que cuida o item anterior”, escreveu o suprocurador-geral Lucas Furtado no pedido de suspensão.

O subprocurador-geral argumenta citando o alto custo do programa emergencial e diz pensar nas gerações futuras de brasileiros. “Preciso iniciar esta representação alertando que o que requeiro aqui, o faço pelos meus filhos! Não literalmente, é claro, mas por todos os filhos dos pais brasileiros, pelas gerações mais novas, pois o que está em jogo é o futuro delas!”, escreveu Furtado.

Nesta semana, o governo oficializou a prorrogação do auxílio por mais dois meses, com pagamento de mais três parcelas, em decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro . “Nós esperamos que ao final dela [a prorrogação do auxílio prevista no decreto] a economia já esteja reagindo, para que nós voltemos à normalidade o mais rapidamente possível”, disse Bolsonaro. O ministro da Economia, Paulo Guedes, também disse torcer por isso, mas deixou aberta a possibilidade de uma nova ampliação do programa.

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Para pagar as novas parcelas já autorizadas, o governo liberou mais R$ 101 bilhões para o auxílio , levando o gasto total com o programa a R$ 254 bilhões, segundo os balanços da própria equipe de Guedes.

O subprocurador-geral que pede a suspensão da ampliação do auxílio admite que sua solicitação é “extremamente impopular e difícil”, mas diz que é essencial para o equilíbrio fiscal.

“Dói-me pedir o que peço neste momento, pois sei que seria muito mais cômodo todos os beneficiários originais receberem a prorrogação do auxílio emergencial. Todavia, no papel de membro do órgão responsável por promover a defesa da ordem jurídica, sinto-me no dever de requerer o objeto da presente representação, o que somente é possível a alguém que – como eu – não tem nenhuma pretensão política”, afirma Furtado, em defesa da suspensão das novas parcelas do auxílio .

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