Mato Grosso
Conama reconhece avanços obtidos em MT no monitoramento da qualidade do ar

A evolução do Sistema de Monitoramento de Qualidade do Ar, do Governo de Mato Grosso, foi destacada nesta quarta-feira (3.12), durante reunião ordinária do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), em Brasília.
Os Estados de Mato Grosso e do Amazonas foram destaques pela ampliação significativa da rede de monitoramento e disponibilização de boletins diários de qualidade do ar, em atendimento às diretrizes da Resolução nº 506/24, do Conama.
Lançada em setembro deste ano, a Plataforma de Monitoramento de Qualidade do Ar em tempo real foi viabilizada por meio de uma parceria do Governo de Mato Grosso com o Programa de Pós-Graduação em Física Ambiental, da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) – clique aqui para acessar.
Com investimentos no valor de R$ 854,7 mil, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) adquiriu 30 sensores que integram a plataforma. “Desde então, passamos a contar com dados precisos e condizentes com a realidade local sobre a qualidade do ar”, afirmou a secretária Mauren Lazzaretti.
Até o ano passado, os laudos de monitoramento da qualidade do ar eram elaborados com base em informações secundárias apresentadas pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e que não retratavam, de fato, a realidade experimentada nos municípios.
Além de Cuiabá e Várzea Grande, os municípios de Barão de Melgaço, Poconé, Barra do Bugres, Primavera do Leste, Campo Novo do Parecis, São Félix do Araguaia, Rondonópolis, Guarantã do Norte, Nova Mutum e Feliz Natal já tiveram sensores instalados. A meta é que, até o final de 2026, sejam instalados sensores nos 142 municípios de Mato Grosso.
Regularização ambiental
Ainda em Brasília, a Sema também participou de uma reunião com a presidência do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) sobre a implantação do Cadastro Ambiental Rural (CAR) no país.
Também participaram da discussão representantes do Senado Federal, Embrapa e Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente (Abema).
“Foi deliberado na reunião que haverá um estreitamento desse diálogo entre os estados que implementaram o CAR, como é o caso de Mato Grosso, voltado a construir soluções coletivas para a regularização dos imóveis rurais no país”, destacou Mauren Lazzaretti.
Fonte: Governo MT – MT
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A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.
Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.
No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.
“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.
Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.
No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.
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