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Mato Grosso

Corpo de Bombeiros conquista medalha inédita em competição nacional de salvamento aquático

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) conquistou, pela primeira vez, uma medalha na competição nacional de provas de piscina da 23ª edição do Campeonato e Simpósio Brasileiro de Salvamento Aquático – Sobrasa Rescue, realizado em João Pessoa, entre os dias 7 e 9 de novembro.

A medalha inédita foi conquistada pelo tenente-coronel BM Weber Dionísio Batista Júnior, que ficou em terceiro lugar na categoria 50 metros manikin carry (resgate de manequim). Nesta prova, o competidor nada 25 metros e, em seguida, reboca um manequim por mais 25 metros na piscina, simulando uma situação real de resgate.

A 23ª edição da Sobrasa Rescue reuniu mais de 500 participantes, entre bombeiros militares, guarda-vidas do Brasil e equipes internacionais convidadas. O evento, realizado anualmente, é uma das mais importantes competições do segmento de salvamento aquático.

O tenente-coronel fez parte da delegação do CBMMT, que contou com outros quatro bombeiros militares mato-grossenses. Para ele, a participação no evento representou um desafio técnico e físico, além de ser uma valiosa oportunidade de compartilhar experiências e conhecimento com profissionais de diversas partes do Brasil e do mundo.

“Foi uma experiência enriquecedora, tanto no aspecto técnico quanto no intercâmbio de conhecimentos com colegas de outras unidades. A competição também nos motivou a aprimorar nossas habilidades, sempre com o objetivo de melhorar os serviços que prestamos à sociedade”, afirmou.

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Ainda segundo o tenente-coronel, a conquista tem um significado especial, sendo o reflexo de anos de treinamento e aperfeiçoamento no campo do salvamento aquático. “Já havia chegado perto, com quarto e quinto lugares, mas sempre ‘namorando’ a medalha. Agora, com um pouco mais de treino, consegui alcançar o pódio. Fiquei muito feliz. Esta vitória nos motiva a treinar ainda mais e buscar melhorar, para repetir esse feito em futuras edições”, contou.

No quadro geral da competição, o CBMMT terminou na 15ª colocação, com a conquista de boas colocações em várias categorias. A premiação reforça a excelência do trabalho realizado pela corporação e a crescente capacitação de seus profissionais. Para as próximas edições, a expectativa é de continuar incentivando a participação dos militares, segundo o tenente-coronel Weber.

“Queremos motivar ainda mais nossos bombeiros a treinarem e se prepararem, para que, nos próximos anos, possamos representar a nossa corporação da melhor forma possível”, garantiu.

Outras conquistas do CBMMT

Além do terceiro lugar, o tenente-coronel Weber obteve outras importantes colocações na competição. Ele ficou em 5º lugar na prova Surf Race, 9º lugar no Aqualthon e 10º lugar na prova Tubo de Resgate, disputada em dupla com o sargento Maurício Rocha Cavalcante.

Outros bombeiros militares também se destacaram nas provas. Na categoria Aqualthon, o sargento Roberval Elizaldo de Oliveira alcançou a 7ª colocação. Já o capitão Murilo Pereira Xavier, na prova Beach Flag, chegou à final e terminou em 9º lugar. Nas provas de revezamento, a equipe do CBMMT conquistou a 6ª colocação na prova 4×25 com manequim e a 7ª colocação na 4×50 medley.

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Sobre o Sobrasa Rescue

A 23ª edição do Campeonato e Simpósio Brasileiro de Salvamento Aquático – Sobrasa Rescue foi promovida pelo Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba (CBMPB) e pela Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa). O principal objetivo do evento é aprimorar o conhecimento e a integração entre os serviços de salvamento, além de contribuir para a redução do número de afogamentos no Brasil e na América do Sul. Saiba mais no no site do evento.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Via Brasil investe R$ 16 milhões para aumentar a segurança em trecho crítico da BR-163 no Mato Grosso

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Obras de correção de traçado na Serra do Cachimbo já começaram

Foto- Assessoria

A Via Brasil BR-163, concessionária responsável pela administração de 1.009 quilômetros da BR-163/230, iniciou importantes obras de correção de traçado em três pontos estratégicos da Serra do Cachimbo, no município de Guarantã do Norte (MT).

Com investimento de aproximadamente R$ 16 milhões, as intervenções têm como principal objetivo aumentar a segurança viária, reduzir o número de acidentes e proporcionar melhores condições de tráfego em um dos trechos mais críticos da BR-163 no estado.

As obras de correção de traçado consistem em intervenções voltadas à modernização da infraestrutura e a adequação das curvas da pista, o que garantirá melhor visibilidade aos motoristas e reduzirá o risco de tombamentos.

Trecho crítico com histórico de acidentes

A Serra do Cachimbo é reconhecida como um dos pontos mais sensíveis da BR-163, com histórico de ocorrências, principalmente tombamentos de caminhões. Diante desse cenário, a Via Brasil BR-163 vem intensificando ações de segurança viária no segmento.

Como medida inicial, já foram implantados medidores de velocidade nos pontos considerados mais críticos. Agora, a concessionária avança com a correção de três curvas estratégicas, promovendo uma rodovia mais segura e confiável para todos os usuários.

Locais das intervenções

As obras de correção de traçado estão previstas para três pontos da BR-163, todos localizados no município de Guarantã do Norte:

  • Primeira curva – Km 1102+447
  • Segunda curva – Km 1103+387
  • Terceira curva – Km 1109+334
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A entrega ocorrerá em três etapas: a primeira curva tem conclusão prevista para maio, a segunda para junho e a terceira para agosto.

Sinalização e segurança durante as obras

Com foco na proteção de vidas e na segurança operacional, a Via Brasil BR-163 implantou sinalização provisória nas frentes de serviço. Seguindo as diretrizes do DNIT, placas de obras foram estrategicamente posicionadas para orientar os condutores com clareza.

Para reforçar a redução de velocidade e aumentar a percepção de risco nos trechos em obras, também foram instaladas lombadas provisórias. As medidas garantem um ambiente mais seguro tanto para os usuários da rodovia quanto para os colaboradores que atuam nas intervenções.

Ao término das obras, toda a sinalização provisória será retirada, com a plena normalização do tráfego e a entrega de um traçado mais seguro e adequado às características do trecho.

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Mato Grosso

Falta de infraestrutura impede eletrificação total em MT, aponta presidente do Sindenergia

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Carlos Garcia aponta como alternativa um modelo híbrido, que combine energia elétrica com outras fontes, como biocombustíveis e biometano
 
A eletrificação total da economia ainda está longe de ser realidade em Mato Grosso. A limitação da infraestrutura elétrica e o alto custo de expansão impedem que o estado dependa apenas de energia elétrica, o que abre espaço para o uso combinado de diferentes fontes energéticas.

O tema será um dos principais pontos do Encontro da Indústria do Setor Elétrico 2026, que acontece nos dias 12 e 13 de maio, em Cuiabá, no UNISENAI, promovido pelo Sindenergia-MT.

Segundo o presidente do sindicato, Carlos Garcia, a transição energética no estado precisa considerar a realidade da infraestrutura disponível e o custo dos investimentos.

“Eu não consigo eletrificar o estado de uma vez só, porque não tem infraestrutura elétrica para isso. Precisaria de muito investimento e isso iria para a tarifa e a população pagaria ainda mais caro. Então não conseguimos fazer”, afirmou.

A avaliação é de que a saída passa por um modelo híbrido, que combine energia elétrica com outras fontes, como biocombustíveis e biometano, aproveitando o potencial regional de cada área do estado.

“Todas as fontes são importantes e complementares. Nenhuma delas é capaz de atender toda a demanda sozinha”, disse.

A proposta defendida pelo setor é que o estado avance em um planejamento energético regional, levando em conta as características de cada região. Em áreas com maior infraestrutura elétrica, a eletrificação pode avançar. Já em regiões com menor capacidade, alternativas como geração a partir de resíduos e biomassa ganham espaço.

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“Em locais onde não tem infraestrutura elétrica suficiente, a gente precisa trabalhar com o que tem ali. Se há potencial para biometano ou biomassa, é isso que deve ser explorado”, explicou.

O Encontro da Indústria do Setor Elétrico deve reunir representantes do setor produtivo, investidores e especialistas para discutir caminhos práticos para a transição energética em Mato Grosso, incluindo soluções que reduzam custos e evitem pressão sobre a tarifa de energia.

Além do debate técnico, o evento também busca aproximar empresas e soluções, com foco em geração de negócios e aplicação prática das tecnologias discutidas.

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Mato Grosso

Fachin nomeia Rabaneda para laboratório que mira erros judiciais

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Estrutura do Conselho Nacional de Justiça vai atuar na prevenção de falhas do sistema penal, com foco na qualificação de provas e na proteção de direitos fundamentais

Foto=- Assessoria

O presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Edson Fachin, nomeou o conselheiro Ulisses Rabanedapara a presidência do Laboratório Justiça Criminal, Reparação e Não Repetição, marcando um avanço no enfrentamento dos erros judiciais no país. Instituído pela Resolução nº 659/2025, o grupo técnico foi criado com a proposta de modernizar o sistema penal brasileiro, atuando na prevenção de falhas estruturais que resultam em violações de direitos e condenações injustas.

A estrutura funcionará como um centro de inteligência, responsável por formular diretrizes nacionais, qualificar a produção de provas e analisar casos emblemáticos julgados pelo Supremo Tribunal Federal, pelo Superior Tribunal de Justiça e por organismos internacionais de direitos humanos.

A iniciativa foi destacada pelo ministro do STJ, Sebastião Reis Júnior, como uma mudança de paradigma ao tratar o erro judicial como um problema estrutural. Em artigo, ele cita casos emblemáticos que evidenciam falhas graves no sistema, como o Caso Evandro, no qual o tribunal reconheceu condenações baseadas em confissões obtidas sob tortura e sem provas válidas produzidas sob o contraditório.

Outro exemplo mencionado é o caso da 113 Sul (Marlon), em que houve a anulação de uma condenação mantida por anos com base quase exclusiva em elementos colhidos na fase de investigação, sem respaldo suficiente na prova judicial. Para o ministro, episódios como esses demonstram o custo humano dos erros judiciais e a necessidade de mecanismos permanentes de prevenção.

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À frente do laboratório, Rabaneda afirma que a prioridade será transformar falhas em aprendizado institucional. “Nosso objetivo é estruturar diretrizes que fortaleçam a produção de provas, protejam direitos fundamentais e reduzam o risco de condenações injustas”, disse.

Ele também destaca o caráter colaborativo da proposta, que prevê a participação de magistrados, especialistas e da sociedade civil na construção de soluções aplicáveis a todo o sistema de justiça.

Outro eixo da iniciativa é a reparação de danos causados por erros judiciais, com medidas que vão além da indenização financeira e incluem reconhecimento institucional e ações para evitar a repetição das falhas.

“Com atuação técnica e integrada, o laboratório deve consolidar uma política judiciária voltada à prevenção de erros e ao fortalecimento da confiança da sociedade na Justiça”, finaliza Rabaneda.

A proposta do laboratório também inclui a realização de oficinas, capacitações e estudos de caso, com o apoio da Rede de Inovação do Judiciário, buscando maior eficiência e padronização das práticas processuais.

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